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	<title>Arquivos autenticidade - Blog IJEP</title>
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	<description>Artigos do IJEP - Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa</description>
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	<title>Arquivos autenticidade - Blog IJEP</title>
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		<title>O procedimento estético mais cobiçado da modernidade: o resgate da autoestima</title>
		<link>https://blog.ijep.com.br/o-procedimento-estetico-mais-cobicado-da-modernidade-o-resgate-da-autoestima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Pimentel Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 23:52:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resumo: O constante avanço dos procedimentos estéticos e a construção de uma autoestima. Nesse artigo, se aborda a relação desses dois elementos, perpassando pelo conceito e pela ampliação do que é ter uma autoestima saudável, bem como seu processo de construção. Inúmeros casos de deformação corporal e prejuízos na saúde, alguns levando até a morte, [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-size:19px;line-height:1.4"><strong>Resumo</strong>: O constante avanço dos procedimentos estéticos e a construção de uma <strong>autoestima</strong>. Nesse artigo, se aborda a relação desses dois elementos, perpassando pelo conceito e pela ampliação do que é ter uma autoestima saudável, bem como seu processo de construção. Inúmeros casos de deformação corporal e prejuízos na saúde, alguns levando até a morte, são noticiados pela mídia a todo instante. Afinal, qual o sentido de tudo isso? Como a culpa e a vergonha de ser quem somos interferem nessa intrincada construção? <strong>Será que a persona tem influência nessa busca desmedida pelo belo através de seringas e ampolas</strong>? Este artigo explora essas questões sensíveis e angustiantes pontudas e estimuladas a todo instante pela cultura, pela mídia, por nós mesmos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-injecoes-de-alegria-e-ampolas-de-autoestima-nunca-foi-tao-facil-comprar" style="font-size:21px">Injeções de alegria e ampolas de autoestima, nunca foi tão fácil comprar.</h2>



<p style="font-size:19px;line-height:1.4">O conceito de autoestima atravessa dois campos principais: a valorização das próprias competências e uma relação harmoniosa com o corpo. O gostar de si mesmo é uma conquista difícil de ser alcançada nos tempos atuais, quando se há uma padronização daquilo que é considerado saudável, aceito e belo. Com isso, as diferenças são jogadas na sombra. Assim, o valorizar o que há de singular e de diferente em nós acaba sendo um processo não estimulado ou visto como falta de empatia com o próximo.</p>



<p style="font-size:19px;line-height:1.4">Ter uma visão honesta e completa daquilo que somos e do que nos constitui lança o ego em uma encruzilhada de contradições e paradoxos. Não há possibilidade de amar pontos cegos, negados e desconhecidos pela consciência. Quando mais se rejeita, mais energia psíquica este conteúdo ganha, impactando e constrangendo o ego de maneira intensa e incontrolável. Portanto, o primeiro passo para desenvolver uma autoimagem consistente é aceitar as próprias falhas; é reconhecer que perfeição não há, mas sim inteireza.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-espelho-espelho-meu-existe-alguem-mais-bela-do-que-eu" style="font-size:21px">Espelho, espelho meu; existe alguém mais bela do que eu?</h2>



<p style="font-size:19px;line-height:1.4">Ter uma autoestima bem trabalhada não é algo fixo, imutável e permanente no tempo, tampouco um processo estanque. É um trabalho pessoal dinâmico, com oscilações e repleto de incertezas e descobertas. É de suma importância estabelecer uma conexão do Eu com o Si-mesmo, pois é nesse diálogo e integração que residem os valores mais genuínos e autênticos de cada indivíduo. A busca desmedida e constante por seringas e ampolas para aplacar o vazio existencial e de sentido interno nunca foi tão procurado; e simultaneamente tão ineficaz.</p>



<figure class="wp-block-pullquote" style="font-size:19px"><blockquote><p>“O valor tanto energético como moral da personalidade consciente e inconsciente está sujeito às maiores variações no indivíduo.” (JUNG, OC.14/2, §281)</p></blockquote></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-nas-redes-sociais-filtros-sao-criados-a-todos-instante-se-tornando-uma-regra-para-a-validacao-social-de-corpo-estetica-e-imagem" style="font-size:19px">Nas redes sociais, filtros são criados a todos instante, se tornando uma regra para a validação social de corpo, estética e imagem.</h2>



<p style="font-size:19px;line-height:1.4">Um sequestro coletivo de traços de humanidade e diversidade é autorizado de forma subliminar a todo instante. A insegurança natural de ser quem se é acaba sendo anulada e exterminada a todo custo. A possibilidade de criação e desenvolvimento de consciência, permeada de riscos, incertezas e dúvidas, é esterilizada. Como consequência, insônias, crises de ansiedade, fobias sociais e distorção de imagem, viram queixas constantes e diárias.</p>



<p style="font-size:19px;line-height:1.4"><strong>É bom ressaltar que o corpo é a extensão da psique</strong>. O não reconhecimento daquilo que se enxerga no espelho afeta intensamente o gostar e a liberdade de expor a própria imagem. Estamos cada vez mais inclusivos, humanos e fraternos. Será? <strong>É público e notório o aumento crescente e intenso por procedimentos estéticos, como a harmonização. Cirurgias plásticas, a busca pelo rosto quadrado, o levantamento de linhas de expressão. Qual a finalidade de todas essas intervenções</strong>? O cuidado consigo mesmo não pode ser álibi para um assassinato da própria natureza.</p>



<p style="font-size:19px;line-height:1.4">O senso de autoestima conversa diretamente com o conceito de <strong>persona</strong>, desenvolvido por <strong>Jung</strong>. <strong>Persona é uma construção psicológica constituída por valores, aspectos, ideias e comportamentos, selecionados por todos nós com a finalidade de aceitação e movimentação no mundo social e coletivo. É tudo aquilo que escolho para me apresentar ao outro.</strong></p>



<p style="font-size:19px;line-height:1.4">O grande paradoxo começa quando há uma<strong> identificação com a persona</strong>. Mesmo sendo uma estrutura necessária, ao se identificar com esses aspectos, pode-se criar um falso eu, uma ilusão, uma fragmentação daquilo que somos em essência. Logo, ocorre um choque com a nossa natureza, criando dúvidas, confusões, angústias e incertezas sobre a nossa individualidade. Deste modo <strong>a autoestima e a espontaneidade são enterradas e solapadas</strong>.</p>



<figure class="wp-block-pullquote" style="font-size:19px"><blockquote><p>“Ao analisarmos a persona, dissolvemos a máscara e descobrimos que, aparentando ser individual, ela é no fundo coletiva; em outras palavras, a persona não passa de uma máscara da psique coletiva. No fundo, nada tem de real; ela representa um compromisso entre o indivíduo e a sociedade, acerca daquilo que “alguém parece ser: nome, título, ocupação, isto ou aquilo.” (JUNG, OC.7/2, §246)</p></blockquote></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-expectativa-de-terceiros-seja-na-forma-do-nucleo-familiar-ou-de-um-coletivo-social-impacta-diretamente-a-autopercepcao-do-individuo" style="font-size:21px">A expectativa de terceiros, seja na forma do núcleo familiar ou de um coletivo social, impacta diretamente a autopercepção do indivíduo.</h2>



<p style="font-size:19px;line-height:1.4">Quando há um conflito entre aquilo que sabemos sobre nós, a nossa função no mundo e a qualidade das relações subjetivas estabelecidas e o que a sociedade cria como expectativa de bom, moral e justo, o senso de identidade é o primeiro a ser sacrificado. É um sacrifício caro e contra a natureza, fortalecendo o sentimento de inadequação e o enfraquecimento da autoestima.</p>



<p style="font-size:19px;line-height:1.4">A culpa e a vergonha são aspectos a serem amplificados nessa jornada da busca ao amor próprio. Um dos pontos cruciais a se pensar é a própria autorização de ser quem se é e viver harmoniosamente e coerentemente com sua singularidade, independente da avaliação constante do mundo e seus pilares de eficiência e alegria constante. A culpa por não seguir um padrão estimula a correção do dito imperfeito.</p>



<p style="font-size:19px;line-height:1.4"><strong>O que fazemos com a culpa? Uma das grandes questões de um processo psicoterapêutico</strong>. É um mecanismo legítimo que nos coloca frente a frente com a responsabilidade e conscientização dos nossos atos, retirando a sua projeção nos outros, ou é uma algema instalada por ideais e ofensas falsas coletivas que impede o autorrespeito?</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-as-experiencias-da-infancia-quando-sao-permeadas-por-episodios-de-humilhacao-ofensa-e-descredito-podem-abrir-feridas-emocionais-profundas-e-dolorosas" style="font-size:19px">As experiências da infância quando são permeadas por episódios de humilhação, ofensa e descrédito podem abrir feridas emocionais profundas e dolorosas. </h2>



<p style="font-size:19px;line-height:1.4">Dessa maneira, imagens de experiências desafiadoras (que são atraídas e circundam complexos com um núcleo arquetípico) surgem e deixam rastros capazes de desvendar temas e conteúdos preciosos necessários à consciência. Ter a coragem e a honestidade demandadas ao lidar com questões arquetípicas como vaidade, soberba, inferioridade, rejeição, auxiliam fortemente o desenvolvimento e a formação do senso de existência e amor próprio.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-constrangimento-decorrente-do-olhar-a-realidade-que-se-e-nunca-sera-maior-do-que-o-desconforto-de-viver-refem-de-dogmas-e-mandos-sem-sentido" style="font-size:19px">O constrangimento decorrente do olhar a realidade que se é nunca será maior do que o desconforto de viver refém de dogmas e mandos sem sentido.</h2>



<figure class="wp-block-pullquote" style="font-size:19px"><blockquote><p>“Mas se esse homem conscientizar seus conteúdos inconscientes, tais como aparecerem inicialmente nos conteúdos fáticos de seu inconsciente pessoal e depois nas fantasias do inconsciente coletivo, chegará às raízes de seus complexos.” (JUNG, OC. 7/2, §387)</p></blockquote></figure>



<p style="font-size:19px;line-height:1.4"><strong>Jacoby </strong>cita: “<strong><em>Com que rapidez nos sentimos envergonhados e com que intensidade, afinal de contas, depende da medida de tolerância que somos capazes de concentrar para nossos próprios lados sombrios</em></strong>.” (2023. p.41).</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-lidar-com-a-autoestima-e-um-convite-de-paz-com-os-nossos-proprios-demonios-e-questoes-sombrias-demonstrando-uma-autocompaixao-por-nos-e-pelos-outros" style="font-size:19px">Lidar com a autoestima é um convite de paz com os nossos próprios demônios e questões sombrias, demonstrando uma autocompaixão por nós e pelos outros.</h2>



<p style="font-size:19px;line-height:1.4">À medida que me reconheço e tenho consciência das minhas imperfeições, consigo respeitar e ser tolerante com o outro. Com a tolerância, uma união pode ocorrer e uma estima nascer. Eros pode reestabelecer o vínculo com a vida, com o corpo e com o autorrespeito.</p>



<p style="font-size:19px;line-height:1.4">A capacidade de estabelecer limites e de dizer não sem ter a compressão desse ato como uma ofensa ao outro é um aspecto rico a ser debatido. Se colocar na posição de humilde e sempre prestativo para que a aceitação de quem se é ocorra é um perigo, que pode camuflar compensações inconscientes das mais variadas formas e conteúdo. A partir do momento que não estabeleço uma distância com o que chega até mim, uma simbiose inconsciente pode ocorrer, afastando cada vez mais a possibilidade de diferenciação e individualização. Por consequência, se não sei quem sou, uma dificuldade em valorar o que faço, o que penso, se instala.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-por-fim-a-autenticidade-e-o-fruto-de-uma-autoestima-trabalhada" style="font-size:19px">Por fim, <strong>a autenticidade é o fruto de uma autoestima trabalhada</strong>.</h2>



<p style="font-size:19px;line-height:1.4">O centro da totalidade psíquica, o Si-mesmo, abre caminhos simbólicos, seja por sonhos, sincronicidade, expressões criativas, para que uma união seja realizada. Antes de mais nada, ter autoestima é ter conhecimento do mundo interno; dos paradoxos e das polaridades subjetivas; dos diálogos com conteúdos inconscientes. Processo impossível de acontecer se rejeitarmos a voz e o encontro com esse centro mandálico.</p>



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<iframe title="📝Artigo novo: &quot;O procedimento estético mais cobiçado da modernidade: o resgate da autoestima&quot;" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/blFXwiWV6wg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p style="font-size:19px;line-height:1.4"><strong><a href="https://blog.sudamar.com.br/author/pedro-rocha/">Pedro Pimentel Rocha – Analista em Formação pelo IJEP</a></strong></p>



<p style="font-size:19px;line-height:1.4"><a href="https://blog.sudamar.com.br/author/waldemarmagaldi/"><strong>Waldemar Magaldi – Analista Didata</strong> <strong>do IJEP</strong></a></p>



<p style="font-size:22px"><strong>Referências:</strong></p>



<p style="font-size:18px;line-height:1.4">JACOBY, M. <strong>A vergonha e as origens da autoestima. Abordagem Junguiana</strong>. Petrópolis, RJ: Vozes, 2023.</p>



<p style="font-size:18px;line-height:1.4">JUNG, C. G. <strong>O eu e o inconsciente</strong>. OC.7/2. Petrópolis: Vozes, 2021</p>



<p style="font-size:18px;line-height:1.4">JUNG, C. G. <strong>Mysterium Coniunctionis</strong>. OC.14/2. Petrópolis: Vozes, 2021</p>



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