<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos cansaço - Blog IJEP</title>
	<atom:link href="https://blog.ijep.com.br/tag/cansaco/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://blog.ijep.com.br/tag/cansaco/</link>
	<description>Artigos do IJEP - Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa</description>
	<lastBuildDate>Thu, 05 Oct 2023 21:15:20 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2022/03/cropped-logo-ijep-32x32.png</url>
	<title>Arquivos cansaço - Blog IJEP</title>
	<link>https://blog.ijep.com.br/tag/cansaco/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Trabalho e Lazer: entre a Máscara Brilhante e a Alma Suicida</title>
		<link>https://blog.ijep.com.br/trabalho-e-lazer-entre-a-mascara-brilhante-e-a-alma-suicida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jun 2023 17:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Professores do IJEP]]></category>
		<category><![CDATA[cansaço]]></category>
		<category><![CDATA[carl gustav jung]]></category>
		<category><![CDATA[carl jung]]></category>
		<category><![CDATA[lazer]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia analítica]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia junguiana]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.sudamar.com.br/?p=7805</guid>

					<description><![CDATA[<p>Neste cenário contemporâneo, o indivíduo se vê constantemente dividido entre a demanda de produtividade representada pela "máscara do colaborador" e a necessidade vital de sua alma, muitas vezes negligenciada, conduzindo a um estado de angústia e exaustão. A máscara do trabalho e a ansiedade gerada por ela obscurecem a conexão do indivíduo com a sua essência, muitas vezes levando ao esgotamento e à autodestruição. Paradoxalmente, a ideia de lazer foi corrompida pela lógica produtivista, se tornando um palco para autopromoção em vez de um espaço para descompressão. Reconhecer a angústia e reivindicar um lazer verdadeiro são passos essenciais para restaurar a conexão com a alma e construir uma existência mais plena e autêntica.</p>
<p>O post <a href="https://blog.ijep.com.br/trabalho-e-lazer-entre-a-mascara-brilhante-e-a-alma-suicida/">Trabalho e Lazer: entre a Máscara Brilhante e a Alma Suicida</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.ijep.com.br">Blog IJEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>O despertador toca e lá vai você para mais um dia. Para se ambientar, você lembra que foi um sobrevivente de uma pandemia, não precisa mais de máscaras e já está no ano de 2023. Lembra, no entanto, que uma máscara especificamente você precisa – a do colaborador.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Afinal, hoje é segunda, dia de trabalhar. Ontem não foi um dia sem trabalho, você respondeu aquela mensagem de Whatsapp do chefe, deu uma conferida numa planilha ou outra e abriu a caixa de e-mails só para não se assustar amanhã. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No chuveiro, já relembra da planilha e pensa “eu não posso esquecer aquela alteração que eu pensei em fazer ontem! Tenho que fazer assim que me sentar no computador”. Então, vem o café da manhã, que tem que ser rápido, pois como é de praxe, você sempre demora para acordar na segunda-feira. Sim, a função “soneca” de todos os celulares trabalham mais nas segundas-feiras pelo mundo inteiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja presencial ou em home office, neste momento você está praticamente pronto para embarcar nas planilhas, planejamentos, atendimentos, reuniões, seja o que for. E, num piscar de olhos, você se cala com a boca de feijão. </p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-calar-se">Calar-se&#8230;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mas esse calar-se não traz um silêncio ou um ócio. Traz as lembranças aceleradas da manhã de trabalho – do que deve ser feito ainda e do que pode ser melhorado. Nada pode ser deixado para trás. Afinal, é a sua carreira que está em jogo. Assim como o operário deve apertar todos os parafusos na fábrica e o motorista de Uber deve aceitar todas as corridas, você não pode deixar a oportunidade passar!&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Curiosamente, apesar de você corresponder e responder prontamente as demandas do mundo de fora, no mundo de dentro acontecem coisas que dá vontade de ignorar: aquela ansiedade quando o despertador toca; aquela aflição quando o chefe envia mensagem ou e-mail; aquela angústia provinda dos lapsos de memória que levam você a se perguntar “eu tomei banho hoje?” “o que eu tomei de café da manhã?”. Sem falar da melancolia de domingo à noite ao som do programa Fantástico. Tanto ansiedade como aflição, angústia levam o indivíduo a um sentimento de “prisão”. Mas como poderia, se com a máscara do colaborador e seu status, seu dinheiro e suas férias você pode fazer o que quiser?</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-tomemos-a-palavra-angustia-para-analise">Tomemos a palavra “angústia” para análise.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A palavra &#8220;angústia&#8221; vem do latim &#8220;angustia&#8221;, que significa &#8220;estreiteza, aperto, constrangimento&#8221; e deriva de &#8220;angustus&#8221;, que significa &#8220;estreito&#8221;. O termo passou para as línguas românicas com um sentido mais abstrato, referindo-se a um sentimento de desconforto mental ou emocional. Este termo pode ser rastreado ainda mais para trás, até o proto-indo-europeu (uma língua reconstruída que é o ancestral comum de todas as línguas indo-europeias), na qual a raiz &#8220;*angh-&#8221; significa &#8220;apertado, dolorosamente apertado, angustiado&#8221;.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o seu papel social, cheio de status, está poderoso, monetizado e relativamente livre nas férias, a sua alma está sofrendo. Este aperto é mais do que um simples aperto. É a alma se automutilando, devorando ela mesma. Assim como uma fera que depois de uma luta mortal tem sua barriga aberta e acaba comendo as próprias entranhas.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><a><strong>Num ato suicida e faminto, quando cárcere de alguém somente preocupado com sua máscara, a alma se mata quantas vezes for preciso em prol de deprimir o indivíduo e o seu sorriso brilhante.&nbsp;</strong></a></p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-e-nessa-imagem-que-voce-se-encontra">É nessa imagem que você se encontra.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Suicida e faminto à deriva oceânica do neoliberalismo, sozinho esperando o vento que te levará ao tesouro dos “1 milhão de reais aos 30 anos”. A palavra &#8220;oportunidade&#8221; que enfatizamos acima tem a ver com essa imaginação. Sua origem no latim &#8220;<em>opportunitas</em>&#8220;. Esta, por sua vez, vem de &#8220;<em>obportus</em>&#8220;, uma combinação de &#8220;<em>ob-</em>&#8221; que significa &#8220;em direção a&#8221; e &#8220;<em>portus</em>&#8221; que significa &#8220;porto&#8221;. Por sua vez, &#8220;<em>obportus</em>&#8221; pode ser entendido como um vento favorável levando um navio em direção ao porto. Na língua latina, a palavra &#8220;<em>opportunitas</em>&#8221; era usada para descrever a chegada conveniente ou a chegada no tempo certo e foi adotada nas línguas românicas, inclusive no português, para indicar uma circunstância favorável, um momento propício ou uma chance.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ironicamente, este vento da oportunidade é mais próximo à alma do que à máscara. Existe uma relação etimológica entre &#8220;alma&#8221; e &#8220;vento&#8221; em muitas tradições culturais e linguísticas. Na tradição judaico-cristã, por exemplo, a palavra hebraica para espírito é &#8220;<em>ruach</em>&#8220;, que também pode significar &#8220;vento&#8221; ou &#8220;respiração&#8221;. No Novo Testamento, a palavra grega &#8220;<em>pneuma</em>&#8221; tem um significado semelhante. Estes termos são usados para se referir tanto ao espírito humano quanto ao Espírito Santo.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-em-latim-a-palavra-anima-pode-significar-alma-mas-tambem-sopro-respiracao-ou-vida">Em latim, a palavra &#8220;<em>anima</em>&#8221; pode significar &#8220;alma&#8221;, mas também &#8220;sopro&#8221;, &#8220;respiração&#8221; ou &#8220;vida&#8221;. </h2>



<p class="wp-block-paragraph">A palavra &#8220;<em>anima</em>&#8221; também deu origem à palavra &#8220;animal&#8221;, referindo-se a qualquer ser vivo que respira. Na filosofia grega antiga, a palavra &#8220;<em>psyche</em>&#8220;, que significa &#8220;alma&#8221;, também pode ser entendida como &#8220;sopro de vida&#8221;. Enquanto que na tradição hindu a palavra sânscrita &#8220;<em>prana</em>&#8221; refere-se à força vital universal que é inalada e exalada como a respiração &#8211; estabelecendo assim um vínculo entre a alma, o vento e a respiração. Portanto, embora as palavras &#8220;alma&#8221; e &#8220;vento&#8221; não tenham uma conexão direta etimológica em português, elas estão ligadas em várias tradições linguísticas e culturais por meio do conceito de respiração ou sopro de vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-mascara-do-colaborador-nao-deixa-de-ser-importante-mas-usa-la-a-todo-momento-nao-te-permite-respirar-em-sua-totalidade">A máscara do colaborador não deixa de ser importante, mas usá-la a todo momento não te permite respirar em sua totalidade.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A alma precisa estar presente para qualquer oportunidade surgir. Na realidade, usar a máscara todos os dias garante uma alta produtividade, mas não garante criatividade e diversidade de vida. Neste mundo acelerado produtivista, o indivíduo torna-se disperso e dividido entre várias tarefas. Com a ânsia de manter-se atento e produtivo, o indivíduo contemporâneo sacrifica o tempo de integração dos vários aspectos da personalidade. Para Byung Chul Han, manter-se na máscara é estar de olhos bem abertos; já para sentir o vento da alma, é necessário fechar os olhos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O indivíduo de olhos bem abertos tem a alma faminta pois o que ele ingere não a alimenta. A cada dia ele consome um excesso de positividade, de produtividade e de estimulações midiáticas dopaminérgicas. E quando ele escuta o ronco faminto da alma, o que reverbera na angústia sem igual, faz ela se calar consumindo benzodiazepínicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a alma não adormece, ela continua em seu ato fago-suicida. Levando o indivíduo a um estado de constante cansaço e esgotamento. Han chama esse estado social de &#8220;sociedade do cansaço&#8221; ou da exaustão. O verbo &#8220;exhaurire&#8221; pode ser dividido em duas partes: 1) &#8220;ex-&#8220;, que significa &#8220;fora&#8221;, e 2) &#8220;haurire&#8221; que significa &#8220;tirar&#8221; ou &#8220;drenar&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-alma-foi-drenada-ou-tirada-de-cena-nessa-sociedade">A alma foi drenada ou tirada de cena nessa sociedade.</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Byung Chul Han defende a ideia de ócio ativo e do lazer como uma saída para esta situação, o que se aproxima de Carl Gustav Jung quando aponta: é olhando para dentro que encontraremos a verdadeira oportunidade e criatividade do viver.&nbsp;</strong></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Curiosamente, a palavra “lazer” é também relacionada a “oportunidade”. A palavra &#8220;lazer&#8221; em português tem suas origens na língua francesa. Ela vem da palavra &#8220;<em>loisir</em>&#8220;, que por sua vez vem do latim &#8220;<em>licere</em>&#8220;. &#8220;<em>Licere</em>&#8221; em latim significa &#8220;ser permitido&#8221;, o que indica uma atividade que é livre para ser realizada, sem obrigações. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No francês antigo, &#8220;<em>loisir</em>&#8221; também tinha o significado de &#8220;oportunidade&#8221; ou &#8220;tempo livre&#8221;, que se assemelha ao nosso uso moderno da palavra &#8220;lazer&#8221;. Com o tempo, essa palavra passou para o português como &#8220;lazer&#8221;, mantendo o sentido de tempo livre para atividades que não são trabalho ou obrigações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nada obstante, <strong>Byung Chul Han</strong> afirma que a própria noção de lazer está sendo corrompida, transformando-se em um meio de aumentar a produtividade em vez de ser um momento de reflexão, repouso e recuperação. Em contraste com a visão de lazer como um tempo livre e relaxante, Han propõe que estamos numa era de &#8220;trabalho de lazer&#8221; (<em>Freizeitarbeit</em>) em que as atividades recreativas são, frequentemente, incorporadas na lógica da maximização da produtividade e do autoaperfeiçoamento constante. Isso reflete uma sociedade em que cada momento, inclusive o lazer, é mercantilizado e torna-se outra oportunidade para &#8220;melhorar&#8221; as máscaras.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-um-pouco-de-foucalt-e-nietzsche">Um pouco de Foucalt e Nietzsche</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Michel Foucault</strong> aponta que vivemos em uma sociedade panóptica, em que estamos constantemente sendo vigiados e, portanto, nos disciplinamos para atender às normas sociais e às expectativas de desempenho. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Este conceito se aplica também ao lazer, onde cada atividade pode ser monitorada e avaliada. Redes sociais, por exemplo, tornaram-se espaços onde as atividades de lazer são exibidas. Transformando o lazer em um ato performativo e de busca por monetização.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Assim como quando Nietzsche olha para o abismo e ele olha de volta, o usuário da rede social olha para a imagem midiática, a imagem midiática olha para ele, em um ato punitiv</strong>o.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O panóptico foucaultiano foi internalizado</strong>. Este fenômeno pode levar a uma sensação de obrigação de &#8220;fazer lazer&#8221; de maneira produtiva e visível, o que, por sua vez, assassina a essência do lazer como uma oportunidade para desacelerar e desfrutar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Percebe-se, enfim, que o contexto social contemporâneo conduz o indivíduo a um ciclo incessante de trabalho, a um ritmo cada vez mais acelerado e mecanizado. A máscara do colaborador, necessária para a adaptação ao ambiente externo, transforma-se em uma casca dura, sufocando a alma e privando-a de respirar, de viver plenamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-angustia-e-oportunidade">Angústia e oportunidade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse ínterim, a angústia, fruto de um intenso aperto interno, emerge como um alerta contínuo da necessidade de nos reconectarmos com nossa essência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, a ideia de &#8220;oportunidade&#8221;, inicialmente ligada à máscara do colaborador, deve ser ressignificada para se alinhar com a alma, trazendo à tona a respiração, o sopro de vida. É imperativo para a autonomia do indivíduo que o foco não seja apenas na produtividade, mas também no espaço para a reflexão, a criatividade e a diversidade de experiências de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, a atual concepção de lazer é desafiada pela lógica da produtividade. Lógica essa que insidiosamente se infiltra até mesmo em nossos momentos de descanso. Ao invés de ser um momento de descompressão, o lazer torna-se outro palco para a performance e a autopromoção, uma vez que a sociedade panóptica nos impele a estar constantemente vigiados e a exibir nossas vidas nas redes sociais.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-cabe-nos-questionar-e-refletir-sobre-esses-modelos-impostos">Cabe-nos questionar e refletir sobre esses modelos impostos.</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A máscara do colaborador é necessária, mas não pode ser a única face da existência. </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Oportunidades, em sua essência mais pura, devem estar alinhadas à alma, ao sopro de vida. O lazer precisa ser recuperado como um tempo livre, como um espaço para a reflexão e a recuperação, não apenas outra arena para a demonstração de produtividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reconhecer a necessidade de harmonia, dar voz à angústia e resgatar os alimentos da alma são passos fundamentais para a construção de uma existência mais plena, autêntica e integrada. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Enfim, em vez de ser meramente um colaborador sobrevivente na deriva oceânica do neoliberalismo, é necessário reivindicar nossa condição como seres humanos cheios de multiplicidade, capazes de navegar com consciência e propósito nas águas tumultuadas do mundo contemporâneo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Membro Analista em Formação: <strong><a href="https://blog.sudamar.com.br/author/leostorres/">Leonardo Torres</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Membro Analista Didata: <strong><a href="https://blog.sudamar.com.br/author/waldemarmagaldi/">Waldemar Magaldi</a></strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Trabalho e Lazer: entre a máscara brilhante e a alma suicida | Leonardo Torres" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/R1QspsdC7Ag?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-referencias"><strong>REFERÊNCIAS: </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">FOUCAULT, Michel.&nbsp;Vigiar e Punir: o nascimento da prisão. 20ª ed. São Paulo: Vozes, 1999.</p>



<p class="wp-block-paragraph">HAN, Byung-Chul. Sociedade do cansaço. 2. ed. ampliada. Petrópolis: Vozes, 2017.</p>



<p class="wp-block-paragraph">JUNG, C. G. Obras Completas. Petrópolis: Vozes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse nosso site: <a href="https://www.ijep.com.br/">https://www.ijep.com.br/</a></p>
<p>O post <a href="https://blog.ijep.com.br/trabalho-e-lazer-entre-a-mascara-brilhante-e-a-alma-suicida/">Trabalho e Lazer: entre a Máscara Brilhante e a Alma Suicida</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.ijep.com.br">Blog IJEP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
