<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos destino - Blog IJEP</title>
	<atom:link href="https://blog.ijep.com.br/tag/destino/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://blog.ijep.com.br/tag/destino/</link>
	<description>Artigos do IJEP - Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa</description>
	<lastBuildDate>Fri, 18 Jul 2025 17:09:25 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2022/03/cropped-logo-ijep-32x32.png</url>
	<title>Arquivos destino - Blog IJEP</title>
	<link>https://blog.ijep.com.br/tag/destino/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Reescrevendo o Destino: A Transição de Carreira na Meia Idade como Expressão do Daimon</title>
		<link>https://blog.ijep.com.br/reescrevendo-o-destino-a-transicao-de-carreira-na-meia-idade-como-expressao-do-daimon/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Helena Soares Marinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 16:14:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Processo de Individuação]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Junguiana]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria de Carl Gustav Jung]]></category>
		<category><![CDATA[análise junguiana]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[chamado]]></category>
		<category><![CDATA[daimon]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[ego]]></category>
		<category><![CDATA[jung]]></category>
		<category><![CDATA[Persona]]></category>
		<category><![CDATA[processo de individuação]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia junguiana]]></category>
		<category><![CDATA[self]]></category>
		<category><![CDATA[vocação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.sudamar.com.br/?p=10919</guid>

					<description><![CDATA[<p>Resumo: Este artigo analisa a transição&#160; de carreira na meia-idade à luz da psicologia analítica de C.G. Jung, compreendendo-a como expressão simbólica do processo de individuação. Ao articular os conceitos de persona, self, metanoia e daimon, propõe-se que a mudança profissional, longe de ser apenas uma resposta adaptativa ao mercado, reflete um impulso interno por [...]</p>
<p>O post <a href="https://blog.ijep.com.br/reescrevendo-o-destino-a-transicao-de-carreira-na-meia-idade-como-expressao-do-daimon/">Reescrevendo o Destino: A Transição de Carreira na Meia Idade como Expressão do Daimon</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.ijep.com.br">Blog IJEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-size:20px;line-height:1.5"><strong>Resumo</strong>: <strong>Este artigo analisa a transição&nbsp; de carreira na meia-idade à luz da psicologia analítica de C.G. Jung, compreendendo-a como expressão simbólica do processo de individuação</strong>. Ao articular os conceitos de persona, self, metanoia e daimon, propõe-se que a mudança profissional, longe de ser apenas uma resposta adaptativa ao mercado, reflete um impulso interno por autenticidade e inteireza. A <strong>crise</strong>, nesse contexto, atua como catalisadora de transformação psíquica. A partir de autores como Jung, James Hollis, James Hillman e William Bridges, argumenta-se que a reconexão com a vocação profunda representa um rito de passagem contemporâneo. O trabalho, então, deixa de ser apenas instrumento de sobrevivência e passa a ser expressão do self em ação. A travessia da meia-idade se revela, assim, como oportunidade de reescrever o destino com base em um chamado interior.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-no-contexto-contemporaneo-caracterizado-por-rapidas-transformacoes-sociais-culturais-e-tecnologicas-observa-se-um-crescente-numero-de-pessoas-questionando-seus-caminhos-profissionais-e-repensando-suas-trajetorias-de-carreira" style="font-size:20px">No contexto contemporâneo, caracterizado por rápidas transformações sociais, culturais e tecnológicas, observa-se um crescente número de pessoas questionando seus caminhos profissionais e repensando suas trajetórias de carreira.</h2>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">Em uma sociedade na qual o trabalho ocupa papel central na construção da identidade, a mudança de profissão — especialmente na meia-idade — torna-se uma experiência intensa, muitas vezes acompanhada por <strong>crises existenciais</strong>. Assim, é interessante lançarmos luz sobre os aspectos simbólicos, existenciais e arquetípicos implicados nessas mudanças.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-mais-do-que-uma-simples-reorientacao-funcional-esse-movimento-pode-representar-um-mergulho-psiquico-em-direcao-ao-self-revelando-o-processo-de-individuacao-descrito-por-c-g-jung" style="font-size:20px">Mais do que uma simples reorientação funcional, esse movimento pode representar um mergulho psíquico em direção ao self, revelando o processo de individuação descrito por C.G. Jung.</h2>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">Elemento central do pensamento de Jung, o chamado <strong>processo de individuação</strong> é aquilo por meio do qual que a pessoa vai se conhecendo, retirando suas máscaras, retirando as projeções lançadas anteriormente no mundo externo e integrando-as a si mesmo:</p>



<figure class="wp-block-pullquote" style="font-size:20px"><blockquote><p>Individuação significa tornar-se um ser único, na medida em que por individualidade entendemos nossa singularidade mais íntima, última e incomparável significando também que nos tornamos o nosso próprio si-mesmo. Dessa forma, podemos traduzir ‘individuação’ como tornar-se ‘si-mesmo’ (Verselbstung) ou o realizar do si-mesmo (Selbstverwirklichung). </p><cite>Jung, 1987, p. 49</cite></blockquote></figure>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">O processo de individuação acontece em três movimentos gerais: o primeiro é o caminho para a <strong>diferenciação do coletivo</strong>; o segundo, a<strong> diferenciação de si</strong>, a realização de si-mesmo; e, por fim, <strong>o retorno ao coletivo</strong>, de uma forma mais integrada. </p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-diferenciacao-pressupoe-o-afastamento-da-conformidade-pessoal-e-da-coletividade-para-depois-voltar-de-forma-mais-autentica-e-contribuir-com-uma-nova-dinamica-a-coletividade" style="font-size:20px">A diferenciação pressupõe o afastamento da conformidade pessoal e da coletividade, para depois voltar de forma mais autêntica e contribuir com uma nova dinâmica à coletividade.</h2>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">A transição de carreira pode ser compreendida, também, à luz do conceito de <strong>persona</strong> de Jung, como um momento em que a máscara social que usamos — e que foi funcional em determinado período da vida — começa a mostrar sinais de inadequação ou desgaste em relação à totalidade do self.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-para-jung-a-persona-e-a-mascara-que-o-individuo-apresenta-ao-mundo" style="font-size:20px">Para <strong>Jung</strong>, a persona é a &#8220;máscara&#8221; que o indivíduo apresenta ao mundo.</h2>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">Ela representa os papéis sociais que assumimos (profissional, familiar, social) e é necessária para a convivência e adaptação no mundo externo. A persona organiza a forma como nos apresentamos socialmente, mas não representa nossa essência profunda. É um compromisso entre o indivíduo e a sociedade. A transição de carreira, especialmente quando motivada por um impulso interno (e não apenas externo, como uma demissão), costuma ocorrer quando a persona vigente deixa de servir ao desenvolvimento psíquico. Nesses casos, “a persona profissional” pode ter sido construída para atender expectativas parentais, sociais ou culturais, porém, chega um ponto em que a rigidez dessa máscara começa a sufocar o self — o centro organizador da psique.</p>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">O trabalho, além de garantir sustento, oferece um sentido de pertencimento e contribui para a formação da identidade. A ocupação escolhida molda a autoimagem e influencia diretamente o modo como o indivíduo se percebe no mundo. No entanto, quando esta função perde o significado ou entra em conflito com aspectos mais profundos da psique, ocorre um deslocamento: o sujeito se vê impelido a buscar outra expressão de si no mundo.<br><br>Essa ruptura geralmente se intensifica na meia-idade, fase marcada, segundo autores como James Hollis, por uma série de questionamentos existenciais. Para <strong>Hollis </strong>a meia-idade é um momento de transição e mudança profunda na vida do indivíduo: a metanoia é um processo de &#8220;<strong>morte e renascimento</strong>&#8220;, onde a pessoa revisa sua vida e se reconecta com seus valores e propósito. É nesse período que o indivíduo revisita escolhas passadas, confronta a finitude, e busca ressignificar sua vida. A transição de carreira, nesse contexto, pode funcionar como um gatilho ou como consequência de um processo interno de desconstrução e reconstrução psíquica. A crise, portanto, assume papel de catalisadora de mudança e de crescimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-reinvencao-de-carreira-na-meia-idade-tem-caracteristicas-especificas" style="font-size:20px">A reinvenção de carreira na meia-idade tem características específicas.</h2>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">Segundo Jung (1987), na primeira metade da vida gastamos parte da nossa energia para nos adaptar ao mundo exterior; na segunda metade é chegada a hora de nos voltarmos mais para nosso mundo interior.</p>



<figure class="wp-block-pullquote" style="font-size:20px"><blockquote><p>A primeira metade da vida é um período de progressiva expansão. O jovem terá de renunciar aos hábitos de infância, aos aconchegos familiares, para atender aos desafios do mundo exterior. Terá de estudar, trabalhar e conquistar uma posição social. Terá de vivenciar em si mesmo a eclosão dos instintos e fará encontro com o sexo oposto. Ficará apto a gerar. [&#8230;] Na segunda metade da vida as tarefas são diferentes. Acabou o tempo de expansão. Agora é tempo de colher, de reunir aquilo que estava disperso, de juntar coisas opostas, de concentrar. </p><cite>Silveira, 1997, pp. 156-157</cite></blockquote></figure>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">Demandas sobre o sentido da vida e o que fazer no futuro promovem um mergulho nas profundezas da alma e, ao mesmo tempo configuram-se em possibilidade de renovação, metaforicamente expressa por Jung: “<strong><em>Precisamente ao meio-dia, o Sol começa a declinar e esse declínio significa uma inversão de todos os valores e ideais cultivados durante a manhã (…) É como se recolhesse dentro de si os próprios raios</em></strong>” (2013, p.354). Ele complementou, afirmando que entramos despreparados na segunda metade da vida: “<strong><em>Não podemos viver a tarde de nossa vida segundo o programa da manhã, porque aquilo que era muito na manhã, será pouco na tarde, e o que era verdadeiro na manhã, será falso no entardecer</em></strong>” (2013, p. 355).</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-transicao-de-carreira-na-meia-idade-transcende-os-limites-de-uma-simples-reorientacao-funcional-ou-de-uma-resposta-estrategica-as-demandas-do-mercado" style="font-size:20px">A transição de carreira na meia-idade transcende os limites de uma simples reorientação funcional ou de uma resposta estratégica às demandas do mercado. </h2>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">Quando abordada sob a perspectiva da psicologia analítica, ela se revela como um movimento psíquico profundo — uma travessia simbólica que atualiza o processo de individuação. Trata-se, portanto, de um deslocamento do eixo da vida: do ego adaptado à persona para o self como centro regulador da totalidade psíquica.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-jung-ja-apontava-que-a-realizacao-do-si-mesmo-e-o-maior-de-todos-os-valores-humanos-jung-1987-p-56-mas-essa-realizacao-nao-ocorre-sem-rupturas" style="font-size:20px">Jung já apontava que “<strong><em>a realização do si-mesmo é o maior de todos os valores humanos</em></strong>” (Jung, 1987, p. 56), mas essa realização não ocorre sem rupturas.</h2>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">A <strong>persona</strong>, outrora útil, começa a ruir, sinalizando que o que antes servia à adaptação ao mundo já não atende mais à alma. Nesse momento, surgem sintomas, crises, angústias — expressões da psique que exigem escuta e reorientação. A crise, nesse sentido, é uma oportunidade. Como afirma Hollis (2011), “toda crise, mesmo a mais devastadora, carrega em si uma convocação à transformação”.</p>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5"><strong>A meia-idade é terreno fértil para essa convocação</strong>. Segundo Jung, é nesse período que somos impelidos a buscar o que nos foi deixado de lado na construção da persona: “<strong><em>O encontro com o si-mesmo é muitas vezes experimentado como uma derrota para o ego</em></strong>” (Jung, 2013, p. 357). Essa derrota, porém, não é destrutiva — é uma rendição necessária ao daimon interior, que exige expressão e autenticidade. Como observa James Hillman, “<strong><em>o daimon é a imagem do destino pessoal, o portador do nosso sentido mais profundo</em></strong>” (Hillman, 1996, p. 41).</p>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5"><strong>William Bridges</strong>, renomado consultor americano que trouxe grande contribuição para o gerenciamento da transição para indivíduos e empresas nas últimas décadas, contribui com uma compreensão fenomenológica do processo de transição, descrevendo-o como um ciclo composto de fim, zona neutra e novo começo. Ele enfatiza que a <strong>zona neutra </strong>— essa fase de vazio e ambiguidade — é “<strong>o local onde a criatividade e o renascimento se tornam possíveis</strong>” (Bridges, 1999, p. 135). É nesse espaço liminar que os antigos referenciais se dissolvem e algo novo, ainda indefinido, começa a se formar. Tal como nas fases da alquimia, é no nigredo que se inicia o processo de transformação.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-escuta-do-daimon-que-jung-via-como-uma-forca-interior-compulsiva-apud-staub-1981-p-121-exige-coragem" style="font-size:20px">A escuta do daimon — que Jung via como “uma força interior compulsiva” (apud Staub, 1981, p. 121) — exige coragem.</h2>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">Não se trata de uma escolha <strong>racional</strong>, mas de um assentimento existencial àquilo que nos move de forma inegociável. Hollis (2011) afirma: “<strong>Podemos escolher uma carreira, mas não escolhemos uma vocação. A vocação nos escolhe</strong>.” Essa dimensão vocacional, que se manifesta muitas vezes por meio de sintomas, inquietações ou súbitas inspirações, remete a algo maior do que o ego: trata-se de um chamado à autenticidade e à integração.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-neste-contexto-a-mudanca-de-carreira-torna-se-um-rito-de-passagem-contemporaneo-em-que-o-trabalho-deixa-de-ser-apenas-instrumento-de-sobrevivencia-e-passa-a-ser-expressao-simbolica-do-self-em-acao-no-mundo" style="font-size:20px">Neste contexto, a mudança de carreira torna-se um rito de passagem contemporâneo, em que o trabalho deixa de ser apenas instrumento de sobrevivência e passa a ser expressão simbólica do self em ação no mundo.</h2>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">Como escreve Jung em <em>Memórias, Sonhos e Reflexões</em>: “<em>Todos os meus escritos são, de certa forma, tarefas que me foram impostas de dentro. Nasceram sob a pressão de um destino. O que escrevi transbordou da minha interioridade. Cedi a palavra ao espírito que me agitava</em>.” (Jung, 1987, p. 194-195). <strong>Essa integração entre vida interior e realização exterior é o verdadeiro sinal da individuação em curso</strong>.</p>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">Por fim, ao acolhermos a possibilidade de reescrever o destino — não como um ato voluntarista, mas como escuta ativa do que nos habita — nos aproximamos da inteireza. Como nos lembra Nietzsche, <em>“<strong>torne-se quem tu é</strong>”</em>. Quando a vida profissional se torna reflexo da alma, a transição já não é apenas uma mudança de rumo, mas uma reconciliação com aquilo que sempre nos habitou — silenciosamente — à espera de ser vivido.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Artigo: &quot;Reescrevendo o Destino: A Transição de Carreira na Meia Idade como Expressão do Daimon&quot;" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/UmDY0loQ7Ko?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p style="font-size:20px"><a href="https://blog.sudamar.com.br/author/maria-helena-soares-marinho/"><strong>Maria Helena Soares Marinho</strong> &#8211; Analista em formação IJEP</a></p>



<p style="font-size:20px"><a href="https://blog.sudamar.com.br/author/cristinaguarnieri/"><strong>Cristina Guarnieri </strong>&#8211; Analista Didata IJEP</a></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-referencias" style="font-size:20px"><strong>REFERÊNCIAS</strong>:</h2>



<p><em>BRIDGES, William. Managing Transitions: Making the Most of Change. 2. ed. Cambridge, MA: Da Capo Press, 1999.</em></p>



<p><em>HILLMAN, James. O Código do Ser: Um guia arquetípico para o destino e o caráter. Rio de Janeiro: Objetiva, 1996.</em></p>



<p><em>HOLLIS, James. A passagem do meio. São Paulo: Paulus, 2011.</em></p>



<p><em>JUNG, Carl Gustav. Memórias, Sonhos e Reflexões. ed. Nova Fronteira, 1987.</em></p>



<p><em>JUNG, Carl Gustav. A dinâmica do inconsciente. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 1987. (Obras completas de C. G. Jung, v. 8).</em></p>



<p><em>JUNG, Carl Gustav. A prática da psicoterapia. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 2013. (Obras completas de C. G. Jung, v. 16).</em></p>



<p><em>SILVEIRA, Nise da. Imagens do Inconsciente. 6. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1997.</em></p>



<p><em>STAUB DE ÁVILA, Regina. A Descoberta do Si-Mesmo na Psicologia de C.G. Jung. 2. ed. São Paulo: Paulus, 1981.</em></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-canais-ijep"><strong>Canais IJEP:</strong></h2>



<figure class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://blog.sudamar.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1-1024x576.png" alt="" class="wp-image-10882" srcset="https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1-1024x576.png 1024w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1-300x169.png 300w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1-768x432.png 768w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1-150x84.png 150w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1-450x253.png 450w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>Pós-graduações&nbsp;</strong>– Certificado pelo MEC – 2 anos de duração- Psicologia Junguiana; Arteterapia e Expressões Criativas; Psicossomática;&nbsp;<strong>Matrículas abertas</strong>:&nbsp;<a href="http://www.ijep.com.br/">www.ijep.com.br</a></p>



<p><strong>Congressos Junguianos</strong>: Gravados e Online – Estude Jung de casa! Aulas com os Professores do IJEP:&nbsp;<a href="https://www.institutojunguiano.com.br/congressosjunguianos">https://www.institutojunguiano.com.br/congressosjunguianos</a></p>



<p><strong>YouTube</strong>&nbsp;<strong>IJEP</strong>:&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/@IJEPJung/videos">+700 vídeos de conteúdo junguiano</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="772" src="https://blog.sudamar.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-3-1024x772.png" alt="" class="wp-image-10924" style="width:674px;height:auto" srcset="https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-3-1024x772.png 1024w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-3-300x226.png 300w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-3-768x579.png 768w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-3-150x113.png 150w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-3-450x339.png 450w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-3.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>
<p>O post <a href="https://blog.ijep.com.br/reescrevendo-o-destino-a-transicao-de-carreira-na-meia-idade-como-expressao-do-daimon/">Reescrevendo o Destino: A Transição de Carreira na Meia Idade como Expressão do Daimon</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.ijep.com.br">Blog IJEP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
