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	<title>Arquivos extrovertido - Blog IJEP</title>
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	<description>Artigos do IJEP - Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa</description>
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	<title>Arquivos extrovertido - Blog IJEP</title>
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		<title>Tipos Psicológicos de Carl Gustav Jung</title>
		<link>https://blog.ijep.com.br/tipos-psicologicos-de-carl-gustav-jung/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Waldemar Magaldi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Mar 2022 14:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Personalidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Teoria de Carl Gustav Jung]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trabalho de pesquisa e de exploração do comportamento humano que Jung fazia, tanto da consciência quanto do inconsciente, nas relações com o meio exterior, permitiu-lhe perceber tipos diferentes de comportamento. Muitas vezes gerando desavenças e desentendimentos, não pelo princípio básico de um determinado assunto, mas pela forma de cada um agir e reagir frente [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O trabalho de pesquisa e de exploração do comportamento humano que <strong>Jung</strong> fazia, tanto da consciência quanto do inconsciente, nas relações com o meio exterior, permitiu-lhe perceber tipos diferentes de comportamento. Muitas vezes gerando desavenças e desentendimentos, não pelo princípio básico de um determinado assunto, mas pela forma de cada um agir e reagir frente ao tema ou, ao mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, <strong>Jung</strong> desenvolveu o estudo dos <strong>tipos psicológicos</strong>. Não como um quadro de referência classificatória e esteriotipante, mas como uma orientação para percebermos <strong>como as funções autorreguladoras da energia psíquica atuam compensatoriamente entre a consciência e o inconsciente.</strong> Sendo a função compensatória análoga à homeostase do organismo físico, mantendo e objetivando sempre o equilíbrio dinâmico da psique.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente, <strong>Jung</strong> percebeu <strong>dois grandes grupos de indivíduos</strong>, uns partiam de forma rápida e confiante aos <strong>estímulos externos</strong> e, outros hesitam, recuam, parecendo sentir <strong>receio em se relacionar com o externo</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-extrovertidos">Extrovertidos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro grupo era de pessoas muito adaptadas ao meio coletivo, mas com um grande subdesenvolvimento do plano individual, o qual ele denominou de <strong>extrovertidos</strong>, <strong>onde a energia fluí, sem maior dificuldade, na direção dos objetos.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-introvertidos">Introvertidos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo grupo era formado por indivíduos desadaptados ao meio, por serem mais individualistas apesar de terem desejos íntimos de viverem mais voltados para a coletividade, denominando-os <strong>introvertidos</strong>, <strong>onde o fluxo de energia recua diante dos objetos, pois estes parecem ameaçadores.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, visto no conjunto, todos os <strong>introvertidos</strong> tem um fluxo de energia <strong>extrovertida</strong> em seu inconsciente, da mesma forma que os <strong>extrovertidos</strong> possuem um fluxo de energia <strong>introvertida</strong>. Desta maneira, percebemos a circulação constante da energia, num caráter contínuo, inesgotável e compensatório. Sendo que o ego deve contemplar ambas as direções para que a totalidade do ser esteja plena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Posteriormente, <strong>Jung</strong> percebeu que existiam muitas outras variações dentro de cada um destes grandes grupos de atitudes típicas, pois dois indivíduos introvertidos poderiam divergir muito na forma de pensar. Assim <strong>Jung</strong> concluiu que a função psíquica, que cada indivíduo usava de maneira predominante e preferencial para lidar adaptativamente com o mundo externo, era o que os diferencia ainda mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São dois <strong>subgrupos</strong> que originam duas funções antagônicas cada, perfazendo-se um total de quatro funções de adaptação, onde reconhecemos o mundo exterior e, nos adaptamos a ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O primeiro subgrupo Jung denominou de racionais, que atuam ou na função pensamento ou na função sentimento. O segundo subgrupo são os empíricos, que atuam ou na função sensação / percepção ou na função intuição. </strong></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-funcao-principal">Função principal</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Todos nós possuímos as quatro funções,</strong> porém uma delas vai se apresentar mais atuante e desenvolvida, por ser mais próxima da consciência. A esta função chamamos de <strong>função principal.</strong> </p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-funcao-inferior">Função inferior</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em oposição à função principal, temos a função inferior. <strong>A função inferior está muito mais próxima do inconsciente, vindo muitas vezes junto com as projeções da sombra e sendo grande auxiliar no processo analítico &#8211; pois irá fazer a ponte entre o consciente e o inconsciente. </strong></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-funcoes-auxiliares">Funções auxiliares</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As outras duas funções são chamadas de auxiliares, com menor grau de diferenciação que a função principal.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-existe-desta-forma-a-possibilidade-de-8-tipos-de-funcoes-principais" style="font-size:18px">Existe, desta forma, a possibilidade de 8<strong> tipos de funções principais</strong>.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao conhecermos a função principal de um indivíduo imediatamente saberemos qual é a sua função inferior, por estar em oposição a ela. Assim, se um indivíduo for sensação extrovertida sua função inferior será intuição introvertida. Isto nos dá uma cruz, onde as funções auxiliares serão o sentimento e o pensamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Combinado com as fuções auxiliares, chegamos a 64 possíveis combinações.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-tipos-psicologicos">Tipos psicológicos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com o conhecimento de cada<strong> tipo psicológico</strong> poderemos perceber como o indivíduo estabelece as relações com o meio e, ajudá-lo a diminuir a carga de energia investida na <strong>função principal</strong>, para permitir que as funções auxiliares e até a função inferior contribuam com a totalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim não acontecerá a extrema diferenciação de um determinado tipo e função no ego, mas o rebaixamento desta, permitindo a percepção dos seus pares complementares mais <strong>inconscientes</strong>. Sendo a adaptação um mecanismo psíquico extremamente importante para equilibrar fatores internos e externos. Porém, devemos distinguir a adaptação do conformismo, da normose ou da normopatia. Pois a adaptação é um mecanismo psíquico muito importante para o processo de <strong>individuação</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-adaptacao-ao-meio">Adaptação ao meio</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para <strong>Jung</strong>, a falha na adaptação é um sintoma da <strong>neurose</strong>. Pois ela é responsável em conciliar as demandas tanto do mundo interno quanto do mundo externo, que podem fazer solicitações completamente antagônicas, gerando muita tensão e angústia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, para o <strong>ego heróico</strong>, muitas vezes a adaptação vira normopatia, deixando o indivíduo fixado. Desta forma, no início da análise, muitas vezes acontece uma espécie de destruição desta adaptação estagnaste que a pessoa construiu, na maioria das vezes, por meio dos mecanismos de gratificação e recompensa social e cerebral, deixando de lado o <strong>Self</strong>.</p>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph"><strong><a href="Autor: Waldemar Magaldi">Autor: Waldemar Magaldi</a></strong></p>
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