<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos pombagira - Blog IJEP</title>
	<atom:link href="https://blog.ijep.com.br/tag/pombagira/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://blog.ijep.com.br/tag/pombagira/</link>
	<description>Artigos do IJEP - Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa</description>
	<lastBuildDate>Tue, 19 Nov 2024 18:19:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2022/03/cropped-logo-ijep-32x32.png</url>
	<title>Arquivos pombagira - Blog IJEP</title>
	<link>https://blog.ijep.com.br/tag/pombagira/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>O ARQUÉTIPO DA POMBAGIRA E A SOMBRA DO FEMININO COMO SAGRADO</title>
		<link>https://blog.ijep.com.br/o-arquetipo-da-pombagira-e-a-sombra-do-feminino-como-sagrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Itala Resende Carvalhal]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 21:47:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquétipos]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[feminino]]></category>
		<category><![CDATA[pombagira]]></category>
		<category><![CDATA[umbanda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.sudamar.com.br/?p=9683</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#8220;E eu achei uma coisa mais amarga do que a morte, a mulher cujo coração são laços e redes, e cujas mãos são grilhões; quem agradar a Deus escapará dela; mas o pecador virá a ser preso por ela’’.&#8221;(Eclesiastes 7:26) Nesse artigo, veremos como o arquétipo da Pombagira reflete a sombra coletiva do feminino no [...]</p>
<p>O post <a href="https://blog.ijep.com.br/o-arquetipo-da-pombagira-e-a-sombra-do-feminino-como-sagrado/">O ARQUÉTIPO DA POMBAGIRA E A SOMBRA DO FEMININO COMO SAGRADO</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.ijep.com.br">Blog IJEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;<em>E eu achei uma coisa mais amarga do que a morte, a mulher cujo coração são laços e redes, e cujas mãos são grilhões; quem agradar a Deus escapará dela; mas o pecador virá a ser preso por ela’’</em>.&#8221;(Eclesiastes 7:26)</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-nesse-artigo-veremos-como-o-arquetipo-da-pombagira-reflete-a-sombra-coletiva-do-feminino-no-sagrado-representando-uma-parte-reprimida-e-projetada-do-inconsciente-como-uma-imagem-simbolica-da-demonizacao-e-castracao-da-mulher" style="font-size:17px"><strong>Nesse artigo, veremos como o arquétipo da Pombagira reflete a sombra coletiva do feminino no sagrado, representando uma parte reprimida e projetada do inconsciente como uma imagem simbólica da demonização e castração da mulher.</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">As religiões patriarcais contribuíram e ainda contribuem para a visão machista que a sociedade tem sobre as mulheres. Em uma sociedade machista e patriarcal, não é de se espantar que a cultura cristã apenas aceite como manifestação divina do feminino o arquétipo da mulher virgem, imaculada e maternal e, ainda assim, renegada à um papel secundário e submisso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, nem sempre foi assim. Os povos primitivos além de pacíficos, viviam em sociedades equitativas, onde homens e mulheres ocupavam importantes posições sociais. Embora fossem cultuadas divindades masculinas e femininas, nessas sociedades a mulher representava o poder central e o feminino, como o poder de dar e manter a vida, era considerado o mais elevado (Cf. CAMPBELL, 1997, pg. 12).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o Cristianismo tivemos uma das principais mudanças nessa dogmática, trazendo a imagem de um Deus masculino, um Pai criador de homens à sua imagem e semelhança, com a ideia de soberania da masculinidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relato da criação que todos conhecemos de Adão e Eva, trazida pelo <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%AAnesis">Livro do Gênesis</a>&nbsp;da&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/B%C3%ADblia_hebraica">Bíblia Hebraica</a>, demonstra bem o papel dado para as mulheres, como um ser inferior e submisso ao homem, sendo criada de sua costela para lhe fazer companhia e, ainda, de perigosa e pecadora, sendo Eva a que seduziu e fez Adão pecar, causando a expulsão do paraíso. A mulher não ser criada diretamente de Deus, assim como o homem, faz com que ela possua uma imperfeição inerente e originária.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-com-o-fim-da-era-matriarcal-a-mulher-passou-a-ocupar-um-lugar-de-sombra-no-sagrado-e-a-representacao-que-a-sociedade-passa-a-ter-da-mulher-e-negativa-e-sombria" style="font-size:17px">Com o fim da era matriarcal, a mulher passou a ocupar um lugar de sombra no sagrado e a representação que a sociedade passa a ter da mulher é negativa e sombria.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe a ele, homem, criatura diretamente criada por Deus, encarnar o bem, e a mulher, criatura submissa, pecadora, assumir o papel de demoníaca. A mulher passa então a ser definida em função dos valores masculinos, e toda sua validade social é vista em função dos papéis que lhe são impostos pela sociedade machista e patriarcal. A sexualidade da mulher também passa a ser experimentada dentro deste contexto de posse e submissão.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-jung-sempre-transgressor-em-fundamentos-da-psicologia-analitica-conferencias-ja-destacava-a-ausencia-do-papel-feminino-na-religiao-crista" style="font-size:17px">Jung, sempre transgressor, em <strong>Fundamentos da Psicologia Analítica</strong> (conferências), já destacava a ausência do papel feminino na religião cristã:</h2>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Por exemplo, todos sabemos que o paraíso cristão é masculino, sendo que aí o elemento feminino é tão-somente tolerado. A Mãe de Deus não é divina; é apenas arqui-santa; intercede por nós junto ao trono de Deus, mas não participa da divindade, nem pertence à Trindade. </p><cite>(1996, pg.92)</cite></blockquote></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Também em <em>Psicologia e Religião</em> ele traz o caráter exclusivamente masculino da Trindade, um dos principais símbolos do cristianismo, e destaca que não é difícil adivinhar as consequências espirituais deste simbolismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabemos que no inconsciente pessoal, além dos complexos, encontramos a sombra, que é composta de conteúdos reprimidos, negados ou não reconhecidos pelo ego, ou seja, aquelas características que não nos orgulhamos, a parte oculta ou desfavorável da nossa personalidade. Entretanto, a sombra é uma parte viva em nós e fará de tudo para se manifestar, por isso, se não integrada, encontrará uma forma de se projetar no mundo.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-projecao-leva-o-individuo-ou-a-coletividade-a-ver-no-outro-tais-aspectos-reprimidos-procurando-ver-o-mal-fora" style="font-size:17px"><strong>A projeção leva o indivíduo ou a coletividade a ver no outro tais aspectos reprimidos, procurando ver o &#8220;mal&#8221; fora</strong>.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando projetada na coletividade, a sombra representa aquilo que uma cultura rejeita, como a liberdade sexual e a independência feminina. Assim, o feminino profano surge em oposição a mulher idealizada e angelical. Nesse contexto, o arquétipo da Pombagira pode ser visto como a personificação dessa sombra coletiva feminina, emergindo como uma imagem que assusta e fascina, levando a sociedade a confrontar seus paradigmas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sexualidade ainda é &#8220;demonizada&#8221; por grande parte das religiões e da sociedade, que acatam apenas a imagem da mulher imaculada, pura, virgem e submissa como ideal da &#8220;santa&#8221; e oposto da &#8220;puta&#8221;. E assim, arquétipos como de Lilith, Astarte, Asherat e Pombagira são criados, sendo considerados como &#8220;mulheres demônio&#8221;, &#8220;encarnações do mal&#8221; e levianas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Umbanda, a entidade espiritual conhecida como Pombagira e que se manifesta incorporada em seus médiuns está fundamentada em um arquétipo desenvolvido a partir da entidade Bombogira, originária doscultos angolo-congoleses <em>aos </em>Inquices (divindades da cultura bantu). A Pombagira também é conhecida como a contraparte feminina de Exu, atuando como mensageira junto aos Orixás, e como guardiões, principalmente do sagrado feminino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acredita-se que as primeiras manifestações das Pombagiras são anteriores à fundação da própria Umbanda pelo médium Zélio de Moraes e que ocorriam esporadicamente nas chamadas ‘’macumbas’’ do Rio de Janeiro. Assim, de repente a sociedade da época se viu diante de manifestações de espíritos femininos que se apresentavam de forma sensual, altiva e independente, causando, como ainda hoje, muito interesse, fascinação e preconceitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Pombagira é uma entidade religiosa que bebe, fuma, dança, rebola, gargalha alto, transgredindo o que a sociedade sempre reprimiu na mulher, que deve ser recatada. É uma entidade espiritual que representa um feminino transgressor e poderoso, que ensina as mulheres a recuperarem a sua autoestima e poder pessoal.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-e-um-arquetipo-que-evoca-aspectos-do-feminino-que-confrontam-as-normas-impostas-pela-sociedade-e-religioes-patriarcais-revelando-um-lado-do-sagrado-reprimido-e-marginalizado-da-psique-coletiva" style="font-size:17px"><strong>É um arquétipo que evoca aspectos do feminino que confrontam às normas impostas pela sociedade e religiões patriarcais, revelando um lado do sagrado reprimido e marginalizado da psique coletiva</strong>.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O feminino como sagrado foi calado e a Umbanda, ao permitir a manifestação das Pombagiras traz um resgate, permitindo que seja estabelecido um sagrado feminino, que proporciona uma reflexão sobre o papel da mulher em contraposição a cultura machista e sexista da base patriarcal judaico-cristã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A rejeição e demonização da Pombagira, como um arquétipo sagrado representando um feminino livre das regras moralizantes do pensamento cristão, reflete a projeção da sombra coletiva que enxerga como mal, demoníaca, vulgar e vagabunda a mulher livre, sensual e altiva.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-pombagira-representa-a-mulher-em-sua-potencia-maxima-de-liberdade-autoconfianca-empoderamento-consciente-e-dona-do-seu-corpo-e-sexualidade" style="font-size:17px">A Pombagira representa a mulher em sua potência máxima de liberdade, autoconfiança, empoderamento, consciente e dona do seu corpo e sexualidade.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Pombagira vai além do seu papel religioso, pois o seu culto e fortalecimento tem a função de perturbar e ampliar a consciência egóica do patriarcado, auxiliando na integração da sombra do feminino como sagrado e fortalecendo o feminino como um todo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados da Agência Brasil a cada 24 horas, ao menos oito mulheres são vítimas de violência, portanto, em um momento social tão delicado, onde assistimos o aumento assustador de cada vez mais diversas formas de violência contra a mulher, se faz necessário questionar o papel ao qual somos historicamente submetidas e a religião é uma ferramenta importante, pois é capaz de influenciar a visão que temos de diversos aspectos determinantes da sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas manifestações da Pombagira temos a mulher em sua potência máxima, confrontando toda essa opressão imposta a nós mulheres, para mostrar que somos sim, mães, santas, sensuais, donas de nosso corpo, cientes do nosso poder. Através da sua manifestação nos terreiros de Umbanda podemos sentir e ouvir o grito das mulheres que ela habita e integrar a sombra que patriarcado impõe ao feminino.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-arquetipo-da-pombagira-e-o-feminino-sagrado-quando-analisados-pela-psicologia-junguiana-revelam-se-como-importantes-simbolos-de-liberdade-e-transgressao-para-a-psique-feminina" style="font-size:17px">O arquétipo da Pombagira e o feminino sagrado, quando analisados pela psicologia junguiana, revelam-se como importantes símbolos de liberdade e transgressão para a psique feminina.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a Pombagira assume um papel libertador que vai além do campo religioso, nos ensinando que somos donas do nosso corpo e destino, carregando um simbolismo que não apenas transgride, mas também ajuda a curar as dores e os estigmas de muitas gerações de mulheres abusadas e marginalizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Salve as moças!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px"><em>Artigo baseado na minha monografia em Especialização em Psicologia Junguiana.</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ARTIGO NOVO: O ARQUÉTIPO DA POMBAGIRA E A SOMBRA DO FEMININO COMO SAGRADO" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/qxISdPSPZjE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Itala Resende – Membro Analista em Formação pelo IJEP</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://blog.sudamar.com.br/author/simonemagaldi/">Dra. E. Simone Magaldi – Membro Didata do IJEP</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-referencias" style="font-size:16px"><strong>REFERÊNCIAS</strong>:</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">-CAMPEBELL, Joseph<em>. Et al</em>. <em>Todos os Nomes da Deusa</em>. Edição Digital. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 1997.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">&#8211; CURMINO, Alexândre. <em>Pombagira a Deusa</em>: Mulher Igual Você. 03ª Edição. São Paulo: Madras, 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">&#8211; JUNG, Carl Gustav. <em>Psicologia e Religião. </em>Edição Digital. Petrópolis: Vozes, 1978</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">____________ <em>Fundamentos da Psicologia Analítica</em>. 07ª Edição. Petrópolis: Vozes 1996.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">____________ <em>A Natureza da Psique</em>. <a>Edição digital. Petrópolis: Vozes</a>, 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">____________ <em>Memórias, Sonhos, Reflexões</em>. 31ª Edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">____________ <em>O Eu e o Inconsciente. </em>27ª Edição. <a>Petrópolis: Vozes, 2021</a>a.<a></a></p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">____________ <em>Psicologia do Inconsciente</em>. 24ª Edição. Petrópolis: Vozes, 2021b.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">&#8211; MAGALDI, Waldemar (Org). <em>Fundamentos da Psicologia Analítica</em>. São Paulo: Eleva Cultural, 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">&#8211; MENEZES, Nilza. <em>Arreda homem Que aí vem mulher. </em>01ª Edição. São Paulo: Fortune, 2009.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">&#8211; MURDOCK, Maureen, <em>A Jornada da Heroína: </em>A busca da mulher para se reconectar com o feminino. 1ª Edição. Rio de Janeiro: Sextante, 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">&#8211; PEIXOTO, Norberto. <em>Iniciando na Umbanda</em>: A Psicologia dos Orixás e dos Cristais<em>. </em>03ª Edição. Porto Alegre: Legião Publicações, 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">&#8211; SARACENI, Rubens. <em>Orixá Pombagira:</em> Fundamentação do Mistério na Umbanda. 07ª Edição. São Paulo: Madras, 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">&#8211; SIMAS, Luiz Antônio. <em>O Corpo Encantado das Ruas. </em>1ª Edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">&#8211; ZWEIG,<a href="https://www.estantevirtual.com.br/livros/connie-zweig-e-jeremiah-abrams-orgs-">Connie; ABRAMS Jeremiah (Org).</a><em>Ao Encontro da Sombra</em>. Edição digital. São Paulo: Cultrix, 2005.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px"></p>
<p>O post <a href="https://blog.ijep.com.br/o-arquetipo-da-pombagira-e-a-sombra-do-feminino-como-sagrado/">O ARQUÉTIPO DA POMBAGIRA E A SOMBRA DO FEMININO COMO SAGRADO</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.ijep.com.br">Blog IJEP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
