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	<title>Arquivos tamara - Blog IJEP</title>
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	<description>Artigos do IJEP - Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa</description>
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	<title>Arquivos tamara - Blog IJEP</title>
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	<item>
		<title>Artemis, Emma, Tamara e muitas outras mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciana Gimenes Branco]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 16:29:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mitologia e Símbolos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trecho de carta de Emma Jung para Neumman, apresentado pela analista junguiana e professora Cris Guarnieri em aula, não parou de ecoar em mim. Emma diz suspeitar que toda mulher contém um componente não relacional, ao qual chamou de componente Artemis. Ao observar experiências de mulheres contemporâneas a mim e as minhas próprias experiências, encontro exemplos que ampliam e confirmam a suspeição de Emma.</p>
<p>O post <a href="https://blog.ijep.com.br/artemis-emma-tamara-e-muitas-outras-mulheres/">Artemis, Emma, Tamara e muitas outras mulheres</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.ijep.com.br">Blog IJEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px"><strong>RESUMO: </strong>O trecho de carta de Emma Jung para Neumman, apresentado pela analista junguiana e professora <a href="https://blog.ijep.com.br/author/cristinaguarnieri/">Cris Guarnieri</a> em aula, não parou de ecoar em mim. Emma diz suspeitar que toda mulher contém um componente não relacional, ao qual chamou de componente Artemis. Ao observar experiências de mulheres contemporâneas a mim e as minhas próprias experiências, encontro exemplos que ampliam e confirmam a suspeição de Emma.</p>



<h2 id="h-cenas-reais-e-contemporaneas-me-interessam" class="wp-block-heading" style="font-size:18px">Cenas reais e contemporâneas me interessam.</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">Os filhos viajaram com o pai e a mulher revela a amiga, num riso um tanto perverso, que ficar em casa sozinha é o que entende, agora, como “férias de luxo”. A amiga, que trabalha com viagens de alto padrão, concorda sem hesitar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">A mãe chama uma reunião com os filhos 40+, depois que um deles, após uma separação, voltou a morar com ela. A matriarca anuncia que está disposta a colaborar com todos ao longo da vida, mas que ninguém mais, depois da recente experiência, pode voltar a morar na casa dela.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">Às vésperas de completar 50 anos, amigas imaginam uma viagem de bicicleta pelo sul da França em comemoração. Uma delas, enfática, busca logo influenciar a turma: “Sem maridos e filhos, né?!”. A concordância é geral em meio a risos, que avançam para a sugestão à beira do inconfessável: “para a festa em família, um bolinho e brigadeiro tá ótimo!”.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">Projeções do banco Morgan Stanley revelam que 45% das mulheres entre 25 e 44 anos serão solteiras até 2030 — a maior porcentagem da história.&nbsp;Muitas, por opção.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">Enxergadas com lentes de um passado recente, tais cenas, declarações e dados podem ser compreendidos com uma perspectiva de fracasso da ideia de um feminino estruturalmente criado para as relações, especialmente, as relações familiares.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">A perspectiva junguiana, porém, nos convida para mergulhar neste fenômeno emergente com as lentes do que o poeta e dramaturgo francês Antonin Artaud chamou de &#8220;os inumeráveis estados do ser&#8221;, expressão replicada pela psiquiatra brasileira Nise da Silveira como convite a enxergar de forma não patologizante as infinitas possibilidades de experiências psíquicas do ser humano. Podemos ser muitas.</p>



<h2 id="h-em-marco-de-1950-em-carta-a-neumann-emma-jung-afirma" class="wp-block-heading" style="font-size:18px">Em março de 1950, em carta a Neumann, Emma Jung afirma:</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-plain is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px"><em>“Em minha opinião, toda mulher tem um elemento dentro de si que talvez possa ser chamado de componente Artemis: algo natural, livre, algo que deseja não ser relação – ser suficiente para si mesma, algo que deseja não ser nem filha, nem esposa, nem mãe. Na maioria das vezes isso é muito oculto e inconsciente, porque, conscientemente, as mulheres são, na maioria das vezes, completamente voltadas para o relacionamento: mas estou convencida de que, em algum grau, isso está presente em todas”.</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px"><strong>Artemis</strong> – Filha de Zeus e Leto, irmã gêmea de Apolo, nasceu em uma terra suspensa (nem ilha, nem continente) para que sua mãe pudesse estar protegida da vingança de Hera. Assim que nasceu, já auxiliou a mãe no parto de seu irmão gêmeo.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">Aos três anos, sentada no colo do pai, pediu para conceder-lhe seis desejos: manter-se sempre virgem; ter muitos nomes para diferenciá-la de seu irmão Apolo; ser a portadora da luz; ter um arco e flecha; uma túnica na altura do joelho para que ela pudesse caçar e ter sessenta &#8220;filhas&#8221;, todas com nove anos de idade conhecidas como &#8220;as caçadoras de Ártemis&#8221;, para ser uma de suas companheiras, a ninfa, mortal, ou semideusa deverá fazer um voto de castidade eterno com a própria Ártemis, assim ganhando a imortalidade e a benção da deusa.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">Ela desejou não ter nenhuma cidade dedicada a ela, mas para governar as montanhas e ter a capacidade de ajudar as mulheres em dores de parto.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px"><strong>A sensação de ser um erro</strong> – Sejam nas cenas contemporâneas narradas, nos dados de pesquisas, na carta de Emma a Neumann ou no mito de Artemis, parece que algo está fora do lugar quando uma mulher escolhe estar só. Soa como rebeldia.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">A velejadora Tamara Klink levou essa experiência ao extremo, ao se propor uma invernagem no Ártico. A jovem com então 26 anos, partiu da Europa em seu barco batizado de Sardinha 2 e passou oito meses a bordo, quatro deles, presa no mar congelado da Groenlândia sem contato com nenhum ser humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">No recém-lançado “Bom dia, inverno”, Tamara descreve experiências psíquicas que podem ser ampliadas como um sonho compensatório da psique feminina para a integração deste componente inconsciente proposto por Emma Jung.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-plain is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow" style="font-size:18px">
<p class="wp-block-paragraph"><em>“Acabou o estado permanente de dúvida. Não preciso justificar para mais ninguém o desejo inexplicável de estar aqui. Não preciso de mais conselhos, não tenho que tranquilizar os outros. Cheguei. Estou cercada apenas por pedras, gelo e rastros de animais — todos igualmente perigosos para qualquer bípede sem pelos como eu. Meu gênero não é mais um multiplicador de perigos. Grito o mais alto que posso, sem medo de incomodar os outros. Fico acordada a noite toda procurando constelações. Caminho até as pernas doerem. Parei de tentar parecer alguma coisa para, simplesmente, ser” (Bom dia, Inverno, p. 68)</em></p>
</blockquote>



<h2 id="h-a-versao-brasileira-de-artemis-que-atende-pelo-sobrenome-klink-segue-em-reflexoes-possiveis-para-quem-ousa-experimentar-a-vida-de-uma-forma-singular" class="wp-block-heading" style="font-size:18px">A versão brasileira de Artemis que atende pelo sobrenome Klink segue em reflexões possíveis para quem ousa experimentar a vida de uma forma singular:</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-plain is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px"><em>“Não imaginei que me sentiria completa sozinha. Que, no escuro, encontraria beleza. Que encontraria nos perigos a liberdade. O acidente com o gelo podre me fez recordar que a vida só existe com o corpo. E entender como ela é frágil nos ensina a amá-la. Pois o amor não está em prêmios, objetos, prestígio, números numa conta, listas de países viajados. Ele mora nas sensações”. (Bom dia, Inverno, p. 195)</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px"><strong>Integração</strong> &#8211; Quando Artemis pede a Zeus muitos nomes, para diferenciá-la de seu irmão Apolo, estaria ela pedindo a possibilidade de existir de muitas formas? Quando pede um arco e flexa e uma túnica na altura do joelho para que pudesse caçar, estaria ambicionando a autonomia pela própria sobrevivência?</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">Quando Emma Jung trata de animus em seu <em>Animus e Anima</em>, busca explicar que a integração deste aspecto inconsciente masculino é fundamental para o encontro da espiritualidade feminina. Ela diz que quando o logos da mulher está ordenado no ser e na vida da mulher, é possível que uma ação conjunta e harmônica possa existir sem que nenhuma parte seja relegada à sombra.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-plain is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px"><em>“Uma primeira etapa no caminho para isso significa, como foi dito, a retirada da projeção, em que esta é reconhecida como tal e desligada de seu objeto; portanto, um primeiro ato da diferenciação que, parecendo tão simples, representa ainda assim um encargo pesado e muitas vezes uma renúncia dolorosa. Por meio dessa retirada da projeção, reconhecemos que não temos que lidar com algo que está fora de nós, mas com uma grandeza interior, e nos vemos diante da tarefa de aprender a conhecer a natureza e a atuação dessa grandeza, desse ‘homem em nós’, para depois podermos, mais uma vez, diferenciá-lo de nós mesmas.</em></p>
</blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-plain is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph" id="h-quando-nao-se-faz-isso-tornamo-nos-iguais-ao-animus-ou-somos-possuidas-por-ele-um-estado-que-produz-os-efeitos-mais-funestos" style="font-size:18px"><em>Quando não se faz isso, tornamo-nos iguais ao animus ou somos possuídas por ele, um estado que produz os efeitos mais funestos.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px"><em>Pois quando o feminino é assim dominado pelo animus e forçado para o segundo plano, surgem facilmente depressões, insatisfação geral, perda da sensação de vida, sintomas compreensíveis para o fato de que uma metade da personalidade tem sua vida quase roubada pela usurpação do animus”. (Animus e Anima, p. 30)</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">A integridade em uma mulher contemporânea pode ainda ser vista com estranhamento para alguns, mas planta a semente de um mundo bastante novo, no qual o homem precisará também buscar sua integridade psíquica, seu feminino, por assim dizer, a fim de que, sem projeções, possam surgir relacionamentos com respeito à alteridade. Encontros de duas laranjas inteiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px"><strong>Da solidão</strong> – No ensaio “Da formação da personalidade” (OC 17), Jung aborda que o caminho a ser percorrido, necessariamente, passa pela diferenciação da massa, pelo estranhamento, pelo o que podemos chamar de solidão.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-plain is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px"><em>“A expressão: ‘Muitos são os chamados, e poucos os escolhidos’, é válida neste caso como em nenhum outro, pois o desenvolvimento da personalidade, desde seu começo até à consciência completa, é um carisma e ao mesmo tempo uma maldição: como primeira consequência, o indivíduo, de maneira consciente e inevitável, se separa da grande massa, que é indeterminada e inconsciente. Isto significa isolamento, e para indicá-lo não existe nenhuma palavra mais consoladora. Nada evita isto, nem a adaptação bem-sucedida, nem mesmo a incorporação sem o menor atrito ao meio ambiente, nem a família, nem a sociedade, nem a posição social. O desenvolvimento da personalidade é uma tal felicidade que se deve pagar por ela um preço elevado. Fala-se muito no desenvolvimento da personalidade, mas pensa-se pouco nas consequências, as quais podem atemorizar profundamente os espíritos dotados de menos vigor”. (OC 17 § 294/295)</em></p>
</blockquote>



<h2 id="h-como-consolo-ao-que-pode-parecer-estranho-e-ameacador-jung-aponta-o-desenvolvimento-da-personalidade-encerra-mais-do-que-o-simples-temor-de-algo-monstruoso-e-anormal-ou-do-isolamento-indica-tambem-fidelidade-a-sua-propria-lei-oc-17-295" class="wp-block-heading" style="font-size:18px">Como consolo ao que pode parecer estranho e ameaçador, Jung aponta: “<strong>O desenvolvimento da personalidade encerra mais do que o simples temor de algo monstruoso e anormal ou do isolamento, indica também: fidelidade à sua própria lei</strong>”. (OC 17 § 295)</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">Ao longo do período em que ficou no Ártico, após o completo isolamento, Tamara fez amizades com diversos pescadores e caçadores locais. E parece que, após a invernagem, ao integrar seu masculino em si, por meio desta experiência radical, pode enxergar de forma compassiva o que pode faltar também no outro. Assistindo a um filme com alguns amigos feitos na expedição, ela acolhe:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-plain is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px"><em>“No filme, os homens fortes isolados no gelo sonham com as mulheres que deixaram para trás. Pode parecer frio, e deve ser, mas não sinto o mesmo. Não gostaria de ter que esperar por alguém meses a fio. E penso que, se soubessem como me sinto bem comigo mesma, eles talvez digam que enlouqueci”. (Bom dia, Inverno, p. 228)</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">O inverno acabou, Tamara – certamente não a mesma – retornou a família, ao namorado, à querida e ousada avó. E espalha, como quem enxergou (e viveu) muito além das convenções, sementes de integridade para mulheres e homens. Espalha críticas a uma sociedade adoecida pelo consumo, pelo plástico. Espalha a certeza de que é mesmo possível ter férias sozinha em casa e que talvez, felicidade mesmo, só exista após a solidão escolhida e saboreada.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-plain is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px"><em>“Desde pequena, a gente aprende que ficar sozinha é ruim — mas essa é a escolha das bruxas que usam a vassoura para voar, não para varrer. Se muitas pessoas dependem dos seus cuidados, finjam que morreram e se afastem por um mês. Uma solidão voluntária, querida. Solidão escolhida, não a imposta, virtual, acidental, na qual nos sentimos carentes, abandonadas, exaustas em meio aos outros. A solidão que nos liberta, que nos abriga, que nos aproxima de nós mesmas. Solidão escolhida é amor-próprio”. (Bom dia, Inverno, p. 70)</em></p>
</blockquote>



<h2 id="h-la-do-amor-proprio-de-tamara-parece-que-so-brota-poesia" class="wp-block-heading" style="font-size:18px">Lá do amor-próprio de Tamara, parece que só brota poesia.</h2>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-plain is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px"><em>“Inverno, amo você. Adoro suas cores, seu silêncio, adoro quem sou quando estamos a sós. Amo a liberdade que você me dá, a força que me faz sentir, a alegria, o medo e a coragem que redescobri graças a você. Adoro ser apenas um ser vulnerável, sedenta por continuar vivendo, apesar de todos os limites que você me impõe, de todo o mal que me faz sem eu perceber”. (Bom dia, Inverno, p. 230)</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px"><strong><a href="https://blog.ijep.com.br/author/luciana-branco/">Luciana Branco &#8211; Analista em formação IJEP</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px"><strong><a href="https://blog.ijep.com.br/author/waldemarmagaldi/" data-type="link" data-id="https://blog.ijep.com.br/author/waldemarmagaldi/">Waldemar Magaldi Filho &#8211; Analista Didata IJEP</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vídeo de apresentação:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-9-16 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



<h2 id="h-referencias" class="wp-block-heading" style="font-size:20px"><strong>Referências</strong>:</h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="h-klink-tamara-bom-dia-inverno-1º-edicao-sao-paulo-editora-companhia-das-letras-2026">KLINK, Tamara. <em>Bom dia, inverno </em>1º edição. São Paulo. Editora Companhia das Letras, 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="h-jung-emma-animus-e-anima-2ª-edicao-sao-paulo-editora-cultrix-2020">JUNG, Emma. <em>Animus e Anima</em> 2ª edição. São Paulo. Editora Cultrix, 2020</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="h-jung-c-g-desenvolvimento-da-personalidade-o-c-17-9ª-edicao-petropolis-editora-vozes-2012">JUNG, C.G.<em> Desenvolvimento da Personalidade O/C 17.</em> 9ª edição. Petrópolis: Editora Vozes, 2012.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.ijep.com.br">www.ijep.com.br</a></p>
<p>O post <a href="https://blog.ijep.com.br/artemis-emma-tamara-e-muitas-outras-mulheres/">Artemis, Emma, Tamara e muitas outras mulheres</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.ijep.com.br">Blog IJEP</a>.</p>
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