<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos abuso sexual - Blog IJEP</title>
	<atom:link href="https://blog.ijep.com.br/tag/abuso-sexual/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://blog.ijep.com.br/tag/abuso-sexual/</link>
	<description>Artigos do IJEP - Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa</description>
	<lastBuildDate>Wed, 07 Jun 2023 19:40:07 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2022/03/cropped-logo-ijep-32x32.png</url>
	<title>Arquivos abuso sexual - Blog IJEP</title>
	<link>https://blog.ijep.com.br/tag/abuso-sexual/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Mulher abusada, violentada e sofrida</title>
		<link>https://blog.ijep.com.br/mulher-abusada-violentada-e-sofrida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Magaldi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2019 22:39:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria de Carl Gustav Jung]]></category>
		<category><![CDATA[abuso sexual]]></category>
		<category><![CDATA[carl jung]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[misoginia]]></category>
		<category><![CDATA[mulher abusada]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia analítica]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia junguiana]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.sudamar.com.br/?p=5856</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quantas vezes mais teremos que resgatar a menina abusada, violentada e sofrida que habita na alma de tantas mulheres?Tema recorrente nos consultórios, parece que a história das mulheres tem um pano de fundo sempre o mesmo, tão terrível e perverso que embora encoberto machuca e corrói sem se mostrar por toda a vida.O complexo está [...]</p>
<p>O post <a href="https://blog.ijep.com.br/mulher-abusada-violentada-e-sofrida/">Mulher abusada, violentada e sofrida</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.ijep.com.br">Blog IJEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Quantas vezes mais teremos que resgatar a menina abusada, violentada e sofrida que habita na alma de tantas mulheres?<br>Tema recorrente nos consultórios, parece que a história das mulheres tem um pano de fundo sempre o mesmo, tão terrível e perverso que embora encoberto machuca e corrói sem se mostrar por toda a vida.<br>O complexo está ali, latente, machucando, fazendo a menina, a jovem a mulher insegura, temente, carente, tropeçando na vida, no trabalho sem se dar conta do que tanto fere. Às vezes um evento qualquer aciona o marcador somático, aquilo que conscientemente nem sabemos, mas que está associado ao abuso e quando acontece dispara o alarme e entramos na zona de estresse. Volta um mal-estar, medo, pavor. A reação inesperada parece um pânico, gera muitas vezes uma agressividade descabida, outras uma fuga e ainda um isolamento. Seja o que for atrapalha nossa vida, nossos relacionamentos, nossa vida amorosa, nossa segurança, nossa confiança e nosso autoconhecimento.<br>Não há formula para se lidar com isso, cada caso é um caso, como dizia Jung. Não há teoria para todas as pessoas, cada alma carrega sua ferida e deve ser acolhida com a generosidade que o momento pede.<br>Mas por que são tão comuns o abuso e a violência contra o feminino? Por que a menina e a jovem possuem menos valia? Ao olhar a filha, a irmã, a sobrinha o que passa na cabeça de tantos homens já que são eles os maiores abusadores e violentadores? Claro que padrastos são os primeiros da lista. Mas o que dizer da omissão do olhar e do cuidado das mães com as filhas abusadas?<br>Hoje já encontramos diversos casos de avôs que abusaram das filhas e repetem o caso com suas netas. Como conseguem perpetuar o ato? Qual o papel da avó e da mãe nesta saga cruel? Em que momento o risco de expor a criança ao &#8220;lobo mau&#8221; foi esquecido? E por que?<br>Muitas mulheres dirão que não sabiam. Não lembravam. Mas o inconsciente sabia. Isso em relação ao pai que abusou da filha e volta a abusar da neta. E as mães que tem suas filhas abusadas por anos pelo marido e dizem que não sabiam? Como não perceber a mudança no comportamento, no corpo da filha, e tantas outras pistas que se avolumam com o passar dos anos.&nbsp;<br>O que faz a perversidade do &#8220;lobo mau&#8221; devorar a &#8220;vovozinha&#8221; para seduzir a &#8220;Chapeuzinho Vermelho&#8221; e meter tanto pavor que faz as mães se tornarem cegas, mudas e surdas?<br>O que traz a mulher no inconsciente coletivo como imagem do masculino que causa tanto medo que não se opõe, não o denuncia, e com isso perpetua a Imagem Arquetípica do homem com total poder sobre o corpo da mulher?<br>O problema é quando algumas mulheres conseguem forças para se opor o fazem de maneira tão violenta que, tomadas pelo Animus, de maneira absolutamente negativa, se tornam agressivas e masculinizadas, negando, assim, totalmente, o feminino. A consequência são as doenças psicossomáticas associadas a essa atitude, cristalizando os pontos de estresse nos órgãos femininos: mamas, ovários e útero. Sem considerarmos outras doenças também como artrite reumatoide etc. Os homens ficam com mais raiva das mulheres e ninguém ganha nada com isso. O feminino é água e não pedra.<br>O caminho não é reagir com as armas do masculino mas procurar no âmago do feminino as armas de combate.<br>Os homens são filhos de mulheres. As mães educam seus filhos. Se são machistas e desvalorizam o feminino a grande parcela de culpa está na base de educação que receberam. Sabemos que nossa sociedade atual é patriarcal e machista. Mas vamos perpetuar isto?<br>A educação ideal é integral, nem patriarcal nem matriarcal, mas harmônica. Valorizando a complementaridade, as diferenças, a multiplicidade. O respeito como esteio e suporte da família. Isso a mãe vai conseguir com amorosidade e acolhimento. Mostrando seu valor, sem se subjugar. Mas também sem se masculinizar.<br>Na atualidade, por tanto abuso e violência, muitas mulheres migraram para o polo oposto. A feminilidade cedeu lugar para algo grotesco que querem chamar de sedução, mas está muito abaixo disso, e outras se colocaram numa armadura de Animus poderoso cujo feminino está desaparecido.<br>Muitos homens ficaram perdidos frente a essas duas espécies. Sobraram algumas mulheres. Também vemos surgir um grupo de homens e mulheres que se recusam a assumir seu gênero, sobre isso já falei em outro artigo. Marie Louise von Franz trabalha sobre isso em algumas obras. Resta a nós no espaço sacrossanto de nossos consultórios encontrar nas almas o seu sentido, o seu significado, porque a consciência se perde em hedonismos e modismos, mas a alma, Ah! A Alma, essa é eterna e não muda tão facilmente&#8230;.<br>Mulher abusada, violentada e sofrida, acolha sua menina e resignifique sua vida.<br>O passado foi um tempo curto que ficou para trás, o futuro pertence a alma e essa é eterna.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dra E. Simone Magaldi<br>Professora do IJEP</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><em>Simone Magaldi &#8211; 19/03/2019</em></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.ijep.com.br/artigos">&nbsp;Voltar</a></p>
<p>O post <a href="https://blog.ijep.com.br/mulher-abusada-violentada-e-sofrida/">Mulher abusada, violentada e sofrida</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.ijep.com.br">Blog IJEP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
