IJEP ACADÊMICO
Ensaios, Artigos e Produções Acadêmicas
dos membros didatas e membros analistas
do Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa.
Esta nuvem ☁️ se parece com 🐑 … A arte de ver… Resumo: A pareidolia…
Mais lidos do mês
Professores do IJEP
A velhice é um tema demasiado evitado por boa parte das pessoas. O medo do envelhecimento é uma sombra que paira sobre a sociedade contemporânea, profundamente enraizado em valores culturais…
Selecionados da semana
A senda da psicoterapia analítica junguiana é, com todo o…
Veja mais
Omulu ou Obaluaê são os nomes do orixá do Candomblé que é o senhor da peste, da varíola, das doenças infectocontagiosas, das epidemias. É o conhecedor dos mistérios da doença, assim como de sua cura. Este orixá se apresenta usando uma roupa feita de palha que lhe cobre da cabeça aos pés para esconder suas cicatrizes. Este artigo pretende correlacionar o mito de Omulu ao arquétipo do curador ferido, que se constela em cada médico, terapeuta, ou profissional da saúde que se dedique ao cuidado do paciente.
Teoria Junguiana
O presente artigo busca refletir sobre a dinâmica de construção da relação da mulher (ou de uma consciência identificada com aspectos do feminino) com o arquétipo do animus, buscando visualizar como este se manifesta nas imagens oníricas em diferentes momentos da vida e também como tais imagens colaboram para um maior entendimento e integração de seus conteúdos inconscientes.
O texto alerta novos estudantes da psicologia analítica sobre a figura crescente do pseudomístico junguiano — aquele que transforma Jung em profeta, a clínica em culto e o símbolo em fetiche. Enquanto o verdadeiro místico, no sentido clássico, aceita o mistério e suporta o numinoso, o pseudomístico vulgariza o termo, reduzindo a experiência simbólica a espiritualismo fácil e revelações instantâneas. Em vez do rigor metodológico defendido por Jung e da dialética necessária à clínica, entrega-se à inflação espiritual. Vende arquétipos como amuletos, prescreve mandalas como talismãs e confunde autoridade analítica com poder mediúnico. O ensaio aponta que a psicologia analítica não é religião, e que o maior risco do analista é tornar-se mágico do inconsciente — seduzido por certezas, respostas prontas e protagonismo espiritual — esquecendo que a psique não se abre a quem a idolatra, mas a quem a pensa com humildade, rigor e dúvida.
Resumo: Este artigo propõe destacar…
RESUMO: Em 1925, nas conferências…
Continue lendo
A temática desse artigo diz respeito ao servir. Vivemos a contemporaneidade que preza e direciona a homogeneidade, que aos poucos nos isola e afasta de uma identidade individual. O servir fala da ampliação e do genuíno desenvolvimento da consciência e com isso alcançar o homem inteiro. Assim, o desejo de encontrar o propósito da vida estará na disposição honesta do sacrifício da jornada.
