IJEP ACADÊMICO
Ensaios, Artigos e Produções Acadêmicas
dos membros didatas e membros analistas
do Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa.
Resumo: O texto contrapõe a Inteligência Artificial à Inteligência Artística, destacando a criatividade e a…
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Professores do IJEP
A velhice é um tema demasiado evitado por boa parte das pessoas. O medo do envelhecimento é uma sombra que paira sobre a sociedade contemporânea, profundamente enraizado em valores culturais…
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A senda da psicoterapia analítica junguiana é, com todo o…
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É clássica a frase de Jung, mencionada no volume 7/1 da obra, na qual ele antagoniza amor e poder: “Pela lógica, o contrário do amor é o ódio; o contrário de Eros, Phobos (o medo). Mas, psicologicamente, é a vontade de poder. Onde impera o amor, não existe vontade de poder; e onde o poder tem precedência, aí falta o amor. Um…
Teoria Junguiana
O presente ensaio busca relacionar a psicologia analítica apresentada por Carl Gustav Jung e os ensinamentos contidos no novo testamento, base da religião cristã. A ideia de confrontar essas duas áreas do conhecimento humano veio da reflexão de que o principal ensinamento pregado por Jesus Cristo foi o amor ao próximo, que tem como consequência uma melhor convivência entre os seres humanos, sendo essa também uma consequência do processo de individuação, principal meta humana segundo a teoria de Carl Gustav Jung.
Ainda que não tenhamos uma estatística formal, a percepção tácita indica que cada vez mais pessoas de diversas formações pessoais e profissionais têm se interessado pelas ideias junguianas, seja para atuarem como terapeutas/analistas, seja para aplicarem sua psicologia em áreas de pesquisas eminentemente das humanas, tais como Comunicação, Ciências da Religião, Administração e outras. Entram nesse grupo também os entusiastas das terapias holísticas (barras de access, florais de bach, aromaterapia etc.) e práticas mânticas (tarot, astrologia, “arquétipo-terapeutas” e outras).
Resumo: Este artigo propõe uma…
O presente artigo busca refletir sobre a dinâmica de construção da relação da mulher (ou de uma consciência identificada com aspectos do feminino) com o arquétipo do animus, buscando visualizar como este se manifesta nas imagens oníricas em diferentes momentos da vida e também como tais imagens colaboram para um maior entendimento e integração de seus conteúdos inconscientes.
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Este artigo aborda a esperança como empecilho para o processo evolutivo, possibilitando reflexão crítica para esse momento que a humanidade, e mais especificamente o Brasil, está atravessando, diante dos vários riscos socioambientais, psicológicos e humanos, neste cenário de anestesia e inércia da população, onde a minoria fica covardemente acomodada em suas gaiolas douradas, e a maioria, igualmente acomodada, na esperança de um dia terem suas gaiolas.
Waldemar Magaldi Filho, analista didata do IJEP – Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa.
