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O sofrimento é inerente à condição humana e neste ensaio nos questionamos o que, tendo como base a teoria junguiana, poderia amparar indivíduos que atravessam sofrimentos intensos. Partimos do livro bíblico de Jó para fazer essa análise, sobre o qual Carl Gustav Jung destacou a relação entre o humano e o divino, enfatizando a presença de aspectos sombrios na própria imagem de Deus. No presente artigo, procuraremos olhar a história a partir de outro ponto de vista do funcionamento da psique, buscando compreender o que pode ter dado sustentação para que o personagem não sucumbisse diante de tantas provações. Para tanto, recorremos ao princípio de Eros, concebido como amor primordial, enquanto fundamento deste amparo psíquico.

Neste artigo, exploraremos a importância da ética na prática religiosa da Umbanda, com foco na responsabilidade do sacerdote. Descubra como a religião, nascida da fusão de várias tradições, promove valores espirituais e o encontro com o Si-Mesmo. Abordaremos questões éticas, o papel do sacerdote como curador, a relação com o poder, e a necessidade de integração das sombras para uma prática religiosa genuína e transformadora.

A partir de uma aula dada durante o curso de especialização em psicologia junguiana do IJEP, durante a qual aprofundamos o conceito de sincronicidade e sua relação com o funcionamento das técnicas mânticas e, mais especificamente, do I Ching, propomos uma consulta ao oráculo e perguntamos: “O que devemos fazer com o conhecimento adquirido durante esse curso?”. Nesse artigo revelo a resposta dada pelo livro e amplio brevemente o significado do hexagrama obtido.

É muito triste vermos religiosos totalmente vendidos para o mercado capitalista, verdadeiros vendilhões dos templos, transformando-os em teatros para servir ao dinheiro, o deus deles, enganando os crédulos iludidos em prosperidade. Este ensaio reflete um pouco a esse respeito.

A leitura da bíblia muitas vezes nos surpreende. Por exemplo, em Crônicas, desde o início, temos uma sequência maçante de nomes de pessoas, seguido de uma extensa genealogia, aparentemente sem sentido! Porém, no capítulo 4, versículos 9-10, temos algo que foge do contexto e, por isso mesmo, chama atenção de muitos exegetas que tentam compreender o sentido e o significado desta informação, meio que jogada aleatoriamente. Aliás, em todo o livro sagrado esta é a primeira e única vez que este personagem é citado, despertando mais curiosidade ainda.