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	<title>Arquivos afeto - Blog IJEP</title>
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	<description>Artigos do IJEP - Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa</description>
	<lastBuildDate>Fri, 14 Jun 2024 13:58:41 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos afeto - Blog IJEP</title>
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	<item>
		<title>O movimento do afeto em “Certas canções”</title>
		<link>https://blog.ijep.com.br/o-movimento-do-afeto-em-certas-cancoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tania Pulier Garrido]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2024 13:52:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arteterapia e Expressões Criativas]]></category>
		<category><![CDATA[afeto]]></category>
		<category><![CDATA[arteterapia]]></category>
		<category><![CDATA[carl gustav jung]]></category>
		<category><![CDATA[carl jung]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia analítica]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia junguiana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este artigo analisa a música de Milton Nascimento e Tunai, "Certas Canções", na perspectiva da Psicologia Analítica de Carl<br />
Gustav Jung, numa tentativa de compreender um pouco do poder da música de gerar emoções e transformar a partir do afeto.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As músicas são uma expressão que toca, mobiliza o sentimento e gera identificação. Elas nascem de um movimento da alma humana que se exprime na forma lírico-poética, uma inspiração, e, uma vez executadas, seguem seu percurso afetando os ouvintes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta mobilização do afeto fica explícita em “<strong>Certas canções</strong>”, de Tunai e Milton Nascimento (álbum Anima, 1982, Ariola Discos). Ela é uma espécie de meta-canção, que explicita o efeito que algumas músicas são capazes de gerar. A que causou essa inspiração em Milton foi “Ebony and Ivory”, de Paul McCartney e Stevie Wonder. Conforme contou numa entrevista ao jornalista Danilo Nuha (que anos depois colocou num livro sobre as músicas de Milton Nascimento), ao ouvi-la no rádio, resmungou: “<strong>Como eu não pensei nisso antes</strong>?”. Tempos depois, Tunai enviou-lhe uma música para a qual pediu-lhe a letra, e nasceu “Certas canções”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje somos muitos de nós que, ao ouvi-la, sentimos que dá palavras ao processo que certas canções fazem conosco – inclusive ela. O objetivo deste artigo é, pela análise da referida música do ponto de vista da Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung, ajudar a compreender um pouco o poder da música de gerar emoções e transformar a partir do afeto.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-nao-fui-eu-que-fiz"><strong>“Como não fui eu que fiz?”</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira estrofe da referida música é esta:</p>



<figure class="wp-block-pullquote" style="font-size:19px"><blockquote><p>“Certas canções que ouço<br>cabem tão dentro de mim<br>que perguntar carece:<br>‘Como não fui eu que fiz?’”</p></blockquote></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Não é à toa essa identificação que certas músicas causam, que parecem nos caber tão bem, vestir tão bem, acertar em cheio ao conseguir dar as palavras perfeitas, no alvo, para o que sentimos. Elas tocam um fundo em que nos encontramos conectados uns aos outros. Há um solo comum da humanidade, um “psíquico objetivo” nessas manifestações. Assim afirma Jung: “Do inconsciente emanam influências determinantes, as quais, independentemente da tradição, conferem semelhança a cada indivíduo singular, e até identidade de experiências”. (2018a, §118) Segundo ele, isso ocorre também na forma de representar imaginativamente essas experiências, o que cabe, por exemplo, nas canções. É que “nossa fantasia, percepção e pensamento são [&#8230;] influenciados por elementos formais inatos e universalmente presentes” (2018a, §92), aos quais Jung denominou de arquétipos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-os-arquetipos-sao-formas-preexistentes-sem-conteudo-uma-estrutura-herdada-que-guarda-os-depositos-das-experiencias-do-ser-humano-desde-os-primordios">Os arquétipos são formas preexistentes sem conteúdo, uma estrutura herdada, que guarda os depósitos das experiências do ser humano desde os primórdios.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Há tantos arquétipos quantas situações típicas na vida. Intermináveis repetições imprimiram essas experiências na constituição psíquica, não sob a forma de imagens preenchidas de um conteúdo, mas precisamente apenas <em>formas sem </em><em>conteúdo</em>, representando a mera possibilidade de um determinado tipo de percepção e ação. Quando algo ocorre na vida que corresponde a um arquétipo, este é ativado. (2018a, §99).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não temos acesso direto aos arquétipos, mas às imagens arquetípicas, que são conteúdos do inconsciente coletivo, universais e que existem desde os tempos mais remotos e vêm sendo formados ao longo da vivência da humanidade, como mãe, pai, bruxa, criança, luz, trevas, velha, sábio, feminino, masculino etc. (Cf. JUNG, 2018a, §§ 5-6; 89). Jung afirma diretamente em uma conversa com a pianista Margaret Tilly (McGUIRE; HULL, 1982, p. 247) que “a música lida com material arquetípico”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este material não é neutro, mas carrega e gera uma forte carga de emoção, a ponto de Jung afirmar que os arquétipos aparecem na experiência prática como “ao mesmo tempo imagem e emoção” e que só podemos nos referir a eles “quando esses dois aspectos se apresentam simultaneamente” (2016, p. 122). Para ele, é a energia psíquica que dá às imagens arquetípicas importância significativa. “Quando carregada de emoção, a imagem ganha numinosidade (ou energia psíquica) e torna-se dinâmica, acarretando várias consequências.” (Ibid.) Em outras palavras, produzindo efeito. Essa numinosidade é que dá sentido e vida às imagens, tornando-se “porções da própria vida” da pessoa, ligando-se a ela “através de uma verdadeira ponte de emoções”.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-esta-forte-emocao-aparece-na-segunda-estrofe-de-certas-cancoes-que-veremos-a-seguir" style="font-size:16px">Esta forte emoção aparece na segunda estrofe de “Certas canções”, que veremos a seguir.</h2>



<figure class="wp-block-pullquote" style="font-size:19px"><blockquote><p><strong>“Corta minha alma”</strong><br>“Certa emoção me alcança,<br>corta minha alma sem dor.<br>Certas canções me chegam<br>como se fosse o amor.”</p></blockquote></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Assim continua a música de Milton Nascimento e Tunai, evidenciando o movimento do afeto causado por algumas músicas. Vai muito além de uma identificação consciente que se possa ter com o conteúdo, gerando mesmo uma reflexão. Aqui fica claro que é algo que toma, atravessa, arrebata, que pode vir tanto da letra como do instrumental, do ritmo ou do conjunto, de uma parte ou do todo. “Certas canções” começa suave, embalando-nos num fluxo manso, mesmo neste início tranquilo já apresenta algumas batidas sutis; vai aumentando a partir da terceira estrofe e, de repente, na quinta, da qual falaremos a seguir, traz uma batida bem cadenciada, como que martelando uma identificação pela qual neste ponto já estamos tomados. Isso nas palavras de alguém que é apenas ouvinte, sem conhecimento algum de teoria musical.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A letra de uma música traz o que Jacobi chama de “imagens-palavras” (2013, p. 158), que aparecem em expressões poéticas que surgem internamente ou que estão aí na arte e com a qual nos identificamos, somos tocados. São palavras que escapam do conceitual e da linguagem denotativa ou literal e se retorcem para abrir uma via ao sopro do coração. A identificação e emoção que a música desperta em nós, segundo Jung (1991, §127), vêm dessas imagens cantadas e tocadas. “Cada uma destas imagens contém um pouco de psicologia e destino humanos, um pouco de dor e prazer repetidos inúmeras vezes na nossa genealogia”. Na voz de Milton: “como se fosse o amor”.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-criacao-da-obra-de-arte-no-caso-da-musica-pode-se-dar-em-dois-tipos-de-processo-segundo-jung" style="font-size:17px">A criação da obra de arte – no caso, da música – pode se dar em dois tipos de processo, segundo Jung.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um mais consciente, dirigido pela intenção do autor; outro inconsciente, que toma o artista e se impõe, até contra a sua vontade (cf. 1991, §116). &nbsp;O primeiro caso acaba se atendo mais à esfera pessoal, e o segundo a transpõe. Mesmo que a liberdade criativa seja em grande parte uma ilusão e as coisas se misturem de fato. “<strong>Ele acredita estar nadando, mas na realidade está sendo levado por uma corrente invisível</strong>.” (Ibid., §113)</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-e-ai-faz-sentido-o-que-jung-afirma-antes-de-mostrar-os-dois-caminhos-de-qualquer-forma-a-obra-de-arte-tem-vida-propria">E aí faz sentido o que Jung afirma antes de mostrar os dois caminhos: de qualquer forma, a obra de arte tem vida própria.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A obra de arte deverá ser considerada uma realização criativa, aproveitando livremente todas as condições prévias. [&#8230;] Aliás, poderíamos até falar de um ser que utiliza o homem e suas disposições pessoais apenas como solo nutritivo, cujas forças ordena conforme suas próprias leis, configurando-se a si mesma de acordo com o que pretende ser. (JUNG, 1991, §108)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na primeira parte de “Certas canções” (primeira e segunda estrofes), o compositor parece falar da própria experiência, o sujeito se coloca mais, fazendo-se ver. A terceira estrofe já traz certa mudança, fazendo como que uma transição para o que vem adiante. A partir da quarta estrofe, o artista parece ser tomado, lança várias imagens-palavras, sendo que cada uma seria um oceano no qual mergulhar. A própria batida parece trazer este transe que nos deixa absortos e perplexos também, tira-nos de uma possibilidade de entendimento total, apenas nos leva, como que às apalpadelas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jung comenta como essa identificação com o que estamos chamando aqui de solo comum da humanidade, com as imagens arquetípicas – na expressão dele, “situação mitológica” – produz uma intensidade emocional: “é como se cordas fossem tocadas em nós que nunca antes ressoaram, ou como se forças poderosas fossem desencadeadas de cuja existência nem desconfiávamos” (1991, §128).</p>



<figure class="wp-block-pullquote" style="font-size:19px"><blockquote><p>“Certa emoção me alcança, corta minha alma sem dor.” A obra de arte, “provinda do espírito e do coração, fala ao espírito e ao coração da humanidade” (JUNG, 1991, §156).</p></blockquote></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Com uma expressão belíssima, Jung afirma que na criatividade sentimos diretamente o “grande segredo da vida” (1991, §120). Isso se dá na fruição da obra de arte. Agora, quando nos colocamos a refletir e falar sobre ela, como no caso deste artigo, deslocamo-nos para fora do processo criativo, no qual ela simplesmente é e expressa um mistério, e ela se torna para nós imagem que expressa um sentido (Cf. ibid., §121). Falaremos um pouco mais a seguir da amplitude deste sentido.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-expressao-de-uma-essencialidade"><strong>“Expressão de uma essencialidade”</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Água, fogo, cacos, vida, chão, sonho, povo, coração, ferida, chuva, outono, mar, carvão, giz, abrigo, gesto, olhar, calor, amor: são palavras presentes da terceira à quinta estrofe de “Certas canções” e, como dissemos, cada uma delas abre um mundo de sentido. Fora os verbos: invade, arde, queima, encoraja, carece de cantar. Para Jung, o símbolo é capaz de retomar a relação perdida com o sagrado na natureza/no natural, já não inconsciente, mas trazendo à consciência e oferecendo um possível caldeirão de transformação da energia psíquica, uma força criadora polivalente e indiferenciada.</p>



<figure class="wp-block-pullquote" style="font-size:20px"><blockquote><p>“A esta tendência de encontrar analogias, que parte de conteúdos com conotação afetiva, cabe uma importância enorme para o desenvolvimento espiritual do homem” (JUNG, 2018b, §203).</p></blockquote></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-por-isso-para-ele-a-obra-simbolica-nos-sensibiliza-mais-e-mexe-mais-com-nosso-intimo-ja-a-nao-simbolica-fala-mais-a-sensibilidade-estetica" style="font-size:19px">Por isso, para ele, a obra simbólica nos sensibiliza mais e mexe mais com nosso íntimo; já a não-simbólica fala mais à sensibilidade estética.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Jung classifica a obra de arte em psicológica e visionária. A primeira, bem resumidamente, traz vivências e sentimentos da esfera pessoal, com as quais se pode identificar; dá palavras a eles, mas não costuma suscitar indagações e questionamentos. A segunda desconcerta, surpreende, confunde, chega a gerar repugnância e levanta questões, porque é tudo, menos óbvia. Parece com as imagens de sonhos e fantasias, traz a obscuridade da alma (cf. JUNG, 1991, §143).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não ousaria fazer esse nível de análise sobre “Certas canções”, muito menos levando a pensar o que Jung diria. No entanto, arrisco-me a dizer que a primeira e a segunda estrofes parecem ser mais do tipo “psicológico”; a partir da terceira há uma mudança inquietante. Já não a acompanhamos com a fluidez da identificação, mas paramos em alguma das palavras, perdemos o resto; essa que nos acapara abre uma viagem imagética que nos tira do eixo, do lugar, já não sabemos bem onde estamos ou o que estamos fazendo. Isso começa a acontecer na terceira estrofe e intensifica-se na quarta. A quinta retoma os sentimentos, a identificação, o “psicológico”, como que trazendo de volta da viagem com uma batida que põe de novo os pés no chão – ou não.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-jung-fala-que-uma-vivencia-originaria-autentica-se-faz-presente-nas-obras-visionarias">Jung fala que “uma vivência originária autêntica” se faz presente nas obras visionárias.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, elas são “um <em>símbolo real</em>, a <em>expressão de uma essencialidade desconhecida</em>. [&#8230;] Desde tempos imemoriais, são associadas àquilo que é secreto, inquietante e dúbio” (1991, §148). Sendo assim, constitui-se em “um desafio à nossa reflexão e compreensão” (Ibid., §119).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que significam as tantas imagens-palavras “oceânicas” usadas por Milton na música pulsante de Tunai? Por mais que falemos delas e até perguntemos ao próprio compositor, há sempre uma dimensão escondida, maior inclusive e precisamente a que mais fundo nos remexe. Mais do que interpretá-la, vale deixar que a obra de arte – “Certas canções” ou a canção que toca a alma – exerça o seu efeito, afete e transforme. Fica o convite do próprio Jung:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Só o percebe quem se aproxima da obra de arte, deixando que esta atue sobre ele, tal como ela agiu sobre o poeta. Assim, para compreender seu sentido, é preciso permitir que ela nos modele, do mesmo modo que modelou o poeta. (JUNG, 1991, §161)</p>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://blog.sudamar.com.br/author/tania-pulier/">Tania Pulier — Analista em formação/IJEP</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://blog.sudamar.com.br/author/lilian/">Lilian Wurzba — Analista didata/IJEP</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-referencias">Referências:</h2>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">JACOBI, Jolande. <em>A psicologia de C. G. Jung</em>: uma introdução às obras completas. Petrópolis: Vozes, 2013.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">JUNG, Carl Gustav. <em>O espírito na arte e na ciência</em>. Vol. 15. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 1991.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">___ <em>et al</em>. <em>O homem e seus símbolos</em>. 3.ed. especial. Rio de Janeiro: Harper Collins Brasil, 2016.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">___. <em>Os arquétipos e o inconsciente coletivo</em>. Vol. 9/1. 11.ed. Petrópolis: Vozes, 2018a.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">___. <em>Símbolos da transformação</em>. Vol. 5. 9.ed. Petrópolis: Vozes, 2018b.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">LIVRO mostra como Milton Nascimento pensa suas canções. <em>O Tempo</em>, 23 set. 2017. Disponível em: https://www.otempo.com.br/entretenimento/magazine/livro-mostra-como-milton-nascimento-pensa-suas-cancoes-1.1523536. Acesso em: 26 abr 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:15px">McGUIRE, W.; HULL, R.F.C. A terapia da música. <em>In: </em>___. <em>C.G.Jung:</em> Entrevistas e Encontros. São Paulo: Cultrix, 1982.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-canais-ijep">Canais IJEP:</h2>



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