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	<title>Arquivos carreira - Blog IJEP</title>
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	<description>Artigos do IJEP - Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa</description>
	<lastBuildDate>Fri, 18 Jul 2025 17:09:25 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos carreira - Blog IJEP</title>
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	<item>
		<title>Reescrevendo o Destino: A Transição de Carreira na Meia Idade como Expressão do Daimon</title>
		<link>https://blog.ijep.com.br/reescrevendo-o-destino-a-transicao-de-carreira-na-meia-idade-como-expressao-do-daimon/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Helena Soares Marinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 16:14:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Processo de Individuação]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Junguiana]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria de Carl Gustav Jung]]></category>
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		<category><![CDATA[vocação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resumo: Este artigo analisa a transição&#160; de carreira na meia-idade à luz da psicologia analítica de C.G. Jung, compreendendo-a como expressão simbólica do processo de individuação. Ao articular os conceitos de persona, self, metanoia e daimon, propõe-se que a mudança profissional, longe de ser apenas uma resposta adaptativa ao mercado, reflete um impulso interno por [...]</p>
<p>O post <a href="https://blog.ijep.com.br/reescrevendo-o-destino-a-transicao-de-carreira-na-meia-idade-como-expressao-do-daimon/">Reescrevendo o Destino: A Transição de Carreira na Meia Idade como Expressão do Daimon</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.ijep.com.br">Blog IJEP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-size:20px;line-height:1.5"><strong>Resumo</strong>: <strong>Este artigo analisa a transição&nbsp; de carreira na meia-idade à luz da psicologia analítica de C.G. Jung, compreendendo-a como expressão simbólica do processo de individuação</strong>. Ao articular os conceitos de persona, self, metanoia e daimon, propõe-se que a mudança profissional, longe de ser apenas uma resposta adaptativa ao mercado, reflete um impulso interno por autenticidade e inteireza. A <strong>crise</strong>, nesse contexto, atua como catalisadora de transformação psíquica. A partir de autores como Jung, James Hollis, James Hillman e William Bridges, argumenta-se que a reconexão com a vocação profunda representa um rito de passagem contemporâneo. O trabalho, então, deixa de ser apenas instrumento de sobrevivência e passa a ser expressão do self em ação. A travessia da meia-idade se revela, assim, como oportunidade de reescrever o destino com base em um chamado interior.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-no-contexto-contemporaneo-caracterizado-por-rapidas-transformacoes-sociais-culturais-e-tecnologicas-observa-se-um-crescente-numero-de-pessoas-questionando-seus-caminhos-profissionais-e-repensando-suas-trajetorias-de-carreira" style="font-size:20px">No contexto contemporâneo, caracterizado por rápidas transformações sociais, culturais e tecnológicas, observa-se um crescente número de pessoas questionando seus caminhos profissionais e repensando suas trajetórias de carreira.</h2>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">Em uma sociedade na qual o trabalho ocupa papel central na construção da identidade, a mudança de profissão — especialmente na meia-idade — torna-se uma experiência intensa, muitas vezes acompanhada por <strong>crises existenciais</strong>. Assim, é interessante lançarmos luz sobre os aspectos simbólicos, existenciais e arquetípicos implicados nessas mudanças.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-mais-do-que-uma-simples-reorientacao-funcional-esse-movimento-pode-representar-um-mergulho-psiquico-em-direcao-ao-self-revelando-o-processo-de-individuacao-descrito-por-c-g-jung" style="font-size:20px">Mais do que uma simples reorientação funcional, esse movimento pode representar um mergulho psíquico em direção ao self, revelando o processo de individuação descrito por C.G. Jung.</h2>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">Elemento central do pensamento de Jung, o chamado <strong>processo de individuação</strong> é aquilo por meio do qual que a pessoa vai se conhecendo, retirando suas máscaras, retirando as projeções lançadas anteriormente no mundo externo e integrando-as a si mesmo:</p>



<figure class="wp-block-pullquote" style="font-size:20px"><blockquote><p>Individuação significa tornar-se um ser único, na medida em que por individualidade entendemos nossa singularidade mais íntima, última e incomparável significando também que nos tornamos o nosso próprio si-mesmo. Dessa forma, podemos traduzir ‘individuação’ como tornar-se ‘si-mesmo’ (Verselbstung) ou o realizar do si-mesmo (Selbstverwirklichung). </p><cite>Jung, 1987, p. 49</cite></blockquote></figure>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">O processo de individuação acontece em três movimentos gerais: o primeiro é o caminho para a <strong>diferenciação do coletivo</strong>; o segundo, a<strong> diferenciação de si</strong>, a realização de si-mesmo; e, por fim, <strong>o retorno ao coletivo</strong>, de uma forma mais integrada. </p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-diferenciacao-pressupoe-o-afastamento-da-conformidade-pessoal-e-da-coletividade-para-depois-voltar-de-forma-mais-autentica-e-contribuir-com-uma-nova-dinamica-a-coletividade" style="font-size:20px">A diferenciação pressupõe o afastamento da conformidade pessoal e da coletividade, para depois voltar de forma mais autêntica e contribuir com uma nova dinâmica à coletividade.</h2>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">A transição de carreira pode ser compreendida, também, à luz do conceito de <strong>persona</strong> de Jung, como um momento em que a máscara social que usamos — e que foi funcional em determinado período da vida — começa a mostrar sinais de inadequação ou desgaste em relação à totalidade do self.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-para-jung-a-persona-e-a-mascara-que-o-individuo-apresenta-ao-mundo" style="font-size:20px">Para <strong>Jung</strong>, a persona é a &#8220;máscara&#8221; que o indivíduo apresenta ao mundo.</h2>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">Ela representa os papéis sociais que assumimos (profissional, familiar, social) e é necessária para a convivência e adaptação no mundo externo. A persona organiza a forma como nos apresentamos socialmente, mas não representa nossa essência profunda. É um compromisso entre o indivíduo e a sociedade. A transição de carreira, especialmente quando motivada por um impulso interno (e não apenas externo, como uma demissão), costuma ocorrer quando a persona vigente deixa de servir ao desenvolvimento psíquico. Nesses casos, “a persona profissional” pode ter sido construída para atender expectativas parentais, sociais ou culturais, porém, chega um ponto em que a rigidez dessa máscara começa a sufocar o self — o centro organizador da psique.</p>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">O trabalho, além de garantir sustento, oferece um sentido de pertencimento e contribui para a formação da identidade. A ocupação escolhida molda a autoimagem e influencia diretamente o modo como o indivíduo se percebe no mundo. No entanto, quando esta função perde o significado ou entra em conflito com aspectos mais profundos da psique, ocorre um deslocamento: o sujeito se vê impelido a buscar outra expressão de si no mundo.<br><br>Essa ruptura geralmente se intensifica na meia-idade, fase marcada, segundo autores como James Hollis, por uma série de questionamentos existenciais. Para <strong>Hollis </strong>a meia-idade é um momento de transição e mudança profunda na vida do indivíduo: a metanoia é um processo de &#8220;<strong>morte e renascimento</strong>&#8220;, onde a pessoa revisa sua vida e se reconecta com seus valores e propósito. É nesse período que o indivíduo revisita escolhas passadas, confronta a finitude, e busca ressignificar sua vida. A transição de carreira, nesse contexto, pode funcionar como um gatilho ou como consequência de um processo interno de desconstrução e reconstrução psíquica. A crise, portanto, assume papel de catalisadora de mudança e de crescimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-reinvencao-de-carreira-na-meia-idade-tem-caracteristicas-especificas" style="font-size:20px">A reinvenção de carreira na meia-idade tem características específicas.</h2>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">Segundo Jung (1987), na primeira metade da vida gastamos parte da nossa energia para nos adaptar ao mundo exterior; na segunda metade é chegada a hora de nos voltarmos mais para nosso mundo interior.</p>



<figure class="wp-block-pullquote" style="font-size:20px"><blockquote><p>A primeira metade da vida é um período de progressiva expansão. O jovem terá de renunciar aos hábitos de infância, aos aconchegos familiares, para atender aos desafios do mundo exterior. Terá de estudar, trabalhar e conquistar uma posição social. Terá de vivenciar em si mesmo a eclosão dos instintos e fará encontro com o sexo oposto. Ficará apto a gerar. [&#8230;] Na segunda metade da vida as tarefas são diferentes. Acabou o tempo de expansão. Agora é tempo de colher, de reunir aquilo que estava disperso, de juntar coisas opostas, de concentrar. </p><cite>Silveira, 1997, pp. 156-157</cite></blockquote></figure>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">Demandas sobre o sentido da vida e o que fazer no futuro promovem um mergulho nas profundezas da alma e, ao mesmo tempo configuram-se em possibilidade de renovação, metaforicamente expressa por Jung: “<strong><em>Precisamente ao meio-dia, o Sol começa a declinar e esse declínio significa uma inversão de todos os valores e ideais cultivados durante a manhã (…) É como se recolhesse dentro de si os próprios raios</em></strong>” (2013, p.354). Ele complementou, afirmando que entramos despreparados na segunda metade da vida: “<strong><em>Não podemos viver a tarde de nossa vida segundo o programa da manhã, porque aquilo que era muito na manhã, será pouco na tarde, e o que era verdadeiro na manhã, será falso no entardecer</em></strong>” (2013, p. 355).</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-transicao-de-carreira-na-meia-idade-transcende-os-limites-de-uma-simples-reorientacao-funcional-ou-de-uma-resposta-estrategica-as-demandas-do-mercado" style="font-size:20px">A transição de carreira na meia-idade transcende os limites de uma simples reorientação funcional ou de uma resposta estratégica às demandas do mercado. </h2>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">Quando abordada sob a perspectiva da psicologia analítica, ela se revela como um movimento psíquico profundo — uma travessia simbólica que atualiza o processo de individuação. Trata-se, portanto, de um deslocamento do eixo da vida: do ego adaptado à persona para o self como centro regulador da totalidade psíquica.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-jung-ja-apontava-que-a-realizacao-do-si-mesmo-e-o-maior-de-todos-os-valores-humanos-jung-1987-p-56-mas-essa-realizacao-nao-ocorre-sem-rupturas" style="font-size:20px">Jung já apontava que “<strong><em>a realização do si-mesmo é o maior de todos os valores humanos</em></strong>” (Jung, 1987, p. 56), mas essa realização não ocorre sem rupturas.</h2>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">A <strong>persona</strong>, outrora útil, começa a ruir, sinalizando que o que antes servia à adaptação ao mundo já não atende mais à alma. Nesse momento, surgem sintomas, crises, angústias — expressões da psique que exigem escuta e reorientação. A crise, nesse sentido, é uma oportunidade. Como afirma Hollis (2011), “toda crise, mesmo a mais devastadora, carrega em si uma convocação à transformação”.</p>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5"><strong>A meia-idade é terreno fértil para essa convocação</strong>. Segundo Jung, é nesse período que somos impelidos a buscar o que nos foi deixado de lado na construção da persona: “<strong><em>O encontro com o si-mesmo é muitas vezes experimentado como uma derrota para o ego</em></strong>” (Jung, 2013, p. 357). Essa derrota, porém, não é destrutiva — é uma rendição necessária ao daimon interior, que exige expressão e autenticidade. Como observa James Hillman, “<strong><em>o daimon é a imagem do destino pessoal, o portador do nosso sentido mais profundo</em></strong>” (Hillman, 1996, p. 41).</p>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5"><strong>William Bridges</strong>, renomado consultor americano que trouxe grande contribuição para o gerenciamento da transição para indivíduos e empresas nas últimas décadas, contribui com uma compreensão fenomenológica do processo de transição, descrevendo-o como um ciclo composto de fim, zona neutra e novo começo. Ele enfatiza que a <strong>zona neutra </strong>— essa fase de vazio e ambiguidade — é “<strong>o local onde a criatividade e o renascimento se tornam possíveis</strong>” (Bridges, 1999, p. 135). É nesse espaço liminar que os antigos referenciais se dissolvem e algo novo, ainda indefinido, começa a se formar. Tal como nas fases da alquimia, é no nigredo que se inicia o processo de transformação.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-escuta-do-daimon-que-jung-via-como-uma-forca-interior-compulsiva-apud-staub-1981-p-121-exige-coragem" style="font-size:20px">A escuta do daimon — que Jung via como “uma força interior compulsiva” (apud Staub, 1981, p. 121) — exige coragem.</h2>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">Não se trata de uma escolha <strong>racional</strong>, mas de um assentimento existencial àquilo que nos move de forma inegociável. Hollis (2011) afirma: “<strong>Podemos escolher uma carreira, mas não escolhemos uma vocação. A vocação nos escolhe</strong>.” Essa dimensão vocacional, que se manifesta muitas vezes por meio de sintomas, inquietações ou súbitas inspirações, remete a algo maior do que o ego: trata-se de um chamado à autenticidade e à integração.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-neste-contexto-a-mudanca-de-carreira-torna-se-um-rito-de-passagem-contemporaneo-em-que-o-trabalho-deixa-de-ser-apenas-instrumento-de-sobrevivencia-e-passa-a-ser-expressao-simbolica-do-self-em-acao-no-mundo" style="font-size:20px">Neste contexto, a mudança de carreira torna-se um rito de passagem contemporâneo, em que o trabalho deixa de ser apenas instrumento de sobrevivência e passa a ser expressão simbólica do self em ação no mundo.</h2>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">Como escreve Jung em <em>Memórias, Sonhos e Reflexões</em>: “<em>Todos os meus escritos são, de certa forma, tarefas que me foram impostas de dentro. Nasceram sob a pressão de um destino. O que escrevi transbordou da minha interioridade. Cedi a palavra ao espírito que me agitava</em>.” (Jung, 1987, p. 194-195). <strong>Essa integração entre vida interior e realização exterior é o verdadeiro sinal da individuação em curso</strong>.</p>



<p style="font-size:20px;line-height:1.5">Por fim, ao acolhermos a possibilidade de reescrever o destino — não como um ato voluntarista, mas como escuta ativa do que nos habita — nos aproximamos da inteireza. Como nos lembra Nietzsche, <em>“<strong>torne-se quem tu é</strong>”</em>. Quando a vida profissional se torna reflexo da alma, a transição já não é apenas uma mudança de rumo, mas uma reconciliação com aquilo que sempre nos habitou — silenciosamente — à espera de ser vivido.</p>



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<p style="font-size:20px"><a href="https://blog.sudamar.com.br/author/maria-helena-soares-marinho/"><strong>Maria Helena Soares Marinho</strong> &#8211; Analista em formação IJEP</a></p>



<p style="font-size:20px"><a href="https://blog.sudamar.com.br/author/cristinaguarnieri/"><strong>Cristina Guarnieri </strong>&#8211; Analista Didata IJEP</a></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-referencias" style="font-size:20px"><strong>REFERÊNCIAS</strong>:</h2>



<p><em>BRIDGES, William. Managing Transitions: Making the Most of Change. 2. ed. Cambridge, MA: Da Capo Press, 1999.</em></p>



<p><em>HILLMAN, James. O Código do Ser: Um guia arquetípico para o destino e o caráter. Rio de Janeiro: Objetiva, 1996.</em></p>



<p><em>HOLLIS, James. A passagem do meio. São Paulo: Paulus, 2011.</em></p>



<p><em>JUNG, Carl Gustav. Memórias, Sonhos e Reflexões. ed. Nova Fronteira, 1987.</em></p>



<p><em>JUNG, Carl Gustav. A dinâmica do inconsciente. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 1987. (Obras completas de C. G. Jung, v. 8).</em></p>



<p><em>JUNG, Carl Gustav. A prática da psicoterapia. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 2013. (Obras completas de C. G. Jung, v. 16).</em></p>



<p><em>SILVEIRA, Nise da. Imagens do Inconsciente. 6. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1997.</em></p>



<p><em>STAUB DE ÁVILA, Regina. A Descoberta do Si-Mesmo na Psicologia de C.G. Jung. 2. ed. São Paulo: Paulus, 1981.</em></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-canais-ijep"><strong>Canais IJEP:</strong></h2>



<figure class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://blog.sudamar.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1-1024x576.png" alt="" class="wp-image-10882" srcset="https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1-1024x576.png 1024w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1-300x169.png 300w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1-768x432.png 768w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1-150x84.png 150w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1-450x253.png 450w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>Pós-graduações&nbsp;</strong>– Certificado pelo MEC – 2 anos de duração- Psicologia Junguiana; Arteterapia e Expressões Criativas; Psicossomática;&nbsp;<strong>Matrículas abertas</strong>:&nbsp;<a href="http://www.ijep.com.br/">www.ijep.com.br</a></p>



<p><strong>Congressos Junguianos</strong>: Gravados e Online – Estude Jung de casa! Aulas com os Professores do IJEP:&nbsp;<a href="https://www.institutojunguiano.com.br/congressosjunguianos">https://www.institutojunguiano.com.br/congressosjunguianos</a></p>



<p><strong>YouTube</strong>&nbsp;<strong>IJEP</strong>:&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/@IJEPJung/videos">+700 vídeos de conteúdo junguiano</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="772" src="https://blog.sudamar.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-3-1024x772.png" alt="" class="wp-image-10924" style="width:674px;height:auto" srcset="https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-3-1024x772.png 1024w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-3-300x226.png 300w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-3-768x579.png 768w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-3-150x113.png 150w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-3-450x339.png 450w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-3.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



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			</item>
		<item>
		<title>Trabalho, identidade e realização pessoal</title>
		<link>https://blog.ijep.com.br/trabalho-identidade-e-realizacao-pessoal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mauro Angelo Soave Junior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2022 19:18:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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		<category><![CDATA[realização pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[realização profissional]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.sudamar.com.br/?p=4328</guid>

					<description><![CDATA[<p>Este artigo procura explorar e refletir sobre a relação da humanidade com o trabalho. Essa atividade já foi sinônimo de tortura, de punição divina mas hoje é vida com viés de identidade e auto-realização. Mas movimentos como a Grande Resignação mostram que sempre estamos em busca de rever nossa relação com o trabalho.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A profissão e/ou o trabalho são parte importante da nossa vida adulta, desde crianças somos questionados sobre “o que queremos ser quando crescer”. Pensando que, se quando crescermos não trabalharmos, não somos talvez adultos ou cidadãos. Trabalho vem do latim <em>“tripalium”, </em>que é o nome de um instrumento de madeira de três pontas, usado para trabalhos agrícolas ou para tortura.</p>



<p><em>Por muito tempo o significado de trabalho foi associado a fardo e sacrifício. Na Grécia Antiga, o trabalho era desprezado pelos cidadãos livres. Platão considerava o exercício das profissões vil e degradante. Nos primeiros tempos do cristianismo, o trabalho era visto como tarefa penosa e humilhante, como punição para o pecado. Ao ser condenado, Adão teve por expiação trabalhar para ganhar o pão com o suor do seu próprio rosto (RIBEIRO E LEDA, 2004).</em></p>



<p>Observando essa concepção do trabalho como castigo divino ou tarefa menos digna, vemos que o ser humano sempre teve uma relação complicada com o trabalho. Essa visão perdura até hoje, pois o trabalho intelectual é visto como nobre e elevado, enquanto o trabalho braçal é visto como algo de menos valia. Não é a toa que o trabalho braçal até pouco tempo atrás era destinado à mão de obra escrava.</p>



<p><em>A concepção de trabalho como fonte de identidade e autorrealização humana, foi constituída a partir do Renascimento. [&#8230;] A partir dessa época, uma outra visão passou a vigorar, concebendo o trabalho não mais como uma ocupação servil. Longe de escravizar o homem, entende-se que propicia o seu desenvolvimento, preenche a sua vida, transforma-se em condição necessária para a sua liberdade (RIBEIRO E LEDA, 2004).</em></p>



<p>Não à toa, muitas vezes somos identificados com ou pelo nosso trabalho. Até pouco tempo, a profissão era uma espécie de prefixo identitário, dizendo qual o papel daquela pessoa na sociedade. Ou ainda, quem nunca fez ou ouviu a pergunta: O que (você) faz da vida? Como se o único fazer da vida estivesse ligado ao valor produzido ou ao trabalho realizado.</p>



<p><em>A categoria trabalho não pode ser pensada como natural ou a-histórica. O trabalho impregnado de toda uma subjetividade, inserido em um contexto econômico/ político/ social com tantas diversidades, leva os indivíduos a terem vivências bastante distintas. Ao longo dos tempos, identifica-se duas visões contraditórias do trabalho que convivem nos mesmos espaços, e por vezes, um mesmo indivíduo revela sentimentos ambíguos em relação a sua vida profissional (RIBEIRO e LEDA, 2004).</em></p>



<p>Essas visões apresentadas dizem respeito às concepções de trabalho como sofrimento, castigo, obrigação ou como gerador de valor pessoal, fonte de satisfação, crescimento e dignidade (“O trabalho dignifica o homem”). E como falado as vezes essas duas concepções ocorrem ao mesmo tempo no indivíduo.</p>



<p>Profissão, vem da palavra professar, do latim, “professio, onis”, cujo sentido é ensinar. É a mesma origem da palavra professor. Professar também tem o significado de declaração ou confissão pública<a href="#_ftn1" id="_ftnref1">[1]</a>. Professar também é um ato de fé e o trabalho com a fé, é chamado de vocação. Vocação é o chamado, pois entende-se que nem todo mundo pode ser um trabalhador da fé.</p>



<p>Antigamente a profissão era parte da herança familiar. Hoje temos a “possibilidade” de escolha, mas ainda assim há fatores culturais e socioeconômicos envolvidos, portanto, muitas vezes essa escolha é limitada.</p>



<p>Estando em contato com nosso chamado a vida é mais fluida, os estresses não pesam e se luta o bom combate. Aí é que reside a diferença entre trabalho e profissão.</p>



<p>Cerca de 39% dos brasileiros têm interesse em mudar de carreira ou profissão<a href="#_ftn2" id="_ftnref2">[2]</a>: Perspectiva de maior remuneração, desejo de inovar ou aprender algo novo, busca de realização pessoal e expectativa de uma melhor qualidade de vida foram os motivos apontados. Ou seja, para 39% o trabalho ainda tem o teor mais prevalente de castigo do que de realização pessoal.</p>



<p>Achei interessante inclusive observar que a maioria dos textos que li sobre transição de carreira falam que é uma crise que se apresenta por volta dos 40 anos de idade, quando já se teve a oportunidade de viver uma parte da vida profissional. No entanto, parece que esse fenômeno tem se dado cada vez mais cedo. Sair de uma área que, você já possui experiência, conhece pessoas, domina técnicas, é remunerado e possui história para mergulhar numa nova profissão não é uma tarefa simples, nem fácil. Ouvir o chamado é um ato de coragem e de ir encontro ao Si-mesmo.</p>



<p>A crise de meio de carreira parece ser mais comum entre os 40 e 50 anos de idade, não coincidentemente o período apontado como metanoia por Jung. Esse processo pode se iniciar aos 30 anos. Nessa idade, o indivíduo se volta ao desenvolvimento de aspectos inconscientes. E atualmente os jovens abaixo de 30 anos são os que mais se demitem voluntariamente.</p>



<p><em>Não coincidentemente, essas idades têm a ver com o processo de intensificação do autoconhecimento, o voltar-se para dentro e conhecer a si mesmo, levando então o indivíduo a buscar sentido em sua vida, de acordo com sua vocação, seu chamado. A adaptação à transição de carreira na meia idade emerge como uma oportunidade para a reavaliação de valores individuais na esfera do trabalho e para a construção de um caminho que promova a expressão do novo autoconceito profissional (QUISHIDA e CASADO, 2009).</em></p>



<p><em>O homem deve ser levado a adaptar-se em dois sentidos diferentes, tanto à vida exterior – família, profissão, sociedade – quanto às exigências vitais de sua própria natureza. Se houve negligência em relação a qualquer uma dessas necessidades, poderá surgir a doença. (JUNG, 2014, v. 17, par. 172).</em></p>



<p>Há atualmente em curso um movimento, principalmente nos países ricos, mas que já começa a apresentar seus sinais por aqui, chamado de A Grande Resignação<a href="#_ftn3" id="_ftnref3">[3]</a>. Trata-se de um movimento coletivo, não organizado, em que as pessoas estão pedindo demissão voluntariamente de seus empregos.</p>



<p>Estudos mostram que a Grande Resignação veio como resposta às condições de trabalho precárias, que foram percebidas principalmente durante a pandemia. Quem se isolou nesse período, percebeu como a vida não pode ser segmentada. Em um mesmo ambiente, no caso, nossas casas, tivemos lar, escritório, escola, faculdade, etc, tal qual acontece em nossa “casa” interna. No entanto, durante a pandemia, tudo isso passou a ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo aumentando a sensação de esgotamento.</p>



<p>Além disso, o trabalho na pandemia trouxe em muitos casos um desejo maior de ficar em casa, de se ter vida com maior qualidade, estar mais próximo da família ou até mesmo ter mais tempo para si. Nesse sentido, o dilema viver para trabalhar ou trabalhar para viver se apresenta.</p>



<p><em>O trabalho não pode ser uma negatividade da vida, mas, muito pelo contrário, sua expressão, coisa que o capitalismo, em suas mais variadas versões apresentadas no decorrer da história, não permitiu que ocorresse. Eis a Esfinge que cabe ao homem contemporâneo decifrar, para não ser definitivamente devorado por ela (HELOANI e CAPITÃO, 2003).</em></p>



<p>Estudos apontam que 32% dos trabalhadores brasileiros apresentam sintomas da Síndrome de Burnout, ou de esgotamento profissional<a href="#_ftn4" id="_ftnref4">[4]</a>. Muitas pessoas deixaram de considerar o trabalho como a prioridade das suas vidas e passaram a ver a vida como a prioridade das suas existências. O constante estresse causado pela cobrança por uma produtividade, medo do desemprego, por outro lado, faz com que se aceite trabalhar em condições cada vez mais precárias.</p>



<p><em>As condições e as exigências do mercado de trabalho na atualidade rotinizam e amortecem o sentido da vida, deixando no corpo as marcas do sofrimento, que se manifestam nas mais variadas doenças ditas ocupacionais, além de atentar contra a saúde mental, em especial quando o psiquismo anquilosado em sua mobilidade faz com que a mente seja absorvida em formas de evitação do sofrimento (HELOANI e CAPITÃO, 2003).</em></p>



<p>A mais nova música da Beyoncé – Break My Soul (Despedaçar Minha Alma) (https://youtu.be/yjki-9Pthh0), inclusive, diz-se que pode ser o hino dessa era e suspeita-se que tem inclusive incentivado as pessoas a pedirem demissão ao invés de perderem sua alma para o trabalho. Diz a música:</p>



<p><em>Eu vou encontrar uma nova motivação/ droga, me fazem trabalhar tanto/ Às nove no trabalho, saio depois das cinco/ E forçam meus nervos, por isso não durmo à noite<a href="#_ftn5" id="_ftnref5"><strong>[5]</strong></a></em></p>



<p>A meu ver há em curso um movimento, uma nova busca de significado pelo trabalho, individual e coletivamente. O cansaço não é apenas individual, mas faz parte de um movimento coletivo de pensar nosso papel na sociedade e o papel do trabalho em nossa vida consequentemente. Longe de trabalhar apenas para viver, queremos trabalhar para significar. Além disso, não devemos ser criados para o trabalho e sim para a vida, pois não somos apenas aquilo com que trabalhamos, mas podemos trabalhar com o que somos de melhor.</p>



<p><strong>Mauro Angelo Soave Junior – Membro Analista em Formação do IJEP</strong></p>



<p><strong>E. Simone Magaldi – Analista didata do IJEP</strong></p>



<p>Referências</p>



<p>JUNG, Carl Gustav. O.C. XVII, O desenvolvimento da personalidade. Petrópolis. Vozes, 2014</p>



<p>HELOANI, José R. e CAPITÃO, Cláudio G. Saúde Mental e Psicologia do Trabalho. In: São Paulo em Perspectiva, v.17, n.2, p.102-108, 2003</p>



<p>QUISHIDA, Alessandra; CASADO, Tania Adaptação à transição de carreira na meia-idade Revista Brasileira de Orientação Profissional, vol. 10, núm. 2, 2009, pp. 81-92</p>



<p>RIBEIRO, Carla Vaz dos Santos; LEDA, Denise Bessa. O significado do trabalho em tempos de reestruturação produtiva.<strong>&nbsp;Estud. pesqui. psicol.</strong>,&nbsp; Rio de Janeiro ,&nbsp; v. 4,&nbsp;n. 2,&nbsp;dez.&nbsp; 2004 . &nbsp; Disponível em &lt;http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1808-42812004000300006&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&gt;. acessos em&nbsp; 29&nbsp; jun.&nbsp; 2022.</p>



<p>UVALDO, Maria da Conceição Coropos. Tecendo a trama identitária: um estudo sobre mudanças de carreira. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo, São Paulo, 2010.</p>



<p>VELOSO, Elza Fátima Rosa. Decisões na transição interprofissão: um modelo de orientação de mudanças de carreira. Tese de Livre-Docência, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><a href="#_ftnref1" id="_ftn1">[1]</a> https://www.dicio.com.br/profissao/</p>



<p><a href="#_ftnref2" id="_ftn2">[2]</a>https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2022/02/19/quer-mudar-de-carreira-ou-emprego-em-2022-veja-pontos-para-avaliar.ghtml</p>



<p><a href="#_ftnref3" id="_ftn3">[3]</a>https://www.istoedinheiro.com.br/o-que-e-a-grande-resignacao-e-como-ela-pode-mudar-os-paises-ricos/</p>



<p><a href="#_ftnref4" id="_ftn4">[4]</a> https://saude.abril.com.br/mente-saudavel/burnout-e-reconhecido-pela-oms/</p>



<p><a href="#_ftnref5" id="_ftn5">[5]</a> https://g1.globo.com/pop-arte/musica/noticia/2022/06/22/nova-cancao-de-beyonce-representa-grande-resignacao-de-geracao-de-trabalhadores-nos-eua.ghtml</p>
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