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	<title>Arquivos funk - Blog IJEP</title>
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	<description>Artigos do IJEP - Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa</description>
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	<title>Arquivos funk - Blog IJEP</title>
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		<title>O Funk e a libertação do mito de Afrodite</title>
		<link>https://blog.ijep.com.br/o-funk-e-a-libertacao-do-mito-de-afrodite/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivone Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2022 22:37:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Arteterapia e Expressões Criativas]]></category>
		<category><![CDATA[Mitologia e Símbolos]]></category>
		<category><![CDATA[afrodite]]></category>
		<category><![CDATA[anitta]]></category>
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		<category><![CDATA[funk]]></category>
		<category><![CDATA[mitologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia analítica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos de nós não se dão conta de que nossa vida se desenvolve dentro de um certo ritmo, isto é, o coração pulsa alternando batidas e pausas, muitas vezes essas batidas podem estar descompassadas a depender de causas psicológicas, emoções fortes, estados de espírito etc., nossa respiração também segue padrões determinados para o bom funcionamento da [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Muitos de nós não se dão conta de que nossa vida se desenvolve dentro de um certo ritmo, isto é, o coração pulsa alternando batidas e pausas, muitas vezes essas batidas podem estar descompassadas a depender de causas psicológicas, emoções fortes, estados de espírito etc., nossa respiração também segue padrões determinados para o bom funcionamento da ventilação pulmonar, proporcionando a entrada e saída de ar, para que ocorra a oxigenação de nossos tecidos. O ritmo se expressa de forma diferente de pessoa a pessoa. Existem diferentes tipos de ritmos que afetam o ser humano: ritmos biológicos, ritmos da natureza, ritmos musicais. (ROESLER, 2017, p.9)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos trabalhos coletivos, no campo ou na indústria, nos trabalhos domésticos, para que ocorra um rendimento maior, se faz necessário uma organização e um ritmo de trabalho, assim como nas atividades físicas, nos treinamentos esportivos, nas mais diferentes atividades do dia a dia, sem ritmo as coisas se perdem e o trabalho não rende.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Observa-se que o ritmo também aparece nas mais diferentes formas artísticas nas poesias, dança, melodias. Ao ler um poema com uma análise mais cuidadosa do ritmo deste, descobriremos novos significados no texto. A musicalidade pode partir do título. Por exemplo ao ouvirmos a letra da canção&nbsp;“A banda”, de Chico Buarque de Holanda, somos levados a mudar de humor. A letra fala sobre a banda se aproximando, chamando-nos para olhar ela passar e já&nbsp;imaginamos uma multidão passando: a banda passa e muda o humor das pessoas, o triste fica alegre; o velho se torna criança, aquele que estava parado começa a se movimentar. O texto contagia, o ritmo não nos deixa ficar parados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estava&nbsp;à&nbsp;toa na vida,</p>



<p class="wp-block-paragraph">O meu amor me chamou,</p>



<p class="wp-block-paragraph">Prá&nbsp;ver a banda passar</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cantando coisas de amor.”&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ouvinte ouve o canto&nbsp;e, devido a harmonia dos seus versos, a musicalidade, o ritmo e todos os elementos que compõem essa canção, nos contagiam e captamos a mensagem.&nbsp;&nbsp;Esse ritmo simples e repetido facilita a memorização. E muitas vezes muitas pessoas começam a se movimentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E o <strong>Funk</strong>? Esse fenômeno musical, que ultrapassa nossas fronteiras, passando a ser reconhecido mundialmente, tem o mesmo efeito da canção&nbsp;“A banda”. Ele contagia e muitas pessoas não conseguem ficar paradas e saem dançando. O que estará&nbsp;por traz desse ritmo?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Funk</strong> está&nbsp;entre os gêneros musicais mais populares do Brasil atualmente. Ele surgiu entre as décadas de 1960 e 1980, considerado primo do hip hop e do soul, ele&nbsp;é&nbsp;um produto da ascensão do movimento negro nos Estados Unidos. Esse ritmo representa um dos maiores símbolos de cultura da periferia em todo o país, fala sobre uma forma de ascensão social, e muitos dos autores após seus sucessos passaram a cantar sobre seus estilos de vida e sua condição financeira. (SOARES, 2018).&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Palombini&nbsp;(2008,p.63) refere que o funk surge no sul dos Estados Unidos, no final da década de 1950, sendo criado por músicos negros, com uma forte influência da&nbsp;“black music”, mas com características bem diferentes das que conhecemos hoje.&nbsp;&nbsp;A música que hoje conhecemos como funk carioca não deriva somente do funk norte-americano, mas de uma combinação de vários ritmos negros populares como os blues, gospel, jazz e soul, que faziam sucesso nos Estados Unidos, no centro do movimento negro do país. A palavra&nbsp;“Funk”ou&nbsp;“funky”&nbsp;era usada pelos músicos de jazz, como uma forma de pedir aos colegas da banda que pusessem mais&nbsp;“força”&nbsp;ao ritmo. Dessa forma foram evoluindo para tocar uma música com batida constante e uma melodia que permitisse dançar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A arte se manifesta nas mais diferentes formas: na pintura, dança, teatro, poesias.&nbsp;É considerada uma atividade psicológica porque como uma atividade humana, vem de sentimentos, emoções&nbsp;e expressam as imagens do inconsciente. Dessa forma, ela&nbsp;é&nbsp;considerada um objeto da psicologia, e soment<em>e&nbsp;</em><em>&#8220;</em>aquele aspecto da arte que existe no processo de criação artística pode ser objeto da psicologia, não aquele que constitui o próprio ser na arte”. (JUNG,&nbsp;2013,&nbsp;p.65)</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento do&nbsp;ritmo funk e sua influência na sociedade nos incitou a&nbsp;&nbsp;buscar refletir o&nbsp;&nbsp;fenômeno sob a&nbsp;ótica da psicologia analítica.&nbsp;&nbsp;Sabemos que além do&nbsp;&nbsp;ritmo,&nbsp;suas letras e versos têm como tema críticas sociais, aumento da violência urbana e a invasão das favelas por forças policiais, com podemos&nbsp;&nbsp;constar, por exemplo, no&nbsp;“Rap das armas”. As letras denunciam uma realidade que nos é estranha, assim como aquelas que são utilizadas para falar dos direitos civis, como vemos no conhecido hit&nbsp;“eu só quero&nbsp;é&nbsp;ser feliz”, de MC Cidinho e MC Doca.&nbsp;&nbsp;Os assuntos cantados vão desde o humor ao empoderamento feminino, passando por questões polêmicas como a violência, a criminalidade, a marginalização, o tráfico, todos&nbsp;expressando o cotidiano das favelas, abrindo um reconhecimento através do sucesso do fanqueiro que agora, admite em verso musical, pode entrar em qualquer lugar antes proibido pela sua condição social.&nbsp;&nbsp;Eles cantam as favelas qualificando esse lugar que antes era visto como o espaço do inimigo e onde qualquer violência do Estado era considerada legitima. Essas histórias são&nbsp;cantadas&nbsp;quase em um mesmo&nbsp;ritmo,&nbsp;com uma forte e frequente batida que&nbsp;contamina, contagia,&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;colocando todos os envolvidos em algo similar a um estado de transe:&nbsp;ninguém fica parado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabemos que o funk tem um papel social importante ao dar voz&nbsp;à&nbsp;classes sociais menos favorecidas, pois&nbsp;nas letras&nbsp;estão&nbsp;registradas suas vivências, seus dilemas, pensamentos, dificuldades, alegrias&#8230;Esse estilo musical expressa uma cultura especifica dessa juventude urbana menos favorecida, revelando&nbsp;cenas de uma vida pouco conhecida pela maior parte da população.(SOARES, 2022)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Dreher (2005,&nbsp;p.56),&nbsp;a canção, enquanto linguagem,&nbsp;é&nbsp;considerada um canal de expressão, com conteúdo que se relacionam com a história do indivíduo. A canção como um canal de expressão&nbsp;abre as portas do inconsciente do indivíduo, a partir de uma abordagem simbólica. A canção carrega conteúdos de experiências humanas, guardam pedaços do tempo na memória, emoções passadas que podem ser revividas novamente. Há&nbsp;uma conexão atemporal ao ouvirmos uma canção. A canção consiste em um canal de expressão e tem o poder de fazer emergir aquele tempo da infância, os afetos ligados aos complexos, as experiências vividas. Conforme se vai ouvindo e cantando, o conteúdo das canções&nbsp;podem ser associados ao conteúdo dos indivíduos e, a partir daí, sentimentos que estavam travados,&nbsp;&nbsp;tais como&nbsp;angústias, tristezas, são revividos e podem ser desbloqueados e entendidos, facilitando sua expressão.&nbsp;(DREHER,&nbsp;2005,p. 59)</p>



<p class="wp-block-paragraph">A música, que também pode ser vista como uma forma de expressão relacionada&nbsp;à&nbsp;história do indivíduo,&nbsp;pode, a partir da linguagem simbólica, expressar imagens do inconsciente,&nbsp;&nbsp;onde estão interligados os complexos, os arquétipos e os símbolos. Segundo Jung (2015,&nbsp;p.143), essas experiencias vividas estão no inconsciente.&nbsp;Podemos, algumas vezes, reconhecer fatos vividos há&nbsp;tempos atras, lembranças que estavam guardadas, emoções e afetos&nbsp;que pode nos&nbsp;remeter a outro tempo; algo que&nbsp;nos faz entrar em contato com o nosso inconsciente pessoal. Já&nbsp;o inconsciente coletivo nos chega através das imagens arquetípicas, presente desde os primórdios da humanidade. Os arquétipos são estruturas herdadas que os seres humanos têm em comum. Imagens, ideias&nbsp;e comportamentos arquetípicos&nbsp;presente em diversas&nbsp;épocas, regiões e civilizações, que nos chegam através dos contos, mitos e sonhos. Os mitos correspondem a uma estrutura arquétipica&nbsp;que&nbsp;&nbsp;nos apresentam a estrutura básica da psique humana e tocam e espelham os comportamentos atuais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tomemos da mitologia grega, a deusa <strong>Afrodite</strong>, deusa do amor e da beleza, também considerada uma deusa alquímica porque teve o poder de&nbsp;&nbsp;auto transformação&nbsp;(BOLEN,&nbsp;2013,&nbsp;p. 310).&nbsp;Ao observamos várias funqueiras, que através de características próprias, como seu modo de vestir, os símbolos utilizados nas apresentações,&nbsp;seu comportamento&nbsp;nos&nbsp;palco , parece nos remeter&nbsp;a deusa <strong>Afrodite</strong>,&nbsp;o arquétipo mais envolvida na experiência sensorial ou sensual. <strong>Afrodite</strong>&nbsp;é&nbsp;reconhecida pela sua atratividade e não apenas por sua aparência, ela cria um carisma pessoal, ela adora ser o centro das atenções. Podemos citar a funqueira <strong>Anitta</strong>, como exemplo, através de sua performance, da imagem da deusa <strong>Afrodite</strong>. Esse arquétipo governa o prazer do amor e da beleza, da sexualidade e da sensualidade das mulheres. “Afrodite impele as mulheres a preencherem funções criativas e procriativas&#8221;. (Bolen p.2013, p.327).</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Anitta criou uma personagem que atrai jovens, de quase todos os continentes, independente do gênero, da crença, da idade, da nacionalidade e está&nbsp;no topo das cantoras mais seguidas no mundo atualmente. Basta<em>&nbsp;</em>consultar o site Spotify 2022, onde encontramos em terceiro lugar a cantora Ludmila com sua canção&nbsp;“Down down down” e&nbsp;&nbsp;<strong>Anitta</strong> consta&nbsp;como a primeira brasileira a liderar o primeiro lugar no ranking global plataforma Spotify com a música “Envolver”. Em 25 de março de 2022 ela somava 71 milhões de reproduções&nbsp;e sabemos que Anitta tem 607 milhões de seguidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como explicar esse sucesso? Anitta representa a sensualidade, o sucesso, a beleza, a sedução que muitas garotas gostariam de possuir. Não podemos negar que muitos complexos surgem diante de todo esse ritmo.&nbsp;Das danças sensuais, passando pelo&nbsp;vestuário&nbsp;até as coreografias, são elaboradas pela cantora.&nbsp;Ela canta a força da mulher poderosa, sedutora, que não se subjuga ao masculino;&nbsp;é ela&nbsp;quem agora domina, está&nbsp;por&nbsp;cima e&nbsp;não se rende. As letras falam desse poder feminino, como podemos observar na letra de “Pode Chegar”:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu vim prá&nbsp;provocar,</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desejo e sedução</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fazer você pirar</p>



<p class="wp-block-paragraph">Comer na minha mão&#8230;”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como uma Afrodite ela se identifica e dança, se veste, se maquia e se apresenta à sociedade. Não tem inibição, agora o mundo&nbsp;é&nbsp;dela. Reconhecida internacionalmente, tem uma estátua de cera no museu madame Tussauds de Nova York, foi escolhida como embaixadora da cerveja Skol.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Anitta&nbsp;é&nbsp;uma jovem mulher inteligente, estudou inglês e fala fluentemente, estudou administração e administra sua carreira, tem carisma, soube se ligar a cantores internacionais para ir além das nossas divisas. Ela sustenta uma persona que representa um compromisso entre o indivíduo e a sociedade, ela é uma aparência, uma realidade bidimensional, admirada e imitada por suas seguidoras. Aquelas mulheres mais inseguras, com uma autoestima baixa, podem adorar imitar seus ídolos ou aquelas mais hiperinfladas de seu ego, também podem ter o mesmo comportamento das suas musas. Seria o arquétipo da mulher poderosa aparecendo, sedutora, que tudo pode. Não há obstáculo, para o seu sucesso. Aquela mulher que agora tem voz e não está&nbsp;subjugada ao homem, não precisa dele para nada, ela está&nbsp;no poder, faz e acontece. Ela soube explorar seu potencial e o momento atual&nbsp;onde&nbsp;a mulher busca por um lugar de destaque na sociedade, elas querem e devem sair do anonimato e ter seu lugar próprio, ter voz e mostrar seu valor e sua importância. Sua imagem convida à uma quebra de valores, de preconceitos, propõe a liberdade de expressão, a liberdade para se mostrarem mais sensuais sem serem importunadas por valores antigos diante dessa sociedade conservadora e preconceituosa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Podemos observar que em qualquer festa, casamento ou reunião social que, depois de algumas seleções musicais, começamos a ouvir o funk. Todos eles,&nbsp;“o bonde do tigrão”, “só quero ser feliz”, “rave da favela”, “essa mina&nbsp;é&nbsp;louca”, “vai malandra”, etc. Observa-se que na pista de dança muitas mulheres dançando ao ritmo do funk, todas com seus vestidos deslumbrantes, independente de sua posição social, requebrando os quadris e fazendo as coreografias criadas pela cantora. Ninguém consegue ficar parado, aos poucos todos vão para a pista. Se formos perguntar se apreciam o ritmo do funk,&nbsp;&nbsp;a maioria, provavelmente, diria que&nbsp;não.&nbsp;Muitas vezes, as letras muitas vezes não são escutadas&nbsp;e&nbsp;muitos nem sabem sobre o que está sendo dito, cantam o refrão que&nbsp;é&nbsp;repetido muitas vezes e que fica na cabeça. Nesse ambiente social, longe do morro, das favelas, da periferia, com uma população mais ou menos elitizada, cheio de formalidades e de regras, se deixam seduzir pelo ritmo das batidas fortes&nbsp;&nbsp;e&nbsp;saem dançando. Esse ritmo contagia de tal forma que o arquétipo de Afrodite se torna presente e todos são tomados por ele. Não conseguem parar, saem dançando, homens e mulheres. Tornam-se sensuais, libertos de seus preconceitos, se contagiam com o ritmo e se sentem felizes dançando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto tempo essa modalidade vai durar, impossível predizer, mas o papel do funk&nbsp;é&nbsp;fazer o Brasil ter consciência do que realmente&nbsp;é, um território imenso, uma mistura de raças, crenças, culturas,&nbsp;e uma grande&nbsp;divisão social. Seria um movimento de ressignificação política?&nbsp;A favela-marginalizada, agora&nbsp;é&nbsp;demonstrada, como um local onde as pessoas vivem, e fazem valer suas experiencias do dia a dia, dos jovens que ali habitam. Jovens que algumas vezes são silenciados, ora são estigmatizados, mas pessoas que pensam, vivem e desejam serem ouvidas e querem mais&#8230;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Analista em formação: Ivone Ferreira</p>



<p class="wp-block-paragraph">Analista Didata Responsável: Maria Cristina Mariante Guarnieri&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Refer</strong><strong>ências :</strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">BOLEN,J.S.&nbsp;&nbsp;<strong>AS DEUSAS E A MULHER&nbsp;</strong>nova psicologia das mulheres<strong>.</strong>&nbsp;[Tradução Maria Lydia Remédio] .12 reimpressão- São Paulo: Paulus, 2013. (Coleção Amor e Psique).</p>



<p class="wp-block-paragraph">DREHER,S.C.&nbsp;&nbsp;<strong>A CAN</strong><strong>ÇÃ</strong><strong>O: UM CANAL DE EXPRESS</strong><strong>Ã</strong><strong>O DE CONTE</strong><strong>Ú</strong><strong>DOS SIMB</strong><strong>Ó</strong><strong>LICOS E ARQUET</strong><strong>Í</strong><strong>PICOS</strong>. Psicologia Argumento, Curitiba, v.23, n.42 p.55-63, jul./set.2005.</p>



<p class="wp-block-paragraph">JUNG, C.G.&nbsp;&nbsp;<strong>O esp</strong><strong>í</strong><strong>rito na arte e na ci</strong><strong>ê</strong><strong>ncia v.15</strong>; [Tradução de Maria de Moraes Barros]. 8.ed.-Petrópolis, Vozes,2013.</p>



<p class="wp-block-paragraph">JUNG,C.G.&nbsp;<strong>O eu e o inconsciente v. 7/2</strong>. [Tradução Dora Ferreira da Silva]. 27.ed- Petrópolis, Vozes, 2015.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">PALOMBINI,C.&nbsp;<strong>Música dan</strong><strong>çante africana norte-americana, soul brasileiro e funk carioca: uma bibliografia</strong>. III Seminário Música Ciência e Tecnologia, 2008.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ROESLER,L.&nbsp;<strong>FATORES DETERMINANTES DO APERFEI</strong><strong>Ç</strong><strong>OAMENTO DA PERCEP</strong><strong>ÇÃ</strong><strong>O R</strong><strong>Í</strong><strong>TMICA NA DAN</strong><strong>Ç</strong><strong>A: UMA REVIS</strong><strong>Ã</strong><strong>O DE LITERATURA</strong>. Trabalho de conclusão de curso (licenciatura&nbsp;–&nbsp;Educação Física) –&nbsp;Universidade Estadual Paulista&nbsp;“Júlio de Mesquita Filho”, Instituto de Biociências de Rio Claro, 2017.</p>



<p class="wp-block-paragraph">SOARES,M.C.&nbsp;<strong>A expressão cultural das periferias brasileiras.</strong>&nbsp;AUN&nbsp;– Agência Universitária de Notícias. Acesso em: Fev.2022: (http://aun.webhostuso.sti.usp.br/index.phd/2018/09/14/a-expressão-cultural-das-periferias-brasileiras/)&nbsp;&nbsp;</p>



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