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	<title>Arquivos modernidade - Blog IJEP</title>
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	<description>Artigos do IJEP - Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa</description>
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	<title>Arquivos modernidade - Blog IJEP</title>
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	<item>
		<title>Tempos Modernos e a Psicologia Junguiana</title>
		<link>https://blog.ijep.com.br/tempos-modernos-e-a-psicologia-junguiana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Waldemar Magaldi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jul 2022 18:55:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Analítica]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Junguiana]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria de Carl Gustav Jung]]></category>
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		<category><![CDATA[carl gustav jung]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este estudo nos possibilita compreender a última pesquisa feita pela igreja católica que anuncia que 70% dos homens que relatam seus pecados nos confessionários assumem terem cometido luxúria, enquanto que 40% das mulheres vaidade. Ou seja, esses dados só servem para confirmar o quanto nossa cultura ainda é machista, exigindo dos homens o prazer sexual imediato e muitas vezes inescrupuloso, transformando as mulheres em objetos de desejo que, por sua vez, investem cada vez mais em moda e cosmética para se sentirem desejadas, infelizmente, na maioria das vezes, como meras mercadorias.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Estamos atravessando por um período de muitas transformações. Além das questões ambientais, que já nos assustavam há alguns anos, temos a crise do sistema econômico, com risco de desemprego em massa e mais exclusão social. Aliado a tudo isso, estudos psiquiátricos internacionais apontam que até 2020 35% da população estará sofrendo de depressão e outros 35% estarão dependentes de algum tipo de substancia psicoativa, lícita ou ilícita, ou de comportamentos abusivos, como jogos, compras, sexo, entre outros. De fato, esse cenário não é nada animador e nos faz refletir onde erramos ou deixamos de investir e o que podemos fazer para mudarmos esse futuro tão insólito e assustador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse sentido que, há algum tempo, eu e alguns colegas das áreas de saúde e humanas estamos investindo nossas energias em estudos de psicologia junguiana, ciências da religião, psicossomática, arteterapia, expressões criativas e nos temas relacionados às dependências, abusos e compulsões, incluindo atendimentos sociais com acompanhamento transdisciplinar. Este estudo nos possibilita compreender a última pesquisa feita pela igreja católica que anuncia que 70% dos homens que relatam seus pecados nos confessionários assumem terem cometido luxúria, enquanto que 40% das mulheres vaidade. Ou seja, esses dados só servem para confirmar o quanto nossa cultura ainda é machista, exigindo dos homens o prazer sexual imediato e muitas vezes inescrupuloso, transformando as mulheres em objetos de desejo que, por sua vez, investem cada vez mais em moda e cosmética para se sentirem desejadas, infelizmente, na maioria das vezes, como meras mercadorias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, felizmente, nossa experiência deixa bem evidente que existe uma saída para toda essa crise, que eu tenho chamado de impermeabilização ou plastificação do ego e do planeta, onde a troca verdadeira cada vez mais está comprometida. A saída, a nosso ver, é investirmos pesado na educação, principalmente dos educadores. Pois ninguém pode levar o outro para além de onde conseguiu chegar. Por isso é necessário criamos um movimento de valorização e autoconhecimento para todos os educadores. Só assim poderemos, em médio prazo, reverter essa situação tão angustiante. Mas, para que isso possa acontecer, precisamos exigir dos nossos governantes esse tipo de compromisso, pois sem a adesão deles é óbvio que o caminho será mais lento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Waldemar Magaldi Filho*</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*<strong>Waldemar e Simone Magaldi</strong>&nbsp;são analistas junguianos, doutores em Ciências da Religião e fundadores do&nbsp;<strong>IJEP</strong>&nbsp;–<strong>Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa</strong>&nbsp;(<a href="https://www.ijep.com.br/">www.ijep.com.br</a>), que oferece cursos de pós-graduação em Brasília, São Paulo e outras cidades, titulando e formando especialistas nas áreas de Psicoterapia Junguiana, Psicossomática, Arteterapia e DAC – Dependências, Abusos e Compulsões.</em></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong><em>Waldemar Magaldi Filho &#8211; 19/03/2019</em></strong></h4>



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			</item>
		<item>
		<title>O Contemporâneo e o Moderno: Cronos e Kairós</title>
		<link>https://blog.ijep.com.br/o-contemporaneo-e-o-moderno-cronos-e-kairos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Waldemar Magaldi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Mar 2022 18:29:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Metanoia]]></category>
		<category><![CDATA[Mitologia e Símbolos]]></category>
		<category><![CDATA[Professores do IJEP]]></category>
		<category><![CDATA[carl gustav jung]]></category>
		<category><![CDATA[crono]]></category>
		<category><![CDATA[cronos]]></category>
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		<category><![CDATA[modernidade]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[sentido da vida]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[waldemar magaldi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O mundo em que penetramos ao nascer, é brutal e cruel &#8211; ao mesmo tempo é de uma beleza divina. É uma questão de temperamento acreditar no predomínio do que faz sentido ou do que não faz sentido. Se este último dominasse de maneira absoluta, o aspecto sensato da vida desapareceria cada vez mais, em [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>&#8220;O</em> <em>mundo em que penetramos ao nascer, é brutal e cruel &#8211; ao mesmo tempo é de uma beleza divina. É uma questão de temperamento acreditar no predomínio do que faz sentido ou do que não faz sentido. Se este último dominasse de maneira absoluta, o aspecto sensato da vida desapareceria cada vez mais, em função da evolução. Mas não é, ou não me parece ser o caso. Como em toda questão de metafísica, ambos são provavelmente verdadeiros: a vida é sentido e não-sentido, ou possui sentido e não-sentido.Tenho a ansiosa esperança que o sentido prevalecerá e ganhará a batalha&#8221;. </em></p><cite><strong>C. G. Jung &#8211; Memórias, Sonhos e Reflexões</strong></cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cronos e Kairos</strong> são dois seres mitológicos advindos da cultura greco-romana. <strong>Cronos</strong> refere-se ao tempo de <strong>Saturno</strong> que é cronológico, quantitativo, lógico e sequencial, o tempo que se mede, o tempo que nos resta para a morte, o &#8220;tempo dos homens&#8221; &#8211; que pode ser dividido em anos, meses, semanas, dias, horas, etc. <strong>Kairós</strong> representa o tempo de <strong>Urano</strong>, um momento indeterminado onde algo especial acontece, é a experiência do momento oportuno, teleologicamente, é usado para descrever a forma qualitativa do tempo, o &#8220;tempo de Deus&#8221; &#8211; que não pode ser medido e, por isso mesmo, supera o medo da morte, representado pela expressão latina: Carpe Diem.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><strong>Cronos</strong></strong>, na mitologia, castrou seu pai <strong>Urano</strong>, estabelecendo logos aos Caos, assumindo o poder e o trono de seu pai, passando a devorar seus filhos, para evitar futuros oponentes. Por isso, essa perspectiva do tempo é devoradora. Ele também é associado à  figura das três Parcas ou Moiras, as &#8220;Fiandeiras do Destino&#8221;, filhas de Nyx, deusa da noite: Clotho é a tecelã, responsável por tecer o destino com seu fuso mágico, Lachesis é a medidora, distribui e avalia o fio da vida e Atropos, a que corta e dá fim à vida. Ele é cíclico e representa as estações e o tempo rítmico do Sol, entre dormir e acordar, nascer e morrer.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Kairós</strong>, por sua vez, nos dá a capacidade artística de compreender a qualidade do tempo. O tempo certo de cada coisa, que nos possibilita transformar o presente num agradável&nbsp;presente! É simultaneamente o tempo de ter tempo, perder tempo e se entregar ao tempo, com paz e fé. O tempo do encantamento, do&nbsp;Once Upon a Time&nbsp;&#8211; o era uma vez dos contos de fadas. É o tempo do agora, indo além da ilusão do tempo do relógio, com peso, cheiro, cor, sabor e som únicos, que nos faz&nbsp;re-cor-dar&nbsp;&#8211; lembrar para sempre, gravando na memória do coração, decorando, aquela experiência que pode representar toda a existência em apenas um&nbsp;atmo&nbsp;de tempo. Em função da existência do tempo de&nbsp;Kairós&nbsp;nenhum experimento é passível de ser repetido nas mesmas condições, porque cada momento é único. Abalando toda base da ciência mecanicista causal, por ser impossível controlar todas variáveis, por conta do princípio da incerteza e pela influência dos observadores, impossibilitando reproduzir o passado!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Carl Gustav Jung&nbsp;</strong>(1875-1961), uma das mais vigorosas expressões da ciência psicológica, trabalhou muito mais a serviço do tempo de&nbsp;Kairós,&nbsp;sempre comprometido com a ampliação da consciência do homem contemporâneo, que é menos abrangente que o homem moderno, por&nbsp;não saber reconhecer e integrar seus aspectos primitivos e ancestrais, presentes na sombra individual e coletiva. Desta forma, passamos a perceber que o homem contemporâneo, sem o engajamento com a modernidade, torna-se um ser individualista, consumista, alienando de si mesmo, tornando-se anestesiado, apesar de normoticamente adaptado a essa sociedade doente e cada vez mais dependente de substâncias psicoativas, lícitas ou ilícitas, e de uma infinidade de produtos supérfluos e descartáveis, num crescente desencantamento do mundo e dessacralização da vida!</p>



<p class="wp-block-paragraph">O homem contemporâneo, preso exclusivamente no tempo de <strong><strong>Cronos</strong></strong>, fica oscilando entre as mágoas ou culpas do passado e a ansiedade ou medo do futuro, cada vez mais angustiado com a celeridade do tempo e o sentimento de falta de tempo. Devido sua incapacidade de tirar proveito saudável e pedagógico do passado ou de fazer planejamento com significado e sentido para sua evolução existencial, perde-se de si mesmo. Essa condição acaba, de forma defensiva e reativa à depressão, fazendo-o buscar apenas o consumo e o acúmulo material, negando a dimensão espiritual e, consequentemente, a paz. Isso faz com que ele confunda amor com desejo, transformando toda sua vida numa rotina de conquistas materiais e efêmeras. Uma outra metáfora para representar o contemporâneo e o moderno está na metáfora que <strong>Jung</strong> usa no Livro Vermelho (Liber Novus), fazendo a diferenciação entre o espírito da época e o espírito da profundeza:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>&#8220;O espírito dessa época disse-me em voz baixa: ‘Este sentido supremo, esta imagem de Deus, esta interfusão do quente e do frio, isto és somente tu. Mas o espírito da profundeza falou-me: ‘Tu és uma imagem do mundo infinito, todos os últimos mistérios do vir a ser e do cessar de ser moram em ti. Se não possuísses tudo isso, como poderias conhecer?&#8221;</em></p><cite><strong>Carl Gustav Jung, Liber Novus</strong></cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o homem contemporâneo é um conceito cronológico que representa a totalidade dos indivíduos viventes, ligados ao espírito da época, o homem moderno é aquele que se diferencia da massa, por ter profunda consciência do presente, integrando-a ao espírito das profundezas, para que seu chamado teleológico e seus conteúdos imanentes, advindos do inconsciente coletivo, possam se expressar, egoicamente, no seu engajamento ao processo de individuação, visando sua transcendência. Óbvio que, diante das &#8220;tentações&#8221; do prazer sensorial, em todos os sentidos, da sexualidade, da vaidade e da riqueza, onde a ilusão do poder e do controle, promete ao homem contemporâneo muita alegria e sucesso, fica cada vez mais difícil, abrir mão desta promessa espetacular, ainda que vazia e líquida, para entranhar-se nos mistérios do amor, enfrentando a sombra, colocando em risco a persona do puritano realizado, até encontrar o sangue do dragão, o estado alquímico da rubedo, para contribuir na realização da alma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste sentido, a prática das terapias, com abordagens junguianas, <strong>tem objetivo de despertar o ser moderno e a percepção do tempo de&nbsp;Kairós, no homem contemporâneo.</strong> Alinhando-o com o presente, consciente e consequente da sua trajetória temporal, do passado rumo ao futuro, com sentido e significado existencial, comprometido com a história e com a cultura, numa atitude de amor, valorizando o pleno exercício da liberdade, devido a prática da alteridade, e da consciência de si mesmo, apesar das contínuas e presentes interferências do Estado, do mercado e muitas instituições religiosas que, equivocadamente, podem tentar afastá-lo, simultaneamente e reciprocamente, destas conquistas! Para que a Paz e o Bem estejam com ele e sejam praticados por ele, todo tempo, na dinâmica do: <strong>Servir para Ser</strong>! Conscientemente engajado no processo de individuação que, em última instância, é a consecução teleológica presente na imanência do nosso Self, de acordo com esta citação de Jung, no livro Símbolos da Transformação &#8211; §99.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>&#8220;Como o inconsciente impôs aos homens em última análise um destino espiritual em sentido mais amplo e em grau cada vez maior, foi desta experiência que resultou o conceito de que a figura de Deus é um espírito e este deseja o espírito. Isto não é invenção nem do cristianismo nem dos filósofos, mas uma experiência humana primitiva que também o ateu confirma. (Neste caso trata-se apenas daquilo de que se fala, não de sua aceitação ou negação.) A outra definição de Deus por isto diz: &#8220;Deus é Espírito&#8221;. A imagem pneumática de Deus acentuou-se de forma especial no Logos, conferindo ao &#8220;amor&#8221; que provém de Deus um caráter especial, isto é, o da abstração, como o encontramos no conceito do amor cristão.&#8221;</em></p><cite>Carl Gustav Jung, Símbolos da Transformação</cite></blockquote>



<p class="has-text-align-right wp-block-paragraph"><strong>Autor: Waldemar Magaldi</strong></p>
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