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	<title>Arquivos participação mistica - Blog IJEP</title>
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	<description>Artigos do IJEP - Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa</description>
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	<title>Arquivos participação mistica - Blog IJEP</title>
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		<title>Banho de Floresta e Participação Mística</title>
		<link>https://blog.ijep.com.br/banho-de-floresta-e-participacao-mistica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Elfriede Walzberg]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 20:01:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Estresse]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Junguiana]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria de Carl Gustav Jung]]></category>
		<category><![CDATA[floresta]]></category>
		<category><![CDATA[jung]]></category>
		<category><![CDATA[participação mistica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8230; Adentrei a vida da floresta marrom,E a grande vida dos antigos cumes, a paciência da pedra, senti as mudanças nas veiasNa garganta da montanha, um grão em muitos séculos, temos nosso tempo, não o seu; e fui o riachoEscoando os galhos da floresta; e fui o alce bebendo; e fui as estrelasFervendo de luz, [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-pullquote" style="font-size:20px"><blockquote><p><em>&#8230; Adentrei a vida da floresta marrom,<br>E a grande vida dos antigos cumes, a paciência da pedra, senti as mudanças nas veias<br>Na garganta da montanha, um grão em muitos séculos, temos nosso tempo, não o seu; e fui o riacho<br>Escoando os galhos da floresta; e fui o alce bebendo; e fui as estrelas<br>Fervendo de luz, vagando solitárias, cada qual senhora de seu próprio ápice; e fui a escuridão<br>Ao redor das estrelas, incluí-as, elas eram parte de mim. Fui ainda a humanidade, um líquen móvel<br>Na face da pedra redonda&#8230;<br>&#8230; como posso expressar a dignidade que encontrei, que não tem cor, mas clareza;<br>Não o mel, mas o êxtase&#8230;</em></p><cite>Jeffers, Robinson apud <a>Macy, J; Brown</a>, M. Y., 2004, p. 37-38</cite></blockquote></figure>



<p style="font-size:19px"><strong>Resumo</strong>: Neste artigo aborda-se a aproximação da experiência de (re)conexão do <strong>banho de floresta</strong> com o termo <strong>participação mística </strong>presente na narrativa junguiana. Ambos os temas são apresentados enfatizando-se aspectos que os aproximam. Essa reflexão traz a importância de uma mudança de perspectiva dos seres humanos em relação à natureza para atravessar a crise que afeta o planeta Terra.</p>



<p style="font-size:19px">Referindo-se às estrofes acima <strong>Macy</strong> e <strong>Brown</strong> (2004) colocam a importância de haver mudanças nos seres humanos em relação ao mundo natural para um despertar de uma grande mudança (Grande Virada) que possua uma base cognitiva, espiritual e perceptiva para a humanidade passar pela crise que afeta o planeta Terra:</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-essa-mudanca-em-nosso-senso-de-identidade-salvara-vidas-nos-traumas-sociopoliticos-e-ecologicos-que-nos-aguardam-macy-brown-2004-p-38" style="font-size:19px">“<strong>Essa mudança em nosso senso de identidade salvará vidas nos traumas sociopolíticos e ecológicos que nos aguardam</strong>.” (MACY; BROWN, 2004, p.38)</h2>



<p style="font-size:19px">Com essa colocação pontuo a importância de uma mudança de perspectiva dos seres humanos em relação à natureza trazendo relevância para a seguinte reflexão: poderia a experiência de (re)conexão do <strong>Banho de Floresta</strong> ser aproximada do termo participação mística presente na narrativa junguiana? Essa questão me surgiu ao participar de Banhos de Floresta e ao ouvir o relato de outros participantes (que conduzi ou foram conduzidos por outros guias de Banho de Floresta).</p>



<p style="font-size:19px">Serão abordados a seguir, de forma breve, o <strong>Banho de Floresta</strong> e a <strong>Participação Mística</strong>, com ênfase em aspectos que os aproximam.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-banho-de-floresta-ou-shinrin-yoku" style="font-size:22px">Banho de Floresta ou <em>Shinrin-Yoku</em></h2>



<p style="font-size:19px">O Banho de Floresta é também conhecido pelo termo <a><em>Shinrin-Yoku</em></a>. <em>Shinrin</em> traduz-se como floresta e <em>Yoku</em> pode ser traduzido por banhar-se. De forma mais abrangente é possível compreender <em>Shinrin-Yoku</em> como banhar-se na atmosfera da floresta com todos os sentidos despertos. (cf. SELHUB; LOGAN, 2012) Essa expressão foi criada no Japão por Tomohide Akiyama, em 1982, que teve como objetivo ter uma marca única que associasse o ecoturismo de florestas com saúde e bem-estar. (cf. CLIFFORD, 2018)</p>



<p style="font-size:19px">Os Banhos de Floresta, no entanto, são práticas com <strong>raízes ancestrais</strong>. O xintoísmo, religião tradicional japonesa que teve forte influência na formação do povo japonês, acredita no poder curativo das florestas e tem a visão de que todas as coisas &#8211; rios, montanhas, árvores&#8230; &#8211; são habitadas por espíritos. Povos originários por todo o planeta sempre buscaram a cura em meio ao mundo natural: colhendo ervas, raízes, fazendo rituais e entrando em relação com outros seres.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-onde-houver-povos-tradicionais-e-florestas-ha-praticas-terapeuticas-baseadas-na-floresta-clifford-2018-p-23" style="font-size:19px">“Onde houver povos tradicionais e florestas, há práticas terapêuticas baseadas na floresta.” <a>(CLIFFORD, 2018, p 23)</a></h2>



<p style="font-size:19px">Vários benefícios a nível físico e psíquico estão sendo comprovados atualmente para o ser humano que participa do <em>Shinrin-Yoku. </em>Benefícios como diminuição do stress, da ansiedade e dos sintomas depressivos; melhora no sono e na sensação de vivacidade foram confirmados por pesquisas realizadas por uma equipe na Universidade de Chiba pelo Centro de Meio Ambiente, Saúde e Serviços de Campo. Em outras pesquisas resultados objetivos de queda de cortisol, frequência cardíaca e pressão arterial foram constatados, que afetam o sistema circulatório e nervoso parassimpático, o que resulta em diminuição do stress (cf. SELHUB; LOGAN, 2012, p.19). </p>



<p style="font-size:19px">O aumento da imunidade foi outro benefício constatado, segundo Li e colaboradores (2009) pelo aumento das células assassinas naturais humanas (células NK) após a exposição a fitoncidas de árvores, presente em florestas. &nbsp;A consideração dos resultados das pesquisas científicas atuais relacionadas aos Banhos de Floresta e o reconhecimento e aceitação da natureza como parte dos seres humanos é de extrema importância, pois acarretará numa grande influência na sobrevivência de indivíduos, de nações e do planeta. Pode-se entender que o cérebro é influenciado pela natureza e responde ao ambiente natural, isso influencia diretamente na saúde dos seres humanos e do planeta, além de diminuir o distanciamento da natureza que leva a um menor envolvimento perante a crise ambiental (cf. SELHUB; LOGAN, 2012).</p>



<p style="font-size:19px">Durante a prática do Banho de Floresta os sentidos são percebidos, os pensamentos vão diminuindo de intensidade e há um foco no estado presente que faz com que a floresta seja percebida.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-quando-permitimos-que-a-floresta-ocupe-o-seu-lugar-dentro-de-nos-ela-ajuda-a-capacidade-natural-de-cura-e-bem-estar-do-nosso-corpo-clifford-2018-p-nbsp-20" style="font-size:19px">“Quando permitimos que a floresta ocupe o seu lugar dentro de nós, ela ajuda a capacidade natural de cura e bem-estar do nosso corpo.” (CLIFFORD,2018, p.&nbsp; 20)</h2>



<p style="font-size:19px">O foco da prática é a ligação e a relação, sentir e experienciar o pertencimento ao mundo natural, o ritmo é lento (diferenciando-se de uma caminhada), busca-se o silêncio e a imobilidade. Segundo <strong>Clifford</strong> (2018, p. 22):</p>



<figure class="wp-block-pullquote" style="font-size:19px"><blockquote><p>Tomar um banho de floresta é ficar imerso num estado de graça que permeia o mundo, sentir um poder imanente e uma beleza que estão em todo o lado, a sussurrar. É a nossa herança humana enquanto membros da comunidade da Terra, não apenas para ouvir esses sussurros, mas para lhes juntarmos as nossas próprias vozes. Se aprendermos isto, talvez possamos começar a reparar alguns dos danos que a nossa espécie causou e encontrar novas maneiras de cuidar do bem-estar do vasto mundo selvagem.</p></blockquote></figure>



<p style="font-size:19px">O Banho de Floresta é uma prática de conexão com o mundo natural e que, segundo Li (2018), traz um sexto sentido além dos cinco sempre mencionados – tato, paladar, visão, olfato, audição – que proporciona uma conexão além do limite humano, uma conexão com o mundo. Segundo o autor é uma sensação de felicidade e de entusiasmo, de transcendência, que quando experienciada pode-se dizer que realmente ‘banhou-se em uma floresta’.</p>



<p style="font-size:19px">Após essa breve apresentação sobre o Banho de Floresta será apresentada a Participação Mística presente na psicologia junguiana.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-participacao-mistica-nbsp-nbsp-nbsp-nbsp" style="font-size:22px">Participação Mística&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</h2>



<p style="font-size:19px">O antropólogo, filósofo, escritor, sociólogo e professor universitário da universidade de Paris, Lucien Lévy-Bruhl (Paris,1857 – id.,1939) (cf. WIKIPÉDIA, 2013) descreveu o termo <em>participation mystique. </em><strong>Elealega</strong> que a participação mística ocorre nos povos originários, pois estes não compreendem a alma (psique) como uma unidade. Muitos deles acreditam ter uma “alma do mato” além da sua própria (em algum animal selvagem ou árvore) com a qual mantem uma identidade psíquica. <strong>Lévy-Bruhl </strong>chega a retirar essa descrição que fez, devido às críticas ocorridas, mas Jung acredita que seus críticos foram injustos (cf. JUNG, 2009) e afirma que é “<strong>um fenômeno psicológico bem conhecido o de um indivíduo identificar-se, inconscientemente, com alguma outra pessoa ou objeto</strong>.” (JUNG, 1995, p.24).</p>



<p style="font-size:19px">A participação mística é um fato psicológico onde “<strong>entre o sujeito e o objeto não há aquela distinção absoluta que se encontra em nossa mente racional. O que acontece fora, acontece também dentro dele, e o que acontece dentro dele, acontece também fora</strong>.” (JUNG, 2013a, p.98)</p>



<p style="font-size:19px">É a partir do inconsciente que a consciência se desenvolveu e ainda continua em processo de desenvolvimento. Estima-se que esse processo trabalhoso e lento alcançou o estado de civilização por volta de 4000 a.C. com a invenção da escrita, mas que ainda está longe de sua conclusão, pois muitas partes da alma humana ainda se encontram na escuridão (cf. JUNG, 1995).</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-segundo-jung-2009-p-23-a-psique-constituida-pela-consciencia-e-pelo-inconsciente-e-uma-parte-da-natureza-e-como-esta-ilimitada" style="font-size:19px">Segundo Jung (2009, p.23), a psique (constituída pela consciência e pelo inconsciente) é uma parte da natureza e, como esta, ilimitada.</h2>



<p style="font-size:19px">A consciência ainda não chegou a um grau razoável de continuidade, ocorrendo ainda fragmentações. O ser “civilizado” tem a capacidade de se concentrar em determinada situação, mas acaba suprimindo aspectos psíquicos que podem emergir espontaneamente sem a consciência esperar que isso ocorra, sendo esta situação conhecida pelos povos originários como “perda da alma”. <strong>Jung</strong> (1995, p.25) coloca que:</p>



<figure class="wp-block-pullquote" style="font-size:19px"><blockquote><p>[&#8230;] mesmo nos nossos dias, a unidade da consciência ainda é algo precário e que pode ser facilmente rompido. A faculdade de controlar emoções que, de um certo ponto de vista, é muito vantajosa, seria, por outro lado, uma qualidade bastante discutível já que despoja o relacionamento humano de toda a sua variedade, de todo o colorido e de todo o calor.</p></blockquote></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-e-sob-esta-perspectiva-que-devemos-examinar-a-importancia-dos-sonhos-fantasias-inconscientes-evasivas-precarias-vagas-e-incertas-do-nosso-inconsciente" style="font-size:19px">É sob esta perspectiva que devemos examinar a importância dos sonhos — fantasias inconscientes, evasivas, precárias, vagas e incertas do nosso inconsciente.</h2>



<p style="font-size:19px">Segundo Jung “<strong>a mente humana não existe (e não pode existir) fora de uma estrutura mítica, e negar a participação mística no universo apenas força a psique a encontrar outras estruturas de criação de sentido</strong>” (JUNG, 2023, p. 66 &#8211; 67, posfácio de Tim Newcomb). A participação mística seria um estado apriorístico verificado no ser humano, existente na relação do homem tradicional com o objeto, onde seus objetos têm animação dinâmica, estão carregados de matéria ou força anímica (mas nem sempre dotados de alma, como pretende a hipótese animista) e exercem influência psíquica direta sobre as pessoas, produzindo nelas como que uma identidade dinâmica com seu objeto (JUNG, 2013b, p. 308).</p>



<p style="font-size:19px">Tanto a abstração (verificada na introversão) quanto a empatia (verificada na extroversão) são “mecanismos de adaptação e proteção” contra perigos externos, defesas da consciência em relação à participação mística:</p>



<figure class="wp-block-pullquote" style="font-size:19px"><blockquote><p>Assim como para o abstrativo a imagem abstrata representa um engaste, um muro protetor contra os efeitos destrutivos dos objetos inconscientemente animados, a transferência para o objeto é para o empatizante uma proteção contra a dissolução por fatores internos subjetivos que consistem em possibilidades ilimitadas da fantasia e correspondentes impulsos à ação. </p><cite>(JUNG, 2013b, p.310)</cite></blockquote></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-apos-breve-apresentacao-do-banho-de-floresta-e-da-participacao-mistica-a-reflexao-sobre-a-experiencia-de-re-conexao-do-banho-de-floresta-poder-ser-aproximada-do-termo-participacao-mistica-presente-na-narrativa-junguiana-pode-tomar-continuidade" style="font-size:19px">Após breve apresentação do Banho de Floresta e da Participação Mística, a reflexão sobre a experiência de (re) conexão do Banho de Floresta poder ser aproximada do termo participação mística presente na narrativa junguiana pode tomar continuidade.</h2>



<p style="font-size:19px"><strong>Seria a participação mística um estado de consciência diferenciado</strong>? Talvez uma <em>consciência conscientemente inconsciente</em> onde não há nem a defesa empática nem a abstrativa, onde a experiência psíquica não seja nem introversão nem extroversão, onde o colorido do mundo natural é vivido no seu calor e variedade e onde a conexão com o mundo natural acontece para além do limite humano, como é a sensação ao participar de um Banho de Floresta. É, conforme Clifford (2018), ser natureza, estar em estado de comunidade com o mundo natural.</p>



<p style="font-size:19px">Segundo <strong>Tacey</strong> (2009) o estado de participação mística presente nos aborígenes como em outros povos originários até a contemporaneidade é espontâneo e automático. O autor enfatiza que se deve tentar recuperar algo de semelhante para voltar ao passado e reanimar o mundo, porém de uma forma nova.</p>



<p style="font-size:19px">Uma guinada para além do mundo racional sem ser uma regressão para o passado, mas como num movimento cultural em espiral onde não haverá perda para a consciência e para a civilização, mas visando atingir uma consciência mais ampliada. Não haverá renúncia do intelecto e nem repressão do desenvolvimento, mas uma diminuição da ênfase dada a ambos com um simultâneo envolvimento com o lado originário do ser humano. <strong>Será um desenvolvimento espiritual e não egóico</strong>.</p>



<p style="font-size:19px">O Banho de Floresta proporciona a (re) conexão do ser humano com o mundo natural com uma experiência bem semelhante à participação mística e pode ser considerado, eventualmente, como uma nova forma de experienciar a participação mística, já fazendo parte do movimento em espiral para uma consciência mais integrada e estar atuando na Grande Virada.</p>



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<iframe title="Artigo novo: &quot;Banho de Floresta e Participação Mística&quot;" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/of_HRZw0EEs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p style="font-size:19px"><a href="https://blog.sudamar.com.br/author/elfriede-cristina-seidel-walzberg/"><strong>Elfriede Walzberg &#8211; Analista em Formação</strong> <strong>do IJEP</strong></a></p>



<p style="font-size:19px"><a href="https://blog.sudamar.com.br/author/ajaxsalvador/"><strong>Ajax Perez Salvador &#8211; Analista Didata</strong> <strong>do IJEP</strong></a></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-referencias"><strong>Referências</strong>:</h2>



<p>JUNG, C. G. A natureza da psique. 10.ed. Petrópolis: Vozes, 2013a</p>



<p>__________ Der Mensch und seine Symbole. 17.ed. Düsseldorf: Patmos, 2009.</p>



<p>__________ O Homem e seus Símbolos. 5.ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,1995.</p>



<p>__________Sete sermões aos mortos. Orlando: Press, 2023.</p>



<p>__________ Tipos psicológicos. 7.ed. Petrópolis: Vozes, 2013b</p>



<p>CLIFFORD, M. AMOS. O guia dos banhos de floresta. <a>[s.l.] </a>Lua de Papel, 2018.</p>



<p>LI, QING. Forest bathing: how trees can help you find health and happiness. [s.l.] Penguin Life, 2018.</p>



<p>&nbsp;LI, Q.; KOBAYASHI, M.; WAKAYAMA, Y.; INAGAKI, H.; KATSUMATA, M.; HIRATA, Y.; HIRATA, K.; SHIMIZU, T.; KAWADA, T.; PARK&#8217;, T B.; OHIRA, J.; KAGAWA, T.; MIYAZAK, Y. Efeito do fitoncídio de árvores nas células assassinas naturais humanas. Revista Internacional de Imunopatologia e Farmacologia. Vol. 22, no. 4, 950-959 25 ago. 2009.&nbsp;</p>



<p>MACY, J; BROWN, M. Y. Nossa vida como gaia. São Paulo: Gaia, 2004.</p>



<p>SELHUB, E. M.; LOGAN, A. C. Your brain on nature: the science of nature’s influence on your health, happiness and vitality.<strong> </strong>Toronto: Collins, 2012.</p>



<p>Tacey, D. Edge of the sacred &#8211; Jung, psyche, earth. Einsiedeln: Daimon, 2009</p>



<p>Wikipédia – a enciclopédia livre. (2013) Lucien Lévy-Bruhl. Disponível em: <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lucien_L%C3%A9vy-Bruhl">https://pt.wikipedia.org/wiki/Lucien_L%C3%A9vy-Bruhl</a> Acesso em: 21 jun 2025.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-canais-ijep"><strong>Canais IJEP:</strong></h2>



<figure class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://blog.sudamar.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1-1024x576.png" alt="" class="wp-image-10882" srcset="https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1-1024x576.png 1024w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1-300x169.png 300w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1-768x432.png 768w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1-150x84.png 150w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1-450x253.png 450w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-1.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>Pós-graduações&nbsp;</strong>– Certificado pelo MEC – 2 anos de duração- Psicologia Junguiana; Arteterapia e Expressões Criativas; Psicossomática;&nbsp;<strong>Matrículas abertas</strong>:&nbsp;<a href="http://www.ijep.com.br/">www.ijep.com.br</a></p>



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<p><strong>YouTube</strong>&nbsp;<strong>IJEP</strong>:&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/@IJEPJung/videos">+700 vídeos de conteúdo junguiano</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://www.youtube.com/@IJEPJung/videos"><img decoding="async" width="1024" height="772" src="https://blog.sudamar.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-2-1024x772.png" alt="" class="wp-image-10909" style="width:651px;height:auto" srcset="https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-2-1024x772.png 1024w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-2-300x226.png 300w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-2-768x579.png 768w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-2-150x113.png 150w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-2-450x339.png 450w, https://blog.ijep.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-2.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
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