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quarta-feira, fevereiro 25
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O presente artigo busca refletir o dito popular “praga de mãe pega” a partir da Psicologia Analítica. Parte-se da hipótese de que os ditados populares podem ser compreendidos como representações arquetípicas, por condensarem experiências psíquicas recorrentes vividas coletivamente. Nesse sentido, o texto analisa especificamente o referido ditado à luz da teoria dos complexos, buscando compreender de que modo a palavra materna, adquire força organizadora na vida psíquica do indivíduo. A reflexão articula contribuições de Jung, o folclore brasileiro e narrativas míticas e contemporâneas, sustentando que o ditado traduz uma dinâmica psíquica profunda relacionada ao vínculo primário e às repetições que dele derivam.

Praga de mãe pega? Uma reflexão sobre o dito popular pelo olhar da Psicologia Analítica

O presente artigo busca refletir o dito popular “praga de mãe pega” a partir da Psicologia Analítica. Parte-se da hipótese de que os ditados populares podem ser compreendidos como representações arquetípicas, por condensarem experiências psíquicas recorrentes vividas coletivamente. Nesse sentido, o texto analisa especificamente o referido ditado à luz da teoria dos complexos, buscando compreender de que modo a palavra materna, adquire força organizadora na vida psíquica do indivíduo. A reflexão articula contribuições de Jung, o folclore brasileiro e narrativas míticas e contemporâneas, sustentando que o ditado traduz uma dinâmica psíquica profunda relacionada ao vínculo primário e às repetições que dele derivam.

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