Demo
Leia meus artigos
Leia meus artigos
No século XII, em plena Idade Média, período em que às mulheres cabiam o silêncio e a obediência aos maridos, além de serem proibidas de estudar e ter acesso aos livros, viveu uma mulher que ganhou grande notoriedade. Santa Hildegarda de Bingen se destacou em teologia, filosofia, música e medicina, entre outras áreas. Respeitada como profetiza e visionária, Hildegarda deixou registrado em sua obra um vasto conhecimento sobre medicina integrativa. Seu tratamento compreendia aliar remédios a partir de plantas medicinais a um estilo de vida mais harmônico, tanto consigo mesmo, quanto com a natureza e com o divino. Até os dias atuais, podemos perceber sua influência em movimentos ecológicos, pacifistas, naturalistas e até feministas. Sua visão, que integrava corpo, mente e alma, não faria dela uma psicossomatista em plena Idade Média? Esse artigo traz um pouco de sua incrível história e se debruça sobre sua faceta de curadora de corpos e almas.

Hildegarda de Bingen, uma Psicossomatista no Século XII?

No século XII, em plena Idade Média, período em que às mulheres cabiam o silêncio e a obediência aos maridos, além de serem proibidas de estudar e ter acesso aos livros, viveu uma mulher que ganhou grande notoriedade. Santa Hildegarda de Bingen se destacou em teologia, filosofia, música e medicina, entre outras áreas. Respeitada como profetiza e visionária, Hildegarda deixou registrado em sua obra um vasto conhecimento sobre medicina integrativa. Seu tratamento compreendia aliar remédios a partir de plantas medicinais a um estilo de vida mais harmônico, tanto consigo mesmo, quanto com a natureza e com o divino. Até os dias atuais, podemos perceber sua influência em movimentos ecológicos, pacifistas, naturalistas e até feministas. Sua visão, que integrava corpo, mente e alma, não faria dela uma psicossomatista em plena Idade Média? Esse artigo traz um pouco de sua incrível história e se debruça sobre sua faceta de curadora de corpos e almas.

Leia mais »
O artigo explora o simbolismo do fio como condutor do destino, da criação e da jornada interior em busca do significado de vida. Passando por diferentes culturas e narrativas, trazemos para o centro da reflexão o mito de Teseu, em que o fio de Ariadne pode ser pensado como a conexão entre a consciência e o inconsciente, permitindo que o indivíduo encontre seu caminho em momentos de crise e transformação.

O Fio que nos Conduz

The way it is (tradução nossa)Há um fio que você segue. Ele passa entre as coisas que mudam. Mas ele não muda. As pessoas se

Leia mais »