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A Serpente e a Cura: O trocar de pele no Processo de Individuação Feminino
O artigo analisa o símbolo da serpente, à luz da psicologia analítica de Carl Gustav Jung, como representação do processo de individuação feminina. A serpente, com sua capacidade de trocar de pele, simboliza a necessidade de abandonar padrões antigos, integrar a sombra e reconectar-se com a dimensão instintiva. A verdadeira cura do feminino ocorre por meio da transformação psíquica, da coragem de romper com papéis impostos e da busca por autenticidade.

Subir a Montanha: O Legado da Individuação Feminina
Nesse poema, a poeta Rupi Kaur nos convida a refletir sobre a responsabilidade de honrar e perpetuar a luta das gerações passadas para que possamos contribuir com a evolução das futuras gerações de mulheres. Através dele, proponho refletirmos o processo da individuação feminina de forma não apenas pessoal, mas também em seu caráter coletivo e transformador.

João e Maria e o retorno para casa: A União do Masculino e do Feminino
Resumo: Este artigo, fundamentado na psicologia analítica de Carl Gustav Jung, propõe uma leitura simbólica do conto de fadas João e Maria, explorando a jornada

O ARQUÉTIPO DA POMBAGIRA E A SOMBRA DO FEMININO COMO SAGRADO
“E eu achei uma coisa mais amarga do que a morte, a mulher cujo coração são laços e redes, e cujas mãos são grilhões; quem
