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Intuição em Jung: O Olhar que Atravessa a Névoa

Você vê apenas o que está à sua frente? A Sensação vê o fato. A Intuição vê a possibilidade. Carl Jung nos ensinou que, sem a intuição, vivemos presos na “prisão do óbvio”. Neste artigo, desvendamos como a Intuição serviu de instrumento para a construção da teoria de Jung e como podemos e devemos utilizá-la para alinhar nossas decisões com nosso verdadeiro destino. Liberte-se da ditadura do concreto.

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O mito de Deméter, sua filha Core, e Hades, o senhor do submundo, permanece uma das narrativas mais primordiais e pulsantes da psique humana. Longe de ser um mero conto de deuses, ele funciona como um espelho da alma, uma estrutura arquetípica onde se refletem as mais íntimas ressonâncias da condição humana, especialmente no que tange à relação mãe-filha, à perda, ao crescimento e à transformação. Em sua beleza crua, o mito nos convida a explorar as profundezas de nossa própria existência, catalisado pela força invisível de Afrodite, cuja influência tece as paixões e os conflitos que impulsionam tanto a destruição quanto o crescimento evolutivo.

Deméter, Perséfone e Hades: O Mito Revisitado à Luz da Psique Contemporânea e a Drogadição

O mito de Deméter, sua filha Core, e Hades, o senhor do submundo, permanece uma das narrativas mais primordiais e pulsantes da psique humana. Longe de ser um mero conto de deuses, ele funciona como um espelho da alma, uma estrutura arquetípica onde se refletem as mais íntimas ressonâncias da condição humana, especialmente no que tange à relação mãe-filha, à perda, ao crescimento e à transformação. Em sua beleza crua, o mito nos convida a explorar as profundezas de nossa própria existência, catalisado pela força invisível de Afrodite, cuja influência tece as paixões e os conflitos que impulsionam tanto a destruição quanto o crescimento evolutivo. Ao revisitar esta história, integramos a profundidade da psicologia analítica de Jung para iluminar sua chocante relevância em nosso tempo, um tempo marcado por ausências, vazios e uma busca desesperada por totalidade, que de forma equivocada pode acabar em drogadição.

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Análise Junguiana do Mito de Eros e Psique e sua Relevância Contemporânea: quando o amor imortaliza a alma e a alma amadurece o amor

Neste ensaio, Waldemar Magaldi faz uma releitura junguiana do mito de Eros e Psique revelando um roteiro atual da individuação: provocada pelo excesso de beleza, irmãs Inveja e Discórdia e a transgressão de Psique — acender a lamparina e ver o invisível — inaugura a passagem da paixão idealizada ao amor consciente. Atravessando as quatro tarefas de Afrodite. O texto mostra como a alma aprende a discriminar, ordenar, suportar a perda e acolher o mistério, até que amor e alma se coamadureçam na coniunctio. Entre clínica e cultura, o artigo ilumina melancolia, depressão, vínculos e autonomia, oferecendo perguntas práticas para transformar crise em crescimento — quando o amor imortaliza a alma e a alma amadurece o amor.

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Ismocracismo Patriarcal e as causas do machismo estrutural e do feminicídio

Ismocracismo Patriarcal

ISMOCRACISMO PATRIARCAL
Nossa história diante dos “ismos”, e as agressões advindas do territorialismo e sectarismo dos pseudojunguianos incomodados, invejosos ou ressentidos que não conseguem compreender que esses ismos são as causas do machismo estrutural e do feminicídio

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Porque a arteterapia cura #1 – O Ponto

Ponto de vista, ponto de encontro, ponto com, ponto br, ponto de partida ou de chegada, dê um ponto final nesta história, você chegou ao ponto em que eu queria, a equipe fez 40 pontos neste campeonato… Você já colocou reparo no quanto a palavra ponto está em nossa linguagem costumeiramente? Usada como expressão ou literalmente, dificilmente não é usada ao longo do dia.

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