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Este artigo discute a concepção junguiana da arte visionária como expressão simbólica de conteúdos oriundos do inconsciente coletivo. Analisa-se a função compensatória da criação artística diante das unilateralidades do espírito do tempo e a atuação do artista como mediador entre a psique coletiva e a consciência histórica, coletiva e cultural. Nessa perspectiva, o artista visionário assume uma função de psicopompo, conferindo forma e linguagem a conteúdos ainda não assimilados pela consciência. A arte se configura, assim, como modalidade de comunicação simbólica capaz de produzir novos sentidos e ampliar as possibilidades de compreensão individual e coletiva.
Neste artigo, a proposta é aproximar a costura, um recurso usado no campo da arteterapia, através do tecido, a aspectos da psicologia analítica e pensar na magia que dá origem a imagem do encontro entre a arte e o próprio processo de análise. O tecido nesse artigo se apresenta como tela de expressão de alma. O texto apresenta o simbolismo do tecido e o tecer relacionando com a estrutura psíquica dentro do referencial Junguiano.
O Presente artigo comemora o aniversário de Nise da Silveira, importante psiquiatra que revolucionou a psiquiatria no Brasil, recusando-se a aplicar os tratamentos da época, que eram bastante violentos. O artigo fala da trajetória desta mulher extraordinária, do seu encontro com Jung, da participação no II Congresso de psiquiatria de Zurique, dos primeiros anos no hospital psiquiátrico do Engenho de Dentro e de seu trabalho com a terapêutica ocupacional. Fala ainda da fundação do Museu do Inconsciente e da Casa das Palmeiras, importante centro de acolhimento aos doentes mentais proporcionando contato com diversas expressões criativas visando a melhora dos doentes, principalmente os esquizofrênicos.
Resumo: Poderia a música, na prática da psicoterapia, favorecer o surgimento de conteúdos inconscientes passiveis de serem analisados simbolicamente? O…
Qual meu lugar no mundo? Que corpo é esse? Que humanos somos nós nesse mundo desalmado? Será que carrego em mim recursos para trilhar essa jornada? Que recursos posso buscar nesse caminho? Essas são perguntas que muitos de nós fazemos no dia a dia, e que serão ampliadas neste artigo.
