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O artigo analisa o símbolo da serpente, à luz da psicologia analítica de Carl Gustav Jung, como representação do processo de individuação feminina. A serpente, com sua capacidade de trocar de pele, simboliza a necessidade de abandonar padrões antigos, integrar a sombra e reconectar-se com a dimensão instintiva. A verdadeira cura do feminino ocorre por meio da transformação psíquica, da coragem de romper com papéis impostos e da busca por autenticidade.
Uma Análise Junguiana da Diversidade de Gênero e Sexualidade Este ensaio propõe uma releitura da obra de Carl Gustav Jung…
Resumo: As redes sociais ocupam um papel central na vida atual, moldando comportamentos, relações e a percepção de si. Embora…
Resumo: A validação social, entendida como o reconhecimento e aprovação por parte do outro, assume papel central na construção da…
Resumo: O sharenting tornou-se uma prática comum na parentalidade contemporânea, transformando momentos íntimos da infância em conteúdo público e performático.…
Eu ando pelo mundo prestando atençãoEm cores que eu não sei o nome Cores de AlmodóvarCores de Frida Kahlo, coresEsquadros,…
“Ninguém sabe a mágoa que trago no peitoQuem me vê sorrir desse jeitoNem sequer sabe da minha solidãoÉ que meu…
Resumo: Este artigo analisa a transição de carreira na meia-idade à luz da psicologia analítica de C.G. Jung, compreendendo-a como…
Resumo: O constante avanço dos procedimentos estéticos e a construção de uma autoestima. Nesse artigo, se aborda a relação desses…
O presente artigo busca explorar teoricamente e refletir sobre o uso da maquiagem no trabalho arteterapeutico, no trabalho com a diade persona-sombra. Fala exclusivamente da pintura facial sem abordar outras formas de transformação da aparência.
