Browsing: psicologia analítica
Como é sabido, na mitologia grega, em uma das versões aceitas, após vencer os Titãs, os deuses Zeus, Poseidon e…
Na visão junguiana, a meta da vida é o significado, ser feliz é apenas uma consequência. Assim, precisamos aprender a…
A população brasileira está envelhecendo, ela não só está vivendo mais como também o aumento do percentual de idosos está…
A psicologia de Carl Gustav Jung nos ensina que há um arquétipo da totalidade, também chamado de si-mesmo ou self. Pelas…
Arthur Fleck, personagem principal do filme Coringa, teve sua existência negada desde o início, desde sua infância. Sendo ou não,…
eja por medo ou repulsa, a relação do ser humano com as baratas tem sido intensa e complexa. Sua presença pode ser notada por gritos histéricos, cadeiras sendo usadas como porto seguro, vassouras e chinelos que se transformam em armas, meninos correndo e tentando caçá-las pelas antenas (para ameaçar as meninas, é claro!), e também por aqueles que assistem a essa tragicomédia com um saco de pipoca e risadas incrédulas.
Psicopatas são charmosos, simpáticos, engraçados, envolventes e sempre possuem boas histórias. Diferentemente do que pensa a crença popular, a maioria dos psicopatas não são assassinos e sim pessoas que convivem entre nós.
Os dramas de nossas vidas são como narrativas, estando algumas mais próximas da comédia, outras beirando à tragédia, no entanto, para muito além dos fatos, existe a linguagem, que tenta desesperadamente comunicar e a psique, que tenta, não com menos esforço e desespero, elaborar e integrar.
A expressão mandala vem do sânscrito, falado na Índia antiga e significa literalmente círculo, mais precisamente círculo mágico. Em alguns…
O presente texto pretende refletir sobre as dinâmicas psíquicas subjacentes às interações humanas, em especial às afetivas. Pretende refletir também sobre alguns aspectos possivelmente relacionados a questões comuns sobre relações afetivas, que emergem em terapia. Por exemplo, quem está fora de uma relação afetiva perguntando: por que não encontro um(a) parceiro(a) afetivo(a)? Ou: o que tenho que ninguém me ama? Em contrapartida, quem está dentro de uma relação questionando e mesmo desqualificando a si mesmo(a) pelas angústias e inseguranças que experimenta associadas à vivência de seu relacionamento. A fundamentação teórica dessa reflexão é junguiana, com especial apoio para o desenvolvimento das reflexões que se seguem, na abordagem dos capítulos iniciais do texto “Eros e Pathos: amor e sofrimento” de Aldo Carotenuto (1994).