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A Sociedade da Gula

Partindo de uma leitura simbólica da gula como resultado do ato de alimentar indiscriminadamente e exageradamente os instintos até transformá-los em compulsões, o presente artigo levanta questões e reflexões sobre como estamos agindo individualmente e coletivamente para manter a ordem do que chamamos a sociedade da gula. A manutenção de comportamentos compulsivos parece ser um dos principais fatores que causam o afastamento do indivíduo da alma e consequentemente do processo de individuação. Talvez uma das chaves para encontrarmos um caminho harmônico para a progressão da libido esteja na possibilidade de se experienciar saudavelmente as diferentes qualidades de fome que se apresentam em nossa vida, tanto de maneira literal, quando simbólica.

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Importância do sonho no setting terapêutico – relato de um caso

Fazendo uma leitura psicológica do fenômeno conhecido como possessão, podemos afirmar que estamos falando, dentro da teoria junguiana, de complexos constelados. Segundo Jung a via régia para o inconscientes são exatamente os complexos, os quais podem se manifestar de diferentes maneiras, sendo uma delas nas imagens oníricas. No presente artigo exploramos como um sonho pode, através de suas imagens e de seu enredo, mostrar de maneira clara as afirmações acima, assim como suscitar reflexões conscientes que levem o indivíduo a uma melhor adaptação e harmonização da sua vida cotidiana.

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“É por isso que, quando a vida não tem mais sentido, as pessoas morrem até mesmo de um resfriado.”

Quando nos dispomos a encontrar o caminho para o mito do significado individual, não podemos deixar de levar em consideração nosso papel na coletividade. Uma das marcas do atual monoteísmo da consciência é a busca exclusivamente egóica pela autorrealização. Esse fenômeno resulta na negação do desenvolvimento de uma cosmovisão que leve o ser humano a considerar as relações e a coletividade como parte indispensável do processo de individuação.

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