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Este ensaio propõe uma reflexão sobre a atitude simbólica na psicologia analítica, compreendendo a imagem como linguagem própria da psique e, o símbolo, como principal mediador da relação entre consciência e inconsciente. A partir das contribuições de Carl Gustav Jung, Nise da Silveira e outros autores da tradição junguiana, discute-se o potencial transformador da imaginação, dos símbolos e dos recursos expressivos no processo terapêutico.

Precisamos conversar com as árvores: imaginação, afeto e cura

Este ensaio propõe uma reflexão sobre a atitude simbólica na psicologia analítica, compreendendo a imagem como linguagem própria da psique e, o símbolo, como principal mediador da relação entre consciência e inconsciente. A partir das contribuições de Carl Gustav Jung, Nise da Silveira e outros autores da tradição junguiana, discute-se o potencial transformador da imaginação, dos símbolos e dos recursos expressivos no processo terapêutico.

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Apoiado na perspectiva da psicologia analítica, este ensaio propõe uma reflexão sobre a evolução da vida e da consciência humana, destacando que, apesar dos avanços civilizatórios, permanecemos intimamente conectados a dimensão coletiva da psique. O artigo discorre sobre como a diferenciação dos pares de opostos, unidos originalmente no pleroma, é condição fundamental para o surgimento da individualidade, da consciência e do próprio desenvolvimento psíquico e da vida. Nesse sentido, a tensão entre polaridades não deve ser eliminada ou rechaçada, mas sustentada como um campo criativo e autorregulador, capaz de promover transformação e ampliação da consciência através de uma compreensão mais integrada da existência. Assim, uma importante tarefa evolutiva do ser humano consiste em evitar as fixações unilaterais, mantendo o diálogo entre opostos e resgatando a conexão com a unidade essencial que sustenta e integra toda a vida.

Sem fonte, somos fome: o retorno à unidade através da consciência dos opostos

Apoiado na perspectiva da psicologia analítica, este ensaio propõe uma reflexão sobre a evolução da vida e da consciência humana, destacando que, apesar dos avanços civilizatórios, permanecemos intimamente conectados a dimensão coletiva da psique. O artigo discorre sobre como a diferenciação dos pares de opostos, unidos originalmente no pleroma, é condição fundamental para o surgimento da individualidade, da consciência e do próprio desenvolvimento psíquico e da vida. Nesse sentido, a tensão entre polaridades não deve ser eliminada ou rechaçada, mas sustentada como um campo criativo e autorregulador, capaz de promover transformação e ampliação da consciência através de uma compreensão mais integrada da existência. Assim, uma importante tarefa evolutiva do ser humano consiste em evitar as fixações unilaterais, mantendo o diálogo entre opostos e resgatando a conexão com a unidade essencial que sustenta e integra toda a vida.

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O objetivo deste artigo é oferecer uma ampliação sobre o mito de Narciso, destacando e refletindo dinâmicas psíquicas importantes, que estão presentes desde o início na história. O que nos condena e às nossas relações? E, principalmente, como é possível, mesmo encurralados em extremos e polaridades, encontrarmos aquilo que ajuda a mirar o caminho?

A dinâmica narcisista como um caminho de criação de consciência

O objetivo deste artigo é oferecer uma ampliação sobre o mito de Narciso, destacando e refletindo dinâmicas psíquicas importantes, que estão presentes desde o início na história. O que nos condena e às nossas relações? E, principalmente, como é possível, mesmo encurralados em extremos e polaridades, encontrarmos aquilo que ajuda a mirar o caminho?

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