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Será que a saúde no trabalho não passa também pela nossa capacidade individual de enxergar nele um sentido maior, enxergar nele entusiasmo?

Quando o entusiasmo é a bússola do trabalho

Números do Ministério da Previdência Social mostram que, cada vez mais, há afastamentos do trabalho por questões de saúde emocional. A partir de 26 de maio deste ano, entra em vigor a RN1 que, entre outras coisas, visa mapear e prevenir também os riscos psicossociais no ambiente laboral. Os órgãos reguladores de estado se mexem e as empresas precisam se adaptar. Mas e os indivíduos? Estão olhando para si mesmos? Será que só os movimentos corporativos são o bastante? Será que a saúde no trabalho não passa também pela nossa capacidade individual de enxergar nele um sentido maior, enxergar nele entusiasmo?

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Não faz muito tempo, as imagens fotográficas eram “escritas à luz”. Era um tempo de menos telas. A revelação era uma verdadeira cura, no sentido de cuidado e transformação. Primeiro, as máquinas fotográficas captavam a imagem num filme, onde luz e sombra se invertem. Por isso, o filme também era chamado de negativo. Depois, na penumbra de uma câmara escura, a imagem florescia positiva, em meio à sombra e à luz. Neste ensaio, faço um paralelo entre o processo analítico e o antigo jeito de revelar imagens. Procuro mostrar que tanto analista quanto analisando têm como missão, por meio de ampliações simbólicas e uma atenta e reveladora curadoria de luz e sombra, fazer do negativo, que obscurece a alma, algo positivo.

Do negativo ao positivo: a análise como câmara escura das imagens da alma

Não faz muito tempo, as imagens fotográficas eram “escritas à luz”. Era um tempo de menos telas. A revelação era uma verdadeira cura, no sentido de cuidado e transformação. Primeiro, as máquinas fotográficas captavam a imagem num filme, onde luz e sombra se invertem. Por isso, o filme também era chamado de negativo. Depois, na penumbra de uma câmara escura, a imagem florescia positiva, em meio à sombra e à luz. Neste ensaio, faço um paralelo entre o processo analítico e o antigo jeito de revelar imagens. Procuro mostrar que tanto analista quanto analisando têm como missão, por meio de ampliações simbólicas e uma atenta e reveladora curadoria de luz e sombra, fazer do negativo, que obscurece a alma, algo positivo.

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O mito de Narciso e Eco expressa um traço atemporal da psique humana que, no mundo contemporâneo, parece potencializado pelas relações que temos estabelecido com e por meio das redes sociais. Essa relação, entre mito e “tecnologia”, não é novidade e a ideia deste artigo não é inventar a roda, mas mergulhar nesta narrativa mitológica e em sua simbologia, trazendo personagens muitas vezes esquecidos e mais elementos que, espero, nos ajudarão a transcender o senso comum e a ampliar o significado dessa milenar história. Tudo isso sob o prisma da psicologia analítica.

Narciso: os ecos do mito em tempos de redes sociais

O mito de Narciso e Eco expressa um traço atemporal da psique humana que, no mundo contemporâneo, parece potencializado pelas relações que temos estabelecido com e por meio das redes sociais. Essa relação, entre mito e “tecnologia”, não é novidade e a ideia deste artigo não é inventar a roda, mas mergulhar nesta narrativa mitológica e em sua simbologia, trazendo personagens muitas vezes esquecidos e mais elementos que, espero, nos ajudarão a transcender o senso comum e a ampliar o significado dessa milenar história. Tudo isso sob o prisma da psicologia analítica.

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Posicionamento político: coniunctio oppositorum e unilateralidade em tempos de polarização

Posicionamento político: coniunctio oppositorum e unilateralidade em tempos de polarização

Já pensou em que medida a política, assim como diversos outros assuntos, que despertam nossas paixões, não são um campo riquíssimo para escavações em nossas próprias almas e para valiosas descobertas acerca de quem somos? Já se perguntou o quanto seu incômodo em relação a esse tema quer revelar algo sobre você mesmo, algo que talvez não queira enxergar? É nessa direção que nos leva o artigo, “Posicionamento político: coniunctio oppositorum e unilateralidade em tempos de polarização”, escrito pela professora Simone Magaldi, pela analista Natalhe Vieni e pelo analista Wagner Hilário.

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