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Ragnarok, a escatologia Nórdica começa assim: com catástrofes climáticas. Uma delas em especial é produto de Jörmungund, a serpente de Midgard, que produz ondas gigantescas que varrem terra e céu.
O presente artigo propõe uma reflexão sobre como a ausência de rituais de passagem na adolescência, conduzidos por adultos experientes e capazes de estabelecer limites, pode estar agravando o desenvolvimento psíquico dos jovens na contemporaneidade.
O planeta pede socorro. Eventos climáticos extremos em aumentado devido ao aquecimento global e tendem a aumentar. As medidas tomadas para se evitar esta tragédia anunciada ainda são bastante tímidas e bastante discutíveis.
E o homem não pode se considerar apartado da natureza. Segundo Jung, o eu não está confinado ao corpo e se estende a tudo a sua volta. Somos parte integrante do todo. O objetivo deste artigo é apresentar a emergência climática como fato e discutir a forma com que a psique humana se vê refletida na crise ambiental.
A beleza não tem usado espelhos, não possui perfil nas redes sociais, não está na décima segunda cirurgia de plástica. Na arte, Afrodite aparece tão pouco e ainda mesmo não é percebida. A beleza sumiu do mundo. Afrodite, a dourada, a deusa da beleza, do amor, dos beijos mais doces, fugiu do mundo. E aqui estamos nós, procurando-a.
O presente artigo trata do papel de Aniela Jaffé como autora e biógrafa de C. G. Jung, assim como da sua importante participação simbólica como elemento feminino na coleção e estruturação das memórias do psicólogo suíço. O trabalho conjunto dos dois resultou na publicação do livro Memórias, sonhos e reflexões.
Entrar no serviço público é uma meta na vida de muitos brasileiros. A estabilidade proporcionada por esse tipo de emprego frente às incertezas do mercado de trabalho é um dos principais atrativos. Nesse artigo refletimos sobre as subjetividades e objetividades envolvidas no processo de aprovação no concurso público, escolha da vaga e suas consequências.
Com uma voz marcante e uma personalidade irreverente, Rita Lee emergiu como uma das figuras mais icônicas e influentes da música brasileira. Sempre intensa, nunca viveu pela metade ou escondeu quem era. Autêntica, de forte personalidade, apaixonada e apaixonante, entregou-se à vida em sua plenitude.
Entre o amor pela arte, animais e plantinhas, família, porres memoráveis, encrencas e aplausos, ela desafinou o coro dos contentes ao provocar um cardápio de afetos por onde passava.
Este texto propõe um olhar sobre o feminismo ativista, o feminino sensível e a entrega ao amor; uma reflexão sobre a força e sensibilidade vinda da tonalidade do animus desta grande artista
Em tempos de mídias sociais as dinâmicas do desejo e da atração ficaram mais escancaradas. Pessoas estão expostas em vitrines virtuais em suas buscas por parceiros e dessa forma ficam mais óbvios padrões que talvez pudessem passar desapercebidos. Um dos padrões que pode ser percebido na dinâmica entre homens gays é a de supervalorização da masculinidade.
Edson Arantes do Nascimento, o Pelé. Duas personalidades, uma só manifestação. É possível dizer que Pelé só se tornou um mito por ter, em Edson, o herói que precisava? Jung escreve: “Na análise final, só contamos para alguma coisa por causa do essencial que encarnamos e, se não encarnamos isso, a vida é desperdiçada”. Quem há de dizer que Edson não encarnou o seu essencial? Muitos gênios sucumbiram psiquicamente à própria genialidade e a maioria dos homens se esconde dela, com medo da loucura. Com todos os defeitos, Edson foi diferente.
“Ninguém está fora da negra sombra coletiva da humanidade”, avisa Jung. Pode ser muito bom lembrar isso na conjuntura social…