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Números do Ministério da Previdência Social mostram que, cada vez mais, há afastamentos do trabalho por questões de saúde emocional. A partir de 26 de maio deste ano, entra em vigor a RN1 que, entre outras coisas, visa mapear e prevenir também os riscos psicossociais no ambiente laboral. Os órgãos reguladores de estado se mexem e as empresas precisam se adaptar. Mas e os indivíduos? Estão olhando para si mesmos? Será que só os movimentos corporativos são o bastante? Será que a saúde no trabalho não passa também pela nossa capacidade individual de enxergar nele um sentido maior, enxergar nele entusiasmo?

Cada vez mais tem-se falado sobre propósito, no contexto organizacional e mesmo pessoal. Pesquisas mostram que aumenta a percentagem de…

Quantas pessoas chegam na nossa clínica se queixando sobre o ambiente de trabalho. O que tem acontecido? O trabalho tem…

Entrar no serviço público é uma meta na vida de muitos brasileiros. A estabilidade proporcionada por esse tipo de emprego frente às incertezas do mercado de trabalho é um dos principais atrativos. Nesse artigo refletimos sobre as subjetividades e objetividades envolvidas no processo de aprovação no concurso público, escolha da vaga e suas consequências.

Neste cenário contemporâneo, o indivíduo se vê constantemente dividido entre a demanda de produtividade representada pela “máscara do colaborador” e a necessidade vital de sua alma, muitas vezes negligenciada, conduzindo a um estado de angústia e exaustão. A máscara do trabalho e a ansiedade gerada por ela obscurecem a conexão do indivíduo com a sua essência, muitas vezes levando ao esgotamento e à autodestruição. Paradoxalmente, a ideia de lazer foi corrompida pela lógica produtivista, se tornando um palco para autopromoção em vez de um espaço para descompressão. Reconhecer a angústia e reivindicar um lazer verdadeiro são passos essenciais para restaurar a conexão com a alma e construir uma existência mais plena e autêntica.

É cada vez mais recorrente a atenção dada por empresas, instituições e até pelo meio político ao tema da maior participação das mulheres em seus quadros. Especialmente nas grandes organizações existem metas muito claras para aumentar a quantidade de mulheres, prioritariamente nos níveis de liderança. Mas o que a psicologia junguiana pode dizer sobre isso? Muitas coisas.