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Esta nuvem ☁️ se parece com 🐑 … A arte de ver… Resumo: A pareidolia e a libido de parentesco…
O presente ensaio busca relacionar a psicologia analítica apresentada por Carl Gustav Jung e os ensinamentos contidos no novo testamento, base da religião cristã. A ideia de confrontar essas duas áreas do conhecimento humano veio da reflexão de que o principal ensinamento pregado por Jesus Cristo foi o amor ao próximo, que tem como consequência uma melhor convivência entre os seres humanos, sendo essa também uma consequência do processo de individuação, principal meta humana segundo a teoria de Carl Gustav Jung.
No Natal, as famílias cristãs se reúnem e, com esse encontro, ocorre a mobilização de afetos profundos: memórias são acessadas e emergem expectativas de união e alegria. Mas também é um campo fértil para diversos tipos de conflitos; parece que algumas impurezas, antes empurradas para debaixo do tapete, resolvem se rebelar, dando lugar às célebres explosões emocionais. Neste artigo serão visitadas algumas projeções próprias desta época do ano.Então é Natal, e o que você fez?
Resumo: Este artigo propõe uma reflexão sobre um sintoma marcante da contemporaneidade: a ausência de si e o medo de…
O presente artigo busca refletir sobre a dinâmica de construção da relação da mulher (ou de uma consciência identificada com aspectos do feminino) com o arquétipo do animus, buscando visualizar como este se manifesta nas imagens oníricas em diferentes momentos da vida e também como tais imagens colaboram para um maior entendimento e integração de seus conteúdos inconscientes.
O texto alerta novos estudantes da psicologia analítica sobre a figura crescente do pseudomístico junguiano — aquele que transforma Jung em profeta, a clínica em culto e o símbolo em fetiche. Enquanto o verdadeiro místico, no sentido clássico, aceita o mistério e suporta o numinoso, o pseudomístico vulgariza o termo, reduzindo a experiência simbólica a espiritualismo fácil e revelações instantâneas. Em vez do rigor metodológico defendido por Jung e da dialética necessária à clínica, entrega-se à inflação espiritual. Vende arquétipos como amuletos, prescreve mandalas como talismãs e confunde autoridade analítica com poder mediúnico. O ensaio aponta que a psicologia analítica não é religião, e que o maior risco do analista é tornar-se mágico do inconsciente — seduzido por certezas, respostas prontas e protagonismo espiritual — esquecendo que a psique não se abre a quem a idolatra, mas a quem a pensa com humildade, rigor e dúvida.
Eu ando pelo mundo prestando atençãoEm cores que eu não sei o nome Cores de AlmodóvarCores de Frida Kahlo, coresEsquadros,…
Resumo: Este artigo propõe destacar a importância de Toni Wolff, figura fundamental na vida e obra de Carl Gustav Jung,…
RESUMO: Em 1925, nas conferências de Tavistock, Carl Gustav Jung afirmou que o inconsciente é a natureza, e a natureza…
The way it is (tradução nossa)Há um fio que você segue. Ele passa entre as coisas que mudam. Mas ele…
