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Resumo: Este artigo aborda as perspectivas junguianas do dogma da Assunção de Maria, proclamado em 1950, tendo em vista as…
“E eu achei uma coisa mais amarga do que a morte, a mulher cujo coração são laços e redes, e…
Neste artigo, exploraremos a importância da ética na prática religiosa da Umbanda, com foco na responsabilidade do sacerdote. Descubra como a religião, nascida da fusão de várias tradições, promove valores espirituais e o encontro com o Si-Mesmo. Abordaremos questões éticas, o papel do sacerdote como curador, a relação com o poder, e a necessidade de integração das sombras para uma prática religiosa genuína e transformadora.
Segundo Jung, quando a espiritualidade não é integrada na vida do indivíduo, torna-se um aspecto sombrio e inconsciente, podendo gerar doenças. Em seu livro “O Segredo da Flor de Ouro”, ele reforça essa ideia mencionando que os deuses se tornaram doenças. Hoje somos ansiosos, deprimidos, estressados, tensos etc. A Organização Mundial de Saúde e diversos estudos recomendam que a espiritualidade é uma dimensão importante para qualidade de vida e saúde, além se ajudar o ser humano a aceitar diagnóstico e no enfrentamento de doenças.
A partir de uma aula dada durante o curso de especialização em psicologia junguiana do IJEP, durante a qual aprofundamos o conceito de sincronicidade e sua relação com o funcionamento das técnicas mânticas e, mais especificamente, do I Ching, propomos uma consulta ao oráculo e perguntamos: “O que devemos fazer com o conhecimento adquirido durante esse curso?”. Nesse artigo revelo a resposta dada pelo livro e amplio brevemente o significado do hexagrama obtido.
Jung deixa claro em sua obra que o homo religiosus é uma realidade fundante da psique humana, ou seja, arquetípica e, por isso, a religiosidade, como fator de conexão com o si-mesmo, é o eixo da sua obra e que direciona para o processo de individuação
É muito triste vermos religiosos totalmente vendidos para o mercado capitalista, verdadeiros vendilhões dos templos, transformando-os em teatros para servir ao dinheiro, o deus deles, enganando os crédulos iludidos em prosperidade. Este ensaio reflete um pouco a esse respeito.
Neste artigo, trato da espiritualidade a partir do olhar da Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung, relacionando com as categorias…
A vivência do irmão e o arquétipo fraterno fazem parte da atividade mitologizante da psique e é no relacionamento com o irmão que se aprende como se dão os relacionamentos não hierárquicos, de igual para igual. Esta vivência é fundamental para o desenvolvimento do sentimento de alteridade. Este artigo apresenta os orixás gêmeos como representantes deste arquétipo, e traz uma reflexão acerca da sua importância para o desenvolvimento de uma sociedade mais ecológica, justa e colaborativa.
Esse artigo trata do mito Iorubá que relata o nascimento do Orixá Oxaguiã, que nasce sem cabeça e em suas jornadas pelo mundo acaba por conseguir duas cabeças. O texto explora como essa jornada pode ser entendida como um processo de enantiodromia que se resolve através da função transcendente.