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Este ensaio nasce da reflexão do desencontro e do desenlace entre o erotismo, as projeções (tantas vezes sombrias) e da solidão humana, culminando no vício em pornografia do masculino.
Nesse artigo trouxe alguns números novos, explorando o Boletim Epidemiológico de HIV/Aids, divulgado por ocasião do dia 1 de dezembro –Dia Mundial de Luta contra a Aids – do ano de 2025. Segundo Jung, “Faz parte do amor a profundidade e fidelidade do sentimento (…) o verdadeiro amor sempre pressupõe um vínculo duradouro e responsável”. (JUNG.2019, & 231). Nesse sentido, em profundidade de “Alma”, como postula Jung, o termo “fazer amor” nos torna mais próximos dessa afetividade. (…)
Resumo: Este ensaio tem como objetivo, a reflexão sobre a Sexualidade e alguns de seus aspectos sombrios como a promiscuidade…
O advento das redes sociais trouxe a público discussões que antes se restringiam à círculos profissionais e acadêmicos. Nas duas…
Na visão junguiana, símbolo é a melhor representação possível de alguma coisa que jamais poderá ser conhecida plenamente. No entanto, isso não significa que não possamos estudar um símbolo, buscar entender como ele se relaciona com o mundo ao nosso redor e com nós mesmos, mesmo sabendo que nossa tarefa nunca será completa. Nesse ensaio busco exatamente isso, costurar fatos e visões sobre um símbolo, o armário, mas não qualquer armário, o armário LGBTQIA+, aquele que fala de uma certa vergonha e de um certo orgulho. Não espero aqui esgotar o que pode ser dito sobre o tema, nem contemplar todas as possibilidades e vivências possíveis nesse universo. Mas espero ampliar a visão sobre um símbolo que dá conta de uma vivência muito particular das minorias de gênero e sexualidade.
A sexualidade faz parte fundamental do polo estruturante da personalidade e ela pode ser uma fonte de prazer, quanto de frustação, afetando diferentes pontos na vida do indivíduo.
O inconsciente pessoal e o inconsciente coletivo estão envolvidos nas relações humanas, quer seja nos aspectos sociais, trabalho, lazer, educação sexual. Nesse segundo texto sobre o tema, tecemos algumas considerações sobre o que poderia afetar a dinâmica da sexualidade masculina.
O presente artigo busca propor uma reflexão, tendo como base a psicologia analítica, sobre comportamentos sexuais de risco, identificando tais comportamentos e buscando entender símbolos, significados e complexos na sombra dessas atitudes.
Para a elaboração deste artigo foi feita uma pesquisa a respeito do tema comportamento sexual de risco e, pelo que se pode constatar, não há grande quantidade de material sobre o tema.
este artigo tem a intenção de tecer provocações sobre alguns pontos da sexualidade praticada nos tempos atuais, mais precisamente sobre a possibilidade de parte do que é chamado de “liberdade” sexual vivenciada hoje ser somente um movimento de compensação extremada — enantiodromia — das repressões sexuais dos séculos passados ou de gerações passadas, que pode ser tão adoecedora quanto a própria repressão que tenta combater — e, também, oferecer um breve direcionamento para a questão, sugerindo a reinserção do amor na sexualidade.
Há muito a sexualidade feminina e seus meandres é objeto de curiosidade pela humanidade. Não por acaso, nos últimos tempos, a sétima arte tem explorado o tema das mais variadas maneiras. Se de um lado, visa remontar a relação das mulheres na criação das instituições familiares, de outro, coloca em perspectiva a objetificação da sexualidade feminina em seus inúmeros prismas. Em razão disso, procurando esclarecer o transtorno sexual do vaginismo, foi necessário revisitar muitos dos conceitos biopsicossociais da sexualidade humana, incluindo os mitos, crendices e tabus sexuais. Por consequência, verificou-se que tal transtorno tem como causa inúmeros fatores, dentre eles a violência sexual, resultado da influência do machismo estrutural proveniente das sociedades patriarcais. Este artigo passeia pela história da sexualidade desde seus primórdios até a modernidade.
Neste artigo trago a possibilidade de compreender psique e matéria como uma unidade a partir do caminho vislumbrado por Jung e explorado mais a fundo por von Franz, em que o mundo arquetípico dos números naturais seriam a chave para esse entendimento.
