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Este artigo aborda a importância de trabalharmos para reconhecer as influências de animus e anima em nossas vidas. Essas influências podem ter consequências desastrosas ou auspiciosas, dependendo da relação que construímos com essas figuras psíquicas. Jung encontrou na mitologia alquímica imagens que nos ajudam a olhar para a consciência. Esta, é formada por pares de opostos que na alquimia muitas vezes aparecem representados por imagens da união do rei vermelho e a rainha branca, onde o rei e a rainha podem representar qualquer um ou todos os pares de opostos, como por exemplo, eros e logos.
O presente artigo analisa, à luz da Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung, o fenômeno das relações amorosas tóxicas, tomando como referência simbólica o romance Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Brontë (1847), e suas adaptações cinematográficas. A partir dos conceitos junguianos de anima, animus, projeção, sombra e individuação, e em diálogo com as elaborações de Emma Jung, John A. Sanford e James Hollis, discute-se de que modo a paixão fusional, frequentemente confundida com o amor verdadeiro, constitui na realidade uma identificação inconsciente entre dois psiquismos cativos das próprias imagens internas.
A relação entre Catherine Earnshaw e Heathcliff é tomada como expressão arquetípica de um amor que, por não atravessar a tarefa do reconhecimento da alteridade, se converte em possessão e destruição. Ao final, propõe-se que somente a retirada das projeções e a integração dos opostos permitem a passagem do amor arquetípico ao amor real — passagem que a própria narrativa de Brontë sugere no desfecho, quando a segunda geração se reconcilia com aquilo que havia sido devorado pela primeira.
Você já ouviu a expressão “dedo podre” para os relacionamentos? Ela sugere que fazemos escolhas ruins, caindo sempre no mesmo padrão, como se fosse carma ou má sorte. Mas, na verdade, as nossas escolhas, inclusive as amorosas, tendem a comunicar quem somos e como aprendemos a nos relacionar.
O artigo analisa o símbolo da serpente, à luz da psicologia analítica de Carl Gustav Jung, como representação do processo de individuação feminina. A serpente, com sua capacidade de trocar de pele, simboliza a necessidade de abandonar padrões antigos, integrar a sombra e reconectar-se com a dimensão instintiva. A verdadeira cura do feminino ocorre por meio da transformação psíquica, da coragem de romper com papéis impostos e da busca por autenticidade.
Muita coisa mudou nos últimos 100 anos nas vidas das mulheres ocidentais, especialmente aquelas que vivem nas grandes cidades. Algo do aspecto masculino (Animus) tornou-se bastante consciente e ativo, usando muito da energia psíquica das mulheres. Será que, de forma compensatória, teria algo do feminino nas mulheres foi tornado inconsciente, criando uma “nova” Anima?
O Silêncio Pesado da Alma: A obesidade como grito do feminino ferido. O corpo não mente o que a psique tenta esconder: segundo a Psicologia Analítica, a obesidade pode ser interpretada como um mecanismo de defesa da psique feminina contra a rigidez da consciência. Analisamos como, simbolicamente, a gordura atua como proteção contra um Complexo, sugerindo que o excesso físico é o reflexo do peso não suportado na alma. O convite é cessar a guerra contra o corpo, para então acolher o tirano interno e permitir-se sentir o feminino.
Resumo: Este artigo parte da análise de um sonho para desvelar um momento de transição psíquica. O símbolo central, um…
Como homens e mulheres se comportam quando se fala em traição? As diferenças entre homens e mulheres são importantes porque…
As dinâmicas de anima e animus são amplamente exploradas em textos e produções junguianas. Neste artigo não queremos nos ater…
