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A supervisão ocupa um lugar fundamental na formação e na prática do analista junguiano, oferecendo um espaço de reflexão, aprendizado e amadurecimento clínico. Neste texto, exploramos a figura do Mentor como metáfora para o papel do supervisor, aquele que orienta sem substituir e favorece o desenvolvimento da autoridade interior do supervisionando. Em contraponto, o mito de Pigmalião nos alerta para os riscos de uma supervisão atravessada pelo narcisismo, na qual o supervisor tenta moldar o outro à sua própria imagem. Entre esses dois polos, propomos pensar a supervisão como um espaço ético de troca, no qual conhecimento, experiência e singularidade podem se encontrar para favorecer o florescimento de cada analista.

O presente artigo propõe uma aproximação entre o processo analítico e a construção de uma ética amorosa por meio do confronto com a sombra individual. A partir dos textos de Jung, hooks e Neumann, conclui-se que o envolvimento do indivíduo em seu processo de autoconhecimento favorece uma atitude de alteridade, promovendo uma prática relacional mais amorosa e justa.

Este artigo busca tangenciar informações de relatórios de saúde mental da criança e do adolescente e a Psicologia Analítica. O objetivo é fazer um recorte na vida psíquica desta etapa da vida e discuti-los como expressão do que se manifesta na alma das crianças e dos adolescentes e que está pedindo olhar, acolhimento, cuidado e escuta.

Nesse poema, a poeta Rupi Kaur nos convida a refletir sobre a responsabilidade de honrar e perpetuar a luta das gerações passadas para que possamos contribuir com a evolução das futuras gerações de mulheres.  Através dele, proponho refletirmos o processo da individuação feminina de forma não apenas pessoal, mas também em seu caráter coletivo e transformador.