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A pergunta “é tudo culpa dos pais?” frequentemente emerge diante do sofrimento psíquico infantil, sustentando uma visão causal e moralizante. A Psicologia Analítica propõe um deslocamento dessa lógica, enfatizando que a influência parental se dá sobretudo em nível inconsciente. Leia o artigo aqui.
Observando a situação em que Gaia se encontra atualmente, esse artigo propõe uma pequena reflexão sobre uma mudança de paradigma embasando-se em conceitos da Psicologia Junguiana (soberania da consciência, o rebaixamento do inconsciente, a antinomia poder – amor) e do Bem-Viver (filosofia ancestral dos povos originários). Esse artigo reflete sobre a soberania da consciência e o consequente rebaixamento inconsciente, a antinomia poder-amor, conforme C.G. Jung, e a filosofia do Bem-Viver.
Ao conhecer o conceito Tekoá-porã – termo guarani, que significa Bem-Viver – não pude deixar de pensar sobre o que estamos presenciando atualmente em relação ao mundo natural. Embaso-me na Psicologia Junguiana para fazer uma pequena reflexão sobre esse tema tão importante para o contexto atual da humanidade onde Gaia se encontra ameaçada.
Neste artigo, busco refletir sobre a frustração dos sonhos não realizados e convido você a fantasiar uma sociedade que sustentasse o fracasso, em vez do samba-exaltação ao ego contemporâneo, que acredita poder tudo o que quer.
Este ensaio convida a olhar a traição não como ruptura súbita, mas como o desvelar de uma fissura silenciosa que já habitava a alma. Antes do ato, há pequenas renúncias à própria verdade, onde o que se vê é suavizado para que o vínculo permaneça. Na trama invisível das relações, sombra, projeção e heranças inconscientes dançam, revelando que o outro também habita em nós. E é na queda da ilusão, dolorosa e lúcida, que a consciência pode enfim nascer, pedindo a coragem de sustentar o que se vê.
Como somos capazes de nos acostumar com o intolerável? Neste ensaio, guiado pela psicologia de Carl Gustav Jung e pelo impacto do filme A Voz de Hind Rajab, reflito sobre as raízes psicológicas da barbárie em Gaza. O texto investiga como projetamos nossas sombras no outro e faz um chamado necessário: precisamos despertar da nossa letargia ética e resgatar a empatia antes que a perda da humanidade se torne a nossa rotina.
Este artigo propõe uma reflexão simbólica sobre a invalidação do feminino a partir do mito de Perséfone e da narrativa de Ofélia. Mais do que analisar personagens míticas ou literárias, o texto busca compreender como determinadas imagens arquetípicas atravessam o tempo e se atualizam na psique contemporânea, revelando dinâmicas internas que ainda influenciam a forma como muitas mulheres se relacionam. À luz da psicologia analítica, a proposta é investigar de que modo o arquétipo da donzela pode tanto aprisionar quanto iniciar processos de transformação.
O artigo investiga, à luz de Jung e Neumann, o papel decisivo da mãe na formação da Anima no homem e do Animus na mulher. Mais do que figura afetiva, a mãe aparece como matriz simbólica da alteridade, mediando a construção do feminino e do masculino interiores. Ao articular herança transgeracional, função do Logos, dinâmica arquetípica e processo de individuação, o texto propõe uma leitura simbólica, clínica e não reducionista da psique, culminando na reflexão sobre alteridade e coniunctio como núcleos da transformação interior.
O texto propõe uma reflexão simbólica sobre a maternidade a partir do conto da Mulher-Esqueleto, narrado por Clarissa Pinkola Estés, interpretando-o à luz da psicologia do feminino.
Este ensaio propõe, à luz da psicologia analítica e da alquimia, uma reflexão sobre os princípios solar e lunar em relação à psique feminina e masculina. No nível individual, a depressão pode ser compreendida simbolicamente como movimento de descida e possibilidade de coniunctio entre consciente e inconsciente. No nível coletivo, a regeneração da Terra pode ser pensada a partir de um reflexo do equilíbrio da psique individual, que surge a partir do símbolo – resultado da tensão criativa e da união dos opostos.
Uma Análise Junguiana da Diversidade de Gênero e Sexualidade Este ensaio propõe uma releitura da obra de Carl Gustav Jung…
