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ste ensaio propõe um percurso simbólico pelas imagens do filme As Pontes de Madison de 1995, tecendo reflexões sobre a paradoxal condição humana em sua relação com as forças arquetípicas, a partir da psicologia de Carl Gustav Jung. Um encontro de cada indivíduo com a alma que passa, necessariamente, pelo encontro com o outro.
O ensaio sustenta que o analista, embora ocupe lugar importante no processo clínico, não pode confundir sua função com posse sobre a travessia psíquica do paciente. Quando se esquece de que é instrumento e mediador, e não autor da jornada, a clínica se deforma por dentro. A partir de Jung, o texto mostra que a análise é um encontro entre duas personalidades mutuamente afetadas, e que o analista também está implicado no campo transferencial.
Este artigo busca analisar os elos entre os acontecimentos ligados à crise hídrica em tempos de emergência climática e a experiência tão humana e profunda de aridez e sede, aprofundando os paradigmas do combate à seca e da convivência com o Semiárido na psique individual e coletiva, à luz das reflexões da Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung.
“Oxalá meu Pai,venha nos valer.Com seu manto brancovenha nos cobrir.” (Ponto de Umbanda, autor desconhecido) Oxalá não chega com urgência.Ele…
Uma análise sobre a agressividade masculina a partir de uma tendência digital violenta, interpretando-a como o sintoma de uma sombra coletiva enraizada na repressão emocional. Argumenta-se que a sociedade restringe o repertório sentimental dos homens, legitimando apenas a raiva como expressão aceitável, o que mascara um profundo medo da vulnerabilidade e uma dependência de símbolos de controle.
Esse artigo levanta a questão da tão buscada realização, ser realizado. Como podemos entender o que é real, o que é concreto? Coloca-se a figura arquetípica do diabo, passando pelos conceitos de sombra, persona e individuação, bem como as falas e expressões socias na prática clínica sobre o alienar-se em prol de uma chancela social de ser realizado.
Resumo: Neste ensaio, faço uma ampliação da relação entre algoritmos e arquétipos, destacando suas naturezas complementares e assimétricas. Discuto a…
A pergunta “é tudo culpa dos pais?” frequentemente emerge diante do sofrimento psíquico infantil, sustentando uma visão causal e moralizante. A Psicologia Analítica propõe um deslocamento dessa lógica, enfatizando que a influência parental se dá sobretudo em nível inconsciente. Leia o artigo aqui.
Observando a situação em que Gaia se encontra atualmente, esse artigo propõe uma pequena reflexão sobre uma mudança de paradigma embasando-se em conceitos da Psicologia Junguiana (soberania da consciência, o rebaixamento do inconsciente, a antinomia poder – amor) e do Bem-Viver (filosofia ancestral dos povos originários). Esse artigo reflete sobre a soberania da consciência e o consequente rebaixamento inconsciente, a antinomia poder-amor, conforme C.G. Jung, e a filosofia do Bem-Viver.
Ao conhecer o conceito Tekoá-porã – termo guarani, que significa Bem-Viver – não pude deixar de pensar sobre o que estamos presenciando atualmente em relação ao mundo natural. Embaso-me na Psicologia Junguiana para fazer uma pequena reflexão sobre esse tema tão importante para o contexto atual da humanidade onde Gaia se encontra ameaçada.
Neste artigo, busco refletir sobre a frustração dos sonhos não realizados e convido você a fantasiar uma sociedade que sustentasse o fracasso, em vez do samba-exaltação ao ego contemporâneo, que acredita poder tudo o que quer.
