Browsing: Arteterapia e Expressões Criativas
O artigo discute como o canto e o cantar funcionam como via de expressão e integração psíquica. A voz é apresentada como mediadora entre consciente e inconsciente, revelando complexos e conteúdos emocionais profundos. A prática vocal no setting terapêutico ativa padrões afetivos ligados à transferência e mobiliza o terapeuta pela contratransferência, criando um campo sonoro relacional. A música e o canto permitem identificar e transformar complexos, favorecendo a diferenciação e reorganização psíquica. Assim, o cantar torna-se instrumento clínico e simbólico de cura e individuação.
Resumo: Poderia a música, na prática da psicoterapia, favorecer o surgimento de conteúdos inconscientes passiveis de serem analisados simbolicamente? O…
RESUMO: Esse artigo, de motivação pessoal, aborda a expressão criativa de se fazer um mosaico, no processo terapêutico, como uma…
RESUMO: O artigo explora o uso da argila na arteterapia como meio de acessar o inconsciente, fundamentado na função transcendente…
Resumo: Neste artigo vamos abordar Leonardo da Vinci e sua genialidade pelo viés junguiano com dinâmicas de luz e sombra…
Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra.…
Esse ensaio visa refletir sobre a música na arteterapia de forma subjetiva e pessoal a partir de um conhecimento de condução clínica distinta da musicoterapia. Buscamos ponderar sobre áreas de conhecimento que vão além do nosso arcabouço dentro da arteterapia e entender como podemos nos suprir na clínica em cima de uma ferramenta ao qual não temos domínio
Partindo da inquietação referente à palavra ‘sagrado’ na Dança Circular, será abordado o sagrado na perspectiva de Bernhard Wosien, algumas características da Dança Circular Sagrada (DCS) – harmonização, círculo, centro de roda – pertinentes ao assunto e a visão da Psicologia Junguiana sobre o tema apresentado, onde mandala, numinoso, religião e sagrado serão alguns dos termos apresentados.
Através do contato com o barro, aos poucos, o cliente recupera a capacidade de sentir o mundo e a si mesmo, reconhecendo e integrando aspectos desconhecidos da sua personalidade, desenvolvendo a criatividade e a maleabilidade que permite fluir no mundo com mais inteireza.
O presente artigo busca explorar teoricamente e refletir sobre o uso da maquiagem no trabalho arteterapeutico, no trabalho com a diade persona-sombra. Fala exclusivamente da pintura facial sem abordar outras formas de transformação da aparência.
