Browsing: Mitologia e Símbolos
Nesta reflexão proponho que, assim como há partos físicos, também vivemos partos psíquicos: rupturas internas que impulsionam o autoconhecimento. Inspirado…
Mergulhe nas profundezas simbólicas de Iemanjá através do olhar da Psicologia Analítica. Este ensaio convida você a explorar a rainha…
Resumo: Com essa narrativa, podemos ver o espanto e o reconhecimento ocasionado pela Coré. Uma menina doce, infantilizada, que colhia…
Oriunda do grego, a palavra mito significa “história”, “narrativa”. Poiesis, da qual vem a palavra poesia, quer dizer “criação”, “fazer”.…
Eu não sou daqui. Isto, para muitos que me conhecem, não deve causar surpresa. No entanto, quando digo que moro…
É uma manhã de segunda-feira normal. Acorda-se com a ressaca do dia anterior. O trabalho aguarda. Mas, antes, o banheiro…
Resumo: Os mitos sempre tiveram uma atenção especial para a Psicologia Analítica de C.G. Jung, este artigo apresenta a Deusa…
Picasso pintou a Pomba da Paz por ocasião do final da segunda grande guerra, e esta foi a imagem escolhida para ilustrar o cartaz do primeiro Congresso Mundial pela Paz em 1949. A partir daí Picasso realizou uma série desenhos estilizando essa pomba, obra que se tornou mundialmente conhecida e se tornou um símbolo do desarmamento e da harmonia entre os povos. Este artigo busca, através da conceituação de símbolo de acordo com a psicologia analítica de Carl Gustav Jung responder à questão: seria a Pomba da Paz realmente um símbolo da paz?
Este artigo traz o Mito de Cassandra como tema arquétipo para abordar as questões do feminino atual, como o descrédito e a invisibilidade da mulher. Aborda também o mito atualizado e seus efeitos na ciência, bem como é urgente ouvirmos e acreditarmos em Cassandra, cujos prenúncios catastróficos podem ser uma saída para amadurecermos enquanto sociedade. E por fim, fica a questão: será que Cassandra ainda caminha entre nós?
Os símbolos presentes nos diálogos com os conteúdos inconscientes, aqui estudados na figura do pequeno Jung diante do grande Izdubar, oferecem algumas chaves de compreensão para as diversas maneiras como mulheres e homens contemporâneos trabalham o encontro com a própria alma, o encontro com o sagrado.
