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Este artigo analisa, a partir da Psicologia Analítica, como a cultura da performance e as práticas de biohacking intensificam a unilateralidade da consciência e fragilizam o eixo ego–Self. Os principais sintomas contemporâneos — burnout, ansiedade, depressão e fadiga moral — são compreendidos como manifestações compensatórias do inconsciente diante da hipertrofia racional e do empobrecimento da vida simbólica. O texto propõe uma leitura clínica na qual tais sintomas funcionam como sinais reguladores, convocando a uma reorganização psíquica e à retomada da designação humana como fator irracional que motiva à emancipação da massa gregária em busca do desenvolvimento da personalidade e à inteireza.
“Ninguém sabe a mágoa que trago no peitoQuem me vê sorrir desse jeitoNem sequer sabe da minha solidãoÉ que meu…
“Tempo, tempo, tempo, tempo. És um dos deuses mais lindos” A partir do pequeno trecho acima da música “Oração ao…
A senda da psicoterapia analítica junguiana é, com todo o charme e as idiossincrasias, a do jardineiro da Alma. Para…
Como reflexo do mundo e do homem, a alma é de tal complexidade que pode ser observada e analisada a…
No mundo em que vivemos hoje sobra espaço ou tempo para a alma? Vou fazer uma brincadeira e comparar um…
