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Ao lado da comodidade, serviços e bem-estar que as tecnologias nos prestam, outros e potencialmente danosos efeitos das tecnologias começam a se evidenciar. Satélites podem monitorar nossos movimentos, interceptar nossas comunicações e ouvir diretamente nossas conversas. Nosso celular parece nos ouvir e trazer anúncios daquilo que falamos ou sobre o que escrevemos. Em troca do uso de aplicativos “gratuitos”, autorizamos que nosso perfil de consumo, o qual geramos enquanto usamos tais facilidades, seja vendido ou trocado. Aceitamos ser bombardeados com anúncios indutores de consumo diretamente voltados ao nosso perfil. Somente quando o indivíduo se responsabilizar por si mesmo, sem culpar o outro, tal situação poderá ser transformada, dado que a massa não se modifica sem o indivíduo se modificar. Cabe questionar nossa submissão voluntária a tiranias massificantes e limitadoras de nosso desenvolvimento psíquico.
Pressupondo que tenhamos uma ideia coletiva do que seja arte, podemos nos surpreender que não existe uma categorização objetiva e…
O teatro de bonecos tem sua origem no Antigo Oriente, em países como a China, Índia, Java e Indonésia. Chega…
Uma breve leitura das “madona” em Walter Benjamin
No setting diário das práticas arteterapêuticas temos uma separação com relação ao que seria técnica e o que é expressão…
A arte nos revela. Muito além das questões estéticas, ela evidencia aspectos da consciência e o inconsciente do artista, além do inconsciente coletivo do Espírito da Época. Ao observarmos com atenção, percebemos que existem inúmeras projeções de animus em diferentes formas de arte. Para conseguirmos apreender as imagens arquetípicas projetadas na arte pelo animus, é importante alinharmos este conceito conforme a Psicologia Analítica.
Um texto que busca compreender, dentro da abordagem junguiana, a narrativa do filme Dogville, de 2003, de Lars von Trier. Mostrando o poder da projeção da sombra coletiva.
Uma das belezas que a Psicologia Analítica nos proporciona é mudança na forma de olhar, sentir e perceber a vida. Por trás de cada processo, dor e história existe uma infinidade de símbolos que permitem profundos aprendizados e que, quando ampliados, geram saltos de consciência.
Símbolos estes que conversam conosco a todo tempo, sejam na forma de sonhos, imagens, arte…
Este artigo é um convite para olhar a arte sob lentes junguianas, ou seja, como símbolos prenhes de imagens arquetípicas que nos afetam: como a arte nos revela, o que podemos descobrir sobre nós, as projeções inconscientes, sua universalidade e o que acontece com o artista ao produzir uma obra. Pois, como lindamente disse Ferreira Goullart, “a arte existe porque a vida não basta”.
eja por medo ou repulsa, a relação do ser humano com as baratas tem sido intensa e complexa. Sua presença pode ser notada por gritos histéricos, cadeiras sendo usadas como porto seguro, vassouras e chinelos que se transformam em armas, meninos correndo e tentando caçá-las pelas antenas (para ameaçar as meninas, é claro!), e também por aqueles que assistem a essa tragicomédia com um saco de pipoca e risadas incrédulas.
Os dramas de nossas vidas são como narrativas, estando algumas mais próximas da comédia, outras beirando à tragédia, no entanto, para muito além dos fatos, existe a linguagem, que tenta desesperadamente comunicar e a psique, que tenta, não com menos esforço e desespero, elaborar e integrar.
