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Jung destaca que as mandalas aparecem geralmente em estado de dissociação psíquica ou desorientação e funcionam como meios da psique na busca de integração. Na arteterapia, as mandalas são utilizadas como instrumento para promover o autoconhecimento e a transformação pessoal para a cura interior. Como ferramenta terapêutica, a mandala caracteriza-se pela formação de imagens circulares que podem ser desenhadas, pintadas, construídas plasticamente ou dançadas.
Já pensou em que medida a política, assim como diversos outros assuntos, que despertam nossas paixões, não são um campo riquíssimo para escavações em nossas próprias almas e para valiosas descobertas acerca de quem somos? Já se perguntou o quanto seu incômodo em relação a esse tema quer revelar algo sobre você mesmo, algo que talvez não queira enxergar? É nessa direção que nos leva o artigo, “Posicionamento político: coniunctio oppositorum e unilateralidade em tempos de polarização”, escrito pela professora Simone Magaldi, pela analista Natalhe Vieni e pelo analista Wagner Hilário.
O futuro é uma astronave que tentamos pilotar? Será mesmo que o futuro é uma astronave que tentamos pilotar?? Embarque comigo nessa jornada do ego rumo ao futuro desconhecido e enigmático.
Hermes e Héstia juntos, nos domínios de nossas casas. Um encontro possível – mas ao mesmo tempo, improvável – de duas divindades que se unem para nos auxiliar num dos momentos mais desafiadores de nossas vidas, que envolveu travessias e um cruzar de limiares psicológicos, físicos, individuais e coletivos: a pandemia do Covid-19. Esse artigo é um exercício de imaginação desse encontro entre as divindades e uma reflexão sobre como, a partir de nossas casas, exploramos as possibilidades de conexão que tornaram possíveis a comunicação do sofrimento e o desenvolvimento de ferramentas para a sobrevivência física e psíquica.
Há muito a sexualidade feminina e seus meandres é objeto de curiosidade pela humanidade. Não por acaso, nos últimos tempos, a sétima arte tem explorado o tema das mais variadas maneiras. Se de um lado, visa remontar a relação das mulheres na criação das instituições familiares, de outro, coloca em perspectiva a objetificação da sexualidade feminina em seus inúmeros prismas. Em razão disso, procurando esclarecer o transtorno sexual do vaginismo, foi necessário revisitar muitos dos conceitos biopsicossociais da sexualidade humana, incluindo os mitos, crendices e tabus sexuais. Por consequência, verificou-se que tal transtorno tem como causa inúmeros fatores, dentre eles a violência sexual, resultado da influência do machismo estrutural proveniente das sociedades patriarcais. Este artigo passeia pela história da sexualidade desde seus primórdios até a modernidade.
Neste artigo trago a possibilidade de compreender psique e matéria como uma unidade a partir do caminho vislumbrado por Jung e explorado mais a fundo por von Franz, em que o mundo arquetípico dos números naturais seriam a chave para esse entendimento.
O tempo nos impele de um lado, com a sensação de pressa constante e de outro, as duras penas, nos faz entender que nossos processos de vida muitas vezes não podem ser acelerados. Receber e elaborar as adversidades que se apresentam a todo momento sem abandonar nosso mundo interior, pode se tornar um gigantesco desafio.
Em tempos de mídias sociais as dinâmicas do desejo e da atração ficaram mais escancaradas. Pessoas estão expostas em vitrines virtuais em suas buscas por parceiros e dessa forma ficam mais óbvios padrões que talvez pudessem passar desapercebidos. Um dos padrões que pode ser percebido na dinâmica entre homens gays é a de supervalorização da masculinidade.
Edson Arantes do Nascimento, o Pelé. Duas personalidades, uma só manifestação. É possível dizer que Pelé só se tornou um mito por ter, em Edson, o herói que precisava? Jung escreve: “Na análise final, só contamos para alguma coisa por causa do essencial que encarnamos e, se não encarnamos isso, a vida é desperdiçada”. Quem há de dizer que Edson não encarnou o seu essencial? Muitos gênios sucumbiram psiquicamente à própria genialidade e a maioria dos homens se esconde dela, com medo da loucura. Com todos os defeitos, Edson foi diferente.
“Ninguém está fora da negra sombra coletiva da humanidade”, avisa Jung. Pode ser muito bom lembrar isso na conjuntura social…
