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O texto aborda Iemanjá como expressão plural do arquétipo da Grande Mãe, problematizando a idealização do materno como figura única, sempre acolhedora e previsível. Em diálogo com Jung, apresenta diferentes faces de Iemanjá – nutridora, firme, encantadora , profunda – como modos simbólicos que respondem a distintas necessidades psíquicas.
Resumo: A proposta desse artigo é analisar como a repressão dos aspectos sombrios da maternidade tem contribuído para o adoecimento…
RESUMO: O presente artigo examina o filme de realismo fantástico Canina. No longa, uma mulher interrompe a própria carreira após…
Como entender que um momento de tanta felicidade após o nascimento de um bebê, geralmente comemorado por toda a família…
Reflexão sobre o amadurecimento feminino e a maternidade tardia. A metanoia e processo de ser mãe.
No momento da construção desse artigo estamos há poucos dias de comemorar mais um aniversário de Nossa Senhora Aparecida, e…
Este artigo propõe refletir sobre a simbiose família/mãe/filho e o distanciamento necessário entre eles para o filho ganhar sua autonomia…
O termo arquétipo não foi cunhado por Carl Jung (OC,9/1,§1), mas sua imensa contribuição se deu quando usou a ideia…
Certa vez eu estava no vestiário da academia de ginástica depois da aula. Uma mãe, de cerca de uns 45…
O primeiro item a ser considerado e aprofundado sobre este assunto é a existência do arquétipo materno, este é uma…
