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O tema dessa reflexão é permeado por uma história: negro, Rafael, quando criança esteve escravo. Fugiu e adulto tenta sobreviver na “França das Luzes”, no início do século XX. Depara-se com severas restrições sociais devido à coloração de sua pele. Ele próprio, com seus comportamentos e decisões, também destrói e dissipa o que constrói pelo próprio esforço. Assume uma atitude de radicalização, de tudo ou nada em relação ao seu trabalho. Antes de seus 50 anos, alquebrado por tanta rejeição e luta, desiste, adoece e morre. Trata-se da história verídica do palhaço Chocolate, famoso e inovador em sua época de palcos e picadeiros, como palhaço.

Individuação é o termo que Jung usou para falar de uma destinação:
Individuação significa tornar-se um ser único, na medida em que por individualidade entendermos nossa singularidade mais íntima, última e incomparável, significando também que nos tornamos o nosso próprio si mesmo. Podemos, pois, traduzir individuação como tornar-se si mesmo (Verselbstung). ou o realizar-se do si mesmo (selbstverwirklichung). (JUNG, 1981c, Estudos Sobre Psicologia Analítica, §266) negritos meus

“A partir do dia em que conhece seu primeiro amor, a mulher se transforma. Isso continua a ocorrer por toda…

Em cinco de julho de 1996 nascia Dolly, a ovelha. Ela tinha três mães: uma proveu o óvulo, outra o…

E de repente, estamos na Menopausa, completando nossos 50, 60, 70 anos e ficamos estanque diante do que poderá acontecer com as nossas vidas. Junto com os filhos crescidos, com a chegada dos netos, com os fios de cabelo branco, aparecem também a dificuldade em perder peso, o desânimo, cansaço, a falta de energia, o humor depressivo, a ansiedade, irritabilidade, insônia, os déficits de atenção e concentração, a perda de memória, os pensamentos com conteúdo negativos ou morte, a anedonia (nome bonito dado para a perda do prazer ou interesse), diminuição da libido, a desesperança e labilidade emocional.