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O ensaio sustenta que o analista, embora ocupe lugar importante no processo clínico, não pode confundir sua função com posse sobre a travessia psíquica do paciente. Quando se esquece de que é instrumento e mediador, e não autor da jornada, a clínica se deforma por dentro. A partir de Jung, o texto mostra que a análise é um encontro entre duas personalidades mutuamente afetadas, e que o analista também está implicado no campo transferencial.

A pergunta “é tudo culpa dos pais?” frequentemente emerge diante do sofrimento psíquico infantil, sustentando uma visão causal e moralizante. A Psicologia Analítica propõe um deslocamento dessa lógica, enfatizando que a influência parental se dá sobretudo em nível inconsciente. Leia o artigo aqui.