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Não basta perceber a Matrix, é necessário enxergá-la. Para tal, o indivíduo precisa enxergar a si mesmo, compreender quem ele é de fato. A clareza da visão interior transformará radicalmente a sua visão do mundo. Ele precisa se iluminar para trazer luz à humanidade que padece pelas trevas da ilusão coletiva. Este artigo analisa o arquétipo do iluminado a partir do filme Matrix, sucesso de bilheteria e de grande profundidade filosófica. Nele, o caminho do herói é demonstrado de forma bem elaborada, enquanto conversa com a individuação proposta por C. G. Jung e a sabedoria oriental.
O presente trabalho discute a força que exercem sobre as pessoas os padrões ou imagens arquetípicas coletivas e como pode a consciência lidar com elas. Para tanto, no contexto da psicologia analítica são revistos e comentados conceitos como os de arquétipo, complexo, consciência e psicologia de massa, e processos como a contaminação psíquica, a função transcendente e o processo de individuação; são apresentados exemplos. É então, desenvolvida uma discussão sobre o tema, abrangendo a importância do desenvolvimento ético da personalidade humana e da nossa disponibilidade para a transformação.
