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Uma Análise Junguiana da Diversidade de Gênero e Sexualidade Este ensaio propõe uma releitura da obra de Carl Gustav Jung…
O olhar que recebemos pode expandir a vida psíquica — ou restringi-la. Neste artigo, exploramos como as expectativas do outro moldam profundamente a experiência humana, articulando dois conceitos da psicologia social: o Efeito Pigmaleão, que eleva, e o Efeito Golem, que rebaixa. A partir de mitos, pesquisas clássicas e da clínica junguiana, refletimos sobre o poder criativo ou destrutivo do olhar que incide sobre o sujeito. No setting analítico, essa dinâmica se manifesta na forma como o terapeuta sustenta — ou limita — a emergência do Self. Enquanto o olhar pigmaleônico favorece o florescimento da potência psíquica, o olhar golem pode cristalizar defesas, sintomas e identificações empobrecidas. O texto convida, assim, a uma pergunta ética e clínica fundamental: que imagem ajudamos a esculpir no outro — e em nós mesmos? Afinal, o olhar que reconhece o “suficientemente bom” não apenas vê: ele cria condições para que a vida se torne mais inteira.
Este ensaio nasce da reflexão do desencontro e do desenlace entre o erotismo, as projeções (tantas vezes sombrias) e da solidão humana, culminando no vício em pornografia do masculino.
O objetivo deste artigo é oferecer uma ampliação sobre o mito de Narciso, destacando e refletindo dinâmicas psíquicas importantes, que estão presentes desde o início na história. O que nos condena e às nossas relações? E, principalmente, como é possível, mesmo encurralados em extremos e polaridades, encontrarmos aquilo que ajuda a mirar o caminho?
Encontrar alguém é a expressão do desejo de relacionar-se com aquela pessoa para a qual transferimos emocionalmente os sentimentos que alimentamos em nós. Isto ocorre graças ao fenômeno da projeção, em que conteúdos inconscientes são deslocados para um objeto externo, que pode ser o indivíduo que desperta um apaixonamento, mesmo ao primeiro encontro.
Este artigo propõe uma reflexão simbólica sobre o ato cotidiano de lavar a louça, compreendendo-o como uma metáfora do processo de ampliação da consciência, sob a perspectiva da psicologia analítica de Carl Gustav Jung. A partir da observação desse gesto simples, são exploradas as correspondências simbólicas entre sujeira e sombra, água e inconsciente, limpeza e integração psíquica. Assim como o alimento nutre o corpo, o contato com o inconsciente nutre a alma, exigindo a constante “lavagem” das projeções e resíduos psíquicos. Lavar a louça, nesse contexto, torna-se um rito diário de autoconhecimento e humildade, no qual o indivíduo, ao cuidar de sua própria “louça psíquica”, contribui também para a transformação coletiva.
Resumo: O presente ensaio busca uma reflexão sobre como a sombra pode se materializar em violências, usando como foco a…
Resumo: As redes sociais ocupam um papel central na vida atual, moldando comportamentos, relações e a percepção de si. Embora…
Resumo: A proposta desse artigo é analisar como a repressão dos aspectos sombrios da maternidade tem contribuído para o adoecimento…
Resumo: O sharenting tornou-se uma prática comum na parentalidade contemporânea, transformando momentos íntimos da infância em conteúdo público e performático.…
