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Não basta perceber a Matrix, é necessário enxergá-la. Para tal, o indivíduo precisa enxergar a si mesmo, compreender quem ele é de fato. A clareza da visão interior transformará radicalmente a sua visão do mundo. Ele precisa se iluminar para trazer luz à humanidade que padece pelas trevas da ilusão coletiva. Este artigo analisa o arquétipo do iluminado a partir do filme Matrix, sucesso de bilheteria e de grande profundidade filosófica. Nele, o caminho do herói é demonstrado de forma bem elaborada, enquanto conversa com a individuação proposta por C. G. Jung e a sabedoria oriental.

Star Wars (Guerra nas Estrelas), é uma franquia de filmes americanos muito além das incríveis batalhas espaciais do bem contra o mal. O diretor George Lucas se serviu fartamente de padrões mitológicos nos roteiros dos filmes: a jornada do herói, luta do bem contra o mal, discussões políticas e carismáticos personagens. Um assunto presente nos temas míticos é o embate de filhos contra os pais. Na mitologia cosmogônica grega, a tríade de Deuses-pais Urano-Crono-Zeus exemplificam o exposto, quando Crono castra o pai e o destrona, para mais tarde ser confrontado e destronado por Zeus. Star Wars também traz um olhar sobre a busca do pai e sobre o complexo paterno negativo que abarcam os personagens Anakin-Vader-Luke. A história começa em Tatooine, com o nascimento do pequeno Anakin Skywalker.

O Walt Disney Studios é conhecido pelos filmes infantis que também agradam em cheio os adultos ao lidar com temas universais temperados com saberes regionais. Nesta produção, os sabores colombianos são mesclados à uma reflexão densa sobre a arte de unir pontos fortes àqueles que foram excluídos por imperativos coletivos