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O presente artigo busca propor uma reflexão, tendo como base a psicologia analítica, sobre comportamentos sexuais de risco, identificando tais comportamentos e buscando entender símbolos, significados e complexos na sombra dessas atitudes.
Para a elaboração deste artigo foi feita uma pesquisa a respeito do tema comportamento sexual de risco e, pelo que se pode constatar, não há grande quantidade de material sobre o tema.
Nossa capacidade de amar é sobrepujada pelo poder e a consciência do nosso mundo interno fica gravemente limitada. Jung (2018, p. 140) nos traz que “o problema do amor faz parte dos grandes sofrimentos da humanidade, e ninguém deveria envergonhar-se do fato de ter de pagar seu tributo a ele”. Olhar para estas questões conscientemente ajudamos a trazer entrar em contato com conteúdos que crescem no inconsciente, dando-nos a chance de discuti-los.
Com uma voz marcante e uma personalidade irreverente, Rita Lee emergiu como uma das figuras mais icônicas e influentes da música brasileira. Sempre intensa, nunca viveu pela metade ou escondeu quem era. Autêntica, de forte personalidade, apaixonada e apaixonante, entregou-se à vida em sua plenitude.
Entre o amor pela arte, animais e plantinhas, família, porres memoráveis, encrencas e aplausos, ela desafinou o coro dos contentes ao provocar um cardápio de afetos por onde passava.
Este texto propõe um olhar sobre o feminismo ativista, o feminino sensível e a entrega ao amor; uma reflexão sobre a força e sensibilidade vinda da tonalidade do animus desta grande artista
este artigo tem a intenção de tecer provocações sobre alguns pontos da sexualidade praticada nos tempos atuais, mais precisamente sobre a possibilidade de parte do que é chamado de “liberdade” sexual vivenciada hoje ser somente um movimento de compensação extremada — enantiodromia — das repressões sexuais dos séculos passados ou de gerações passadas, que pode ser tão adoecedora quanto a própria repressão que tenta combater — e, também, oferecer um breve direcionamento para a questão, sugerindo a reinserção do amor na sexualidade.
O despertador toca. Em um ritmo e em uma altura que adrenalina e cortisol invadem seu corpo como um tiro.…
Solidão, Solitude e Plenitude
Cada vez mais comuns são as queixas de solidão nos consultórios. Igualmente comuns são as constatações da utilização de antidepressivos e ansiolíticos para amenizar dores que não podem ser registradas em radiografias, que interferem na nossa harmonia e podem ser compreendidas como dores da alma.
Historicamente, o casamento é um arranjo cultural, visto como possibilidade de manutenção dos relacionamentos entre grupos sociais, associado ao cristianismo, que passou…
Refletir sobre o ensinamento de São Francisco de Assis frente ao momento atual, pandemia, dor, sofrimento, morte e incertezas.
A afetividade – para C. G. Jung expressa por meio de sentimentos, sensibilidades, emoções – seria o fundamento da personalidade. Esses centros de energia afetiva estariam, como sóis, no centro de galáxias de energia psíquica conhecidas em psicologia junguiana como complexos.
“Quem guarda com fome o diabo vem e come”. A partir desta frase, Dr. Waldemar Magaldi Filho, analista didata do IJEP, reflete a respeito do medo de amar tão presente na contemporaneidade, onde os indivíduos até se despem para terem suas relações sexuais, mas não conseguem intimidade de alma! Por que será que isso está acontecendo? E como poderemos reverter essa triste realidade, onde o poder destrói o amor, conforme nos ensinou Carl Gustav Jung.
