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O ensaio “A mediunidade à luz da Psicologia Analítica” propõe uma reflexão sobre a mediunidade a partir da obra de Carl Gustav Jung, buscando superar tanto as interpretações estritamente religiosas quanto as explicações que reduzem o fenômeno à psicopatologia. Articulando contribuições da tradição espírita, da psicologia da religião e dos estudos sobre consciência, o texto compreende as experiências mediúnicas como possíveis expressões da relação entre o ego e o inconsciente. Seu principal mérito está na aproximação entre conceitos junguianos, como Self, inconsciente coletivo e complexos autônomos, e a experiência mediúnica, oferecendo uma leitura simbólica e integradora do fenômeno. Sem confirmar ou negar a existência objetiva dos espíritos, o ensaio propõe compreender a mediunidade como uma linguagem da alma, capaz de expressar conteúdos profundos da psique e favorecer a ampliação da consciência. Assim, contribui para o diálogo entre psicologia, espiritualidade e cultura, destacando a dimensão simbólica e transformadora dessas experiências.

Este texto é um convite a refletir sobre os desafios e as possibilidades da segunda metade da vida. A partir de Jung, James Hollis e Santo Agostinho, proponho pensar sobre a crise da meia-idade, o tempo, o envelhecimento e a necessidade de reorientar a alma. Mais do que uma fase de perdas, esse período pode ser uma oportunidade de ressignificar a vida, abandonar o que já não faz sentido e aprender a estar mais presente no tempo que nos é dado.

Resumo: Cada ano, no último final de semana, Sarah é salva das águas pelos guardiões da Camarga….. Isso é parte…

Neste artigo, exploraremos a importância da ética na prática religiosa da Umbanda, com foco na responsabilidade do sacerdote. Descubra como a religião, nascida da fusão de várias tradições, promove valores espirituais e o encontro com o Si-Mesmo. Abordaremos questões éticas, o papel do sacerdote como curador, a relação com o poder, e a necessidade de integração das sombras para uma prática religiosa genuína e transformadora.

Para a compreensão do conceito de saúde integral, devemos lembrar que nós somos um sistema complexo que para funcionar precisa estar em harmonia com todas as pequenas partes, órgãos, funções e emoções. Esta engrenagem de corpo – alma – mente precisa estar em equilíbrio para a saúde se instalar no nosso corpo, seja no campo físico ou mental.