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Quem nunca se sentiu impotente frente a uma situação da vida, seja no trânsito, em um conflito no trabalho, no relacionamento? Por vezes, coisas que parecem banais – como uma palavra, um barulho, um olhar – podem, em um determinado contexto, ativar conteúdos inconscientes e constelar complexos que causam danos desproporcionais.

Os complexos, por carregarem uma grande carga afetiva, fazem parte da vida cotidiana de todos nós. Somos, em maior ou menor grau energético, constantemente atravessados por eles, impactando todas as áreas da nossa vida, pois atuam de maneira autônoma diretamente nas relações, sejam elas familiares, profissionais, afetivas ou amizades.

O objetivo deste artigo é oferecer uma ampliação sobre o mito de Narciso, destacando e refletindo dinâmicas psíquicas importantes, que estão presentes desde o início na história. O que nos condena e às nossas relações? E, principalmente, como é possível, mesmo encurralados em extremos e polaridades, encontrarmos aquilo que ajuda a mirar o caminho?

O presente artigo propõe uma aproximação entre o processo analítico e a construção de uma ética amorosa por meio do confronto com a sombra individual. A partir dos textos de Jung, hooks e Neumann, conclui-se que o envolvimento do indivíduo em seu processo de autoconhecimento favorece uma atitude de alteridade, promovendo uma prática relacional mais amorosa e justa.

O texto aborda Iemanjá como expressão plural do arquétipo da Grande Mãe, problematizando a idealização do materno como figura única, sempre acolhedora e previsível. Em diálogo com Jung, apresenta diferentes faces de Iemanjá – nutridora, firme, encantadora , profunda – como modos simbólicos que respondem a distintas necessidades psíquicas.

Numa sociedade que reforça a identificação patológica com os complexos, como o indivíduo pode encontrar a coragem e a vontade…

Neste artigo, discute-se a complexidade de sair do papel de vítima em busca do sucesso, utilizando a teoria junguiana. Destaca-se a necessidade de acolhimento das experiências traumáticas, confronto dos complexos emocionais e reassunção de responsabilidades para alcançar a verdadeira libertação. O sucesso é redefinido como a capacidade de transformar padrões prejudiciais e assumir o controle sobre a própria vida.