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Este artigo aborda a temática da maternidade na contemporaneidade, fazendo uma análise crítica e reflexiva do contexto sociocultural das imposições atribuídas às mulheres-mães, conforme a perspectiva da psicologia de Carl Gustav Jung. O intuito desse trabalho visa a desmistificar a romantização da maternidade, bem como a culpabilização da mulher e trazer à tona as muitas nuances que se abatem sobre a maternidade real.  

O complexo materno negativo pode dificultar o desenvolvimento da autonomia psíquica ao manter a libido vinculada a relações fusionais e padrões inconscientes de adaptação. A partir da concepção da Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung, sobre complexo, arquétipo e energia psíquica, discutem-se como determinadas dinâmicas maternas interferem no processo de diferenciação e autonomia do individuo, favorecendo estados de esgotamento, responsabilidade excessiva e limitação da espontaneidade psíquica. A tomada de consciência dessas configurações possibilita a redistribuição da energia anteriormente aprisionada no complexo, abrindo espaço para formas mais autênticas de relação consigo mesmo e com o outro.

ste ensaio propõe um percurso simbólico pelas imagens do filme As Pontes de Madison de 1995, tecendo reflexões sobre a paradoxal condição humana em sua relação com as forças arquetípicas, a partir da psicologia de Carl Gustav Jung. Um encontro de cada indivíduo com a alma que passa, necessariamente, pelo encontro com o outro.

Esse artigo levanta a questão da tão buscada realização, ser realizado. Como podemos entender o que é real, o que é concreto? Coloca-se a figura arquetípica do diabo, passando pelos conceitos de sombra, persona e individuação, bem como as falas e expressões socias na prática clínica sobre o alienar-se em prol de uma chancela social de ser realizado.

A pergunta “é tudo culpa dos pais?” frequentemente emerge diante do sofrimento psíquico infantil, sustentando uma visão causal e moralizante. A Psicologia Analítica propõe um deslocamento dessa lógica, enfatizando que a influência parental se dá sobretudo em nível inconsciente. Leia o artigo aqui.

Todos nós temos um mestre interior, sabe aquele que te acompanha ao longo de sua vida? O curso de Arteterapia não é tão simples e divertido como parece, é acima de tudo, uma entrega, uma verdadeira jornada de alma. Uma travessia profunda onde não estudei apenas técnicas, obras e embasamentos teóricos, mas um chamado, fui chamada — por meio das imagens, das cores e dos símbolos — a mergulhar nos porões da minha história. Ao encerrar a formação em Arteterapia, fecho também um ciclo de vida profundamente simbólico e transformador, uma verdadeira travessia. Um chamado da alma que me levou a tocar feridas antigas e integrar as partes esquecidas de mim mesma