IJEP ACADÊMICO
Ensaios, Artigos e Produções Acadêmicas
dos membros didatas e membros analistas
do Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa.
Resumo: Proponho nesse texto uma aproximação entre os princípios taoistas do Yin e Yang, assim…
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Professores do IJEP
Ragnarok, a escatologia Nórdica começa assim: com catástrofes climáticas. Uma delas em especial é produto de Jörmungund, a serpente de Midgard, que produz ondas gigantescas que varrem terra e céu.
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Resumo: O que leva uma pessoa a iniciar uma terapia?…
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Tenho uma colega que, em certa época, trabalhou com revisão de romances populares. Segundo ela, os pequenos livros eram planejados numa estrutura padrão. No início havia sempre algo que impedia que a heroína gostasse do protagonista, em geral apresentado com qualidades, como beleza física, nobreza de caráter e prosperidade econômica…
Teoria Junguiana
Uma das definições da palavra…
Você já se perguntou, o…
Parece-nos, apesar de não termos…
Este artigo enfatiza o papel crucial de Emma Rauschenbach, esposa de Jung na sustentação emocional e financeira de Jung. O texto explora o encontro inicial dos dois, a complexidade do casamento e a participação ativa de Emma na vida profissional do marido. Além disso, destaca a presença significativa de outras mulheres, como Sabina Spielrein e Toni Wolff, na vida e na obra de Jung, ressaltando os desafios éticos enfrentados nas primeiras décadas da Psicanálise e da Psicologia Analítica. O texto conclui que Jung deve muito do seu sucesso e desenvolvimento pessoal à influência positiva das mulheres ao seu redor.
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Não é de hoje que ao abrir os sites de notícias, ao assistir os telejornais somos inundados por notícias mórbidas: assassinatos, mortes, violências, roubos, assaltos, agressões de toda espécie são tão constantes que quase banalizamos esses fatos. A fome, o desemprego, a miséria, as doenças, o ódio, a descriminação estão tão concretos que quase os “pegamos no ar”. As mídias sociais evidenciam a quantidade de ofensas, xingamentos e cancelamentos, numa espécie de apedrejamento virtual. O ódio, o preconceito, a falta de empatia parecem ter deixado de fazer parte dos aspectos sombrios e passaram a ser o “novo normal” da convivência, principalmente nas plataformas virtuais. A distância e o semianonimato facilitam com que a educação, o diálogo e a civilidade passem longe das conversas. Muito se discute sobre a ontologia da maldade. Seria ela a falta da bondade ou a “privatio boni”, ou teria ela sua própria substância?